sábado, 10 de novembro de 2007

Sugestões para os próximos dias


11 de Novembro (domingo):


LISBOA – Poesia na Fábrica Braço de Prata
1h – Sala Nietzsche: André Gomes lê Pablo Neruda.
Entrada livre
A Fábrica Braço de Prata fica junto ao Poço do Bispo e o site, aqui.



13 de Novembro (terça-feira):


PORTO – Apresentação de Livro de Poesia
Pelas 22 horas, no Clube Literário do Porto, apresentação do livro de Poesia "Meu Coração" de Carla Martins.
A apresentação será feita por Maria Helena Padrão.
O Clube Literário do Porto fica na Rua Nova da Alfândega, 22 (Porto).



14 de Novembro (quarta-feira):


LISBOA – Volte-Face
Nova performance Volte-Face, no encerramento do Festival Número-Projecta’07, pelas 21:15h, no Cinema Quarteto (Sala2).
Um espectáculo com declamação de poesia, música, vídeo, multimédia e dança contemporânea.




LISBOA – Festival de Literatura Irlandesa
O Festival da Literatura Irlandesa é um caloroso tributo a poetas, romancistas e dramaturgos da Irlanda, mas pretende dar também testemunho do contínuo fascínio que a cultura irlandesa tem exercido sobre criadores portugueses em âmbitos tão diversos quanto a literatura, o teatro, o cinema ou a música, construindo-se assim, pelas artes, laços de união, sólidos e duradouros, entre as nossas duas culturas. Ao longo de três dias - 14, 15 e 16 de Novembro -, será acolhida a Irlanda contemporânea através da leitura (e tradução) de poemas, de debates e encontros com escritores, encenadores e críticos, da música de tradição popular, de espectáculos teatrais e de visionamentos de filmes.
Hoje, 14 de Novembro, às 18h30, na Casa Fernando Pessoa:
Encontro com o poeta Derek Mahon. Leitura de seis poemas de Derek Mahon, traduzidos por Rui Carvalho Homem, por Pedro Mexia. Traduzir poesia: conferência por Hélia Correia. Às 20h30, serão de música irlandesa por Teresa O'Donnell e David Creevy (entrada gratuita).
Programação completa, marcação de entrevistas e informações gerais: Silvia Grasberger (silvia.grasberger@dfa.ir); 21.3929447 / 91.4779106


15 de Novembro (quinta-feira):


LISBOA – Stand-up de poesia erótica e satírica
“De boas erecções está o Inferno cheio, stand-up show com Dick Hard”
Dick Hard volta à carga num palco com nome mais do que honroso: Bocage.
Em Novembro, o Teatro Bocage (www.TeatroBocage.com), na bem lisboeta zona da Graça, perto do miradouro da Senhora do Monte, leva para cima do palco um verdadeiro diabo.
Dispam-se de preconceitos e vão até ao Teatro Bocage nas noites de quinta-feira, em Novembro (dias 15, 22 e 29).
Reservas de bilhetes para o endereço electrónico mail@TeatroBocage.com; ou para os telefones 21 478 81 20 ou 91 760 30 39.
O Teatro Bocage situa-se na Rua Manuel Soares Guedes, 13 A.



LISBOA - Apresentação de Livro de Poesia

Hoje, 15 de Novembro, na Casa Fernando Pessoa, terá lugar pelas 19 horas a apresentação do livro "dovoar" de Vasco Pontes (Pé de Página Editores). A apresentação contará com a participação de Glória de Sousa e Licínia Quitério.
A Casa Fernando Pessoa fica na Rua Coelho da Rocha, 16, em Campo de Ourique.




LISBOA – Convívio Poético no Martinho da Arcada
Convívios Poéticos do Círculo Nacional d'Arte e Poesia
Até 27/12/2007
Quintas, 16h-18h
Informações Úteis: 213 973 717
O Café Martinho da Arcada fica na Pç. do Comércio, 3
Telefone: 21 887 92 59/21 886 62 13; Fax: 21 886 77 57


16 de Novembro (sexta-feira):


PORTO - Apresentação de livro de Poesia

Hoje, 16 de Novembro, terá lugar, pelas 21h30, na Livraria Index, a apresentação do livro de poesia "E como ficou chato ser moderno" (Livrododia Editores) de Luís Filipe Cristóvão, com a presença do autor.
Luís Filipe Cristóvão nasceu a 24 de Fevereiro de 1979 em Torres Vedras.
É pós-graduado em Teoria da Literatura, pela Universidade de Lisboa e frequentou a especialização em Edição de Livros na Universidade Católica de Lisboa.
Profissionalmente, é gestor editorial e livreiro.
É autor dos livros Registo de Nascimento (2005) e Pequeña Antología para el Cuerpo (Espanha, 2007).
O blogue do autor pode ser visitado aqui.
A Livraria Index situa-se na Rua D.Manuel II, 320 (junto ao Jardim do Palácio de Cristal), no Porto.



ALCOCHETE - Espectáculo de Poesia "A Ver o Mar"


Hoje, 16 Novembro (Dia Nacional do Mar), a Andante apresenta o espectáculo "A Ver o Mar", um espectáculo de poesia sobre o Mar, pelas 21h30, no Fórum Cultural de Alcochete.
A entrada é livre e a lotação limitada a 60 lugares. É necessário reservar lugar através do telefone 21 234 96 40.
O site da Andante fica aqui.


17 Novembro (sábado):


CALDAS DA RAINHA - Espectáculo de Teatro sobre Poesia "À volta da língua"


Hoje, 17 de Novembro, a Andante apresenta o espectáculo "À volta da língua", na Biblioteca Municipal de Caldas da Rainha, pelas 16 horas, integrado no programa de itinerâncias da DGLB.
Trata-se de um espectáculo de teatro sobre a poesia portuguesa, a partir de textos exclusivamente de autores de língua portuguesa, dando uma leitura diferente a esses textos. Mostrando-os na sua forma, no seu conteúdo, na sua sonoridade. Evidenciando a língua portuguesa como língua viva: como os autores contemporâneos foram buscar as suas referências formais e de conteúdo a autores mais antigos e como partindo dessas referências a língua se desenvolveu e continua em transformação. Tentando mostrar como a reinvenção da língua é um acontecimento quotidiano, não só em Portugal, mas também em outros países onde se fala o português.
O site da Andante fica aqui.


PORTO - Apresentação de Livro de Poesia


Terá lugar, no Auditório do Clube Literário do Porto, hoje 17 de Novembro, pelas 21h30, a apresentação do livro «A luz das pequenas coisas» do poeta Hugo Santos.
A apresentação será feita por Jorge Lino.
Hugo Santos é poeta, contista, romancista e professor. Recebeu, entre outros, o Prémio de Poesia Mário Viegas, o Prémio Miguel Torga (romance), o Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca e o Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama.
Depois da apresentação, haverá uma tertúlia poética.
O Clube Literário do Porto fica na Rua Nova da Alfândega, 22 (Porto).

3 comentários:

isolano disse...

Parabéns, Inês, por este blogue fantástico. Sou visitante recente, mas já assídua. Muita informação, muitas sugestões, muitos links para outros sítios interessantes; uma referência obrigatória para quem gosta de poesia.

Luís Graça disse...

O André Gomes é um magnífico actor, um óptimo declamador e um amigo com um fino sentido da ironia.

Já tive o privilégio de o ouvir numa avant-première fantástica de um espectáculo sobre Mário de Sá-Carneiro, no intimismo do belo espaço de Nuno Nabais, "Eterno Retorno".

Há uns anitos. Perdi esta do Neruda, por certo uma óptima sessão. Fui a Braço de Prata ao segundo dia de existência e sempre digo que o Nuno Nabais está de parabéns e as pessoas têm de se deixar de comodismos e meter pés ao caminho.

É o mínimo para corresponder à paixão e generosidade do Nuno Nabais.

E daqui a nada vou eu, cheio de ansiedade poética, para a Casa Fernando Pessoa. Sempre que ouço falar em poesia irlandesa fico romanticamente sobressaltado. Demasiadas boas recordações de irlandeses na Casa Fernando Pessoa, começando pelo nobelizado Seamus Heaney e acabando no super-castiço John Deane, com quem tive o privilégio de conviver uma semana, nos finados encontros poéticos "Primavera em Lisboa", iniciativa insubstituível, cuja morte muito lamento.

E, mais do que eu, Casimiro de Brito e Ana Hatherly, que tanto deram de si(através do PEN CLUBE DE PORTUGAL) no construir desse castelo de sonhos que se desmoronou na falta de verbas e na burocracia cultural deste país.

Luís Graça disse...

Belíssima tradução de Rui Carvalho Homem dos poemas de Derek Mahon. O respeito pela literalidade não colidiu com o ritmo e o som.

Boa leitura (o Pedro diz que não gosta do termo declamação, "quem declamava era o Villaret") dos poemas pelo Pedro Magalhães Mexia (gramo o teu nome do DN-JOVEM, prontos!).

Fabuloso palestra de Rui Carvalho Homem na Faculdade de Letras, sobre Heaney e Carson. Apesar do adiantado da hora e do ritmo de leitura elevado que imprimiu ao "paper", o professor da Universidade do Porto esteve a todos os títulos brilhante.

Na capacidade de comunicação, na diccção super-perfeita do inglês, na coordenação entre todos os elementos que expôs, no enorme (e nunca supérfluo apoio) visual, com citações, tópicos e reproduções de quadros no ecrã.

Fiquei esmagado! Saí da Faculdade de Letras num estado de exaltação intelectual, vergado ao peso da minha ignorância, muito mais rico e consciente de ter assistido a um momento único.
Partilhado apenas por meia-dúzia de auto-eleitos, que se dignaram comparecer no anfiteatro 3 da Faculdade de Letras.
Problema deles!