terça-feira, 28 de julho de 2015

Poesia no bar d'A Barraca

Poesia às Quintas 
com Miguel Martins
146ª sessão
Bar a Barraca
30 de Julho 22H30
Entrada livre
 

«Artista plástico e historiador emérito, Diniz Conefrey lerá Malcolm Lowry e um poema seu.
E, de uma vez por todas, provará, por A mais B, que Duarte Lima não só não matou a velha como é um indivíduo extremamente probo.
Quem não aparecer é porque morre de saudades da Danceteria Lido, esse verdadeiro templo à bimbalhice bailarina.»

(Miguel Martins dixit)

terça-feira, 14 de julho de 2015

Poesia no bar d'A Barraca

Poesia às Quintas com Miguel Martins
144ª sessão
Bar a Barraca 
16 de Julho 22H30
Entrada livre
 

«Alexandre Sarrazola, a.k.a. Alexandre Mariola, Alexandre Ponta-e-Mola e Alexandre Sarapitola, junta-se a M.M., o leitor residente, a quem Ricardo Salgado, num misto de despeito e ternura, costumava chamar O Desonesto, para uma leitura de poemas de ambos.
Quem não aparecer é porque acha que o Porto Brandão é a melhor praia de Portugal.
P.S.: Na foto, Alexandre e Miguel, à altura deputados à Assembleia da República pelo Partido da Solidariedade Nacional, o saudoso “partido dos reformados”, em pleno debate acerca do Orçamento de Estado de 1987.»

(Miguel Martins dixit)

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Poesia no bar d'A Barraca

Poesia às Quintas om Miguel Martins
143ª sessão
Bar a Barraca
9 de Julho 22H30
Entrada livre
 

«António Poppe. António Poppe. António Poppe.
O émulo de Jean Gabin e campeão europeu de parkour apresentará no Bar A Barraca as mais modernas teorias acerca da fertilização in vitro.
Quem não aparecer é porque só consegue adormecer com uma chucha de betão nas beiças.»

(Miguel Martins dixit)

quinta-feira, 2 de julho de 2015

«Fugas Poéticas» em São João da Madeira

A XI "Fuga Poética" realiza-se no dia 7 de Julho às 21H30 na Confeitaria "Colmeia" em São João da Madeira.
Os temas (facultativos) deste mês são o AMOR e o EROTISMO.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Apresentação da «Persona» em Coimbra

Vai ter lugar, no dia 4 de Julho, pelas 18H00, na Livraria Alfarrabista Miguel de Carvalho, em Coimbra a apresentação da antologia «Persona» editada pela Editora Do Lado Esquerdo.

A apresentação do livro será feita por Rosa Azevedo.

PERSONA é uma antologia sobre personagens com poemas de Ana Caeiro, André Tomé, Bénédicte Houart, Benjamin Prado, Bruno Béu, Carlos Alberto Machado, Catarina Nunes de Almeida, Claudia R. Sampaio, Gonçalo Mira, Inês Fonseca Santos, Inês Lourenço , João Bosco da Silva, Leonor Castro
Nunes, Manuel A. Domingos, Marcos Foz, Margarida Ferra, Maria Sousa, Miguel de Carvalho, Miguel Manso, Miriam Reyes, Nuno Moura, Pablo Javier Pérez López, Patrícia Baltazar, Pedro Jordão, Pedro Santo-Tirso, Pedro Tiago, Raquel Nobre Guerra, Ricardo Marques, Rosalina Marshall, Rui Almeida, Rui Pedro Gonçalves, Tatiana Faia, Tiago Araújo e Valério Romão.

Uma notícia triste: vai fechar mais um espaço de cultura

Infelizmente, o Olimpo, no Porto, vai fechar em breve.
Tenhamos vergonha de um país que não acarinha a cultura e os seus agentes culturais.
Que ao menos este sábado o Olimpo se encha de gente e se valorize tudo o que ali se fez ao longo destes anos.
Transcrevo o e-mail recebido esta manhã:

«A 5 de Novembro de 2011, o Olimpo (Bar Café) teve 450 pessoas na inauguração. Passaram por cá centenas de músicos (muitos eles jovens criadores de originais), centenas de poetas, de expositores, de artistas,, dezenas de associações e convidados, abordámos em centenas de noites assuntos e temas de VERDADEIRO interesse público. Depois de quase 2.000 pessoas no nosso grupo e quase 5.000 likes, concluímos, 3 anos e meio depois, que o público não é suficiente para viabilizar um projecto que teve sempre SENTIDO, mas que infelizmente como muitos outros, acabou incompreendido e vítima do marasmo geral da nossa sociedade (e sobretudo da portuense, porque uma sociedade sem diversidade, apenas de carneirada a ir aos montes para os mesmos locais, "eh pá, isto está a bombar e tal...", não é uma sociedade saudável, mas sim doente... que não cria espaço para a ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL, apenas para a DE MERA SOBREVIVÊNCIA, onde abundam as fogueiras de vaidades, as pequenas tricas, e onde os jovens criadores morrem no marasmo de círculos fechados e viciosos).
Deste modo, é com muito orgulho que partilhamos convosco a

A ÚLTIMA AGENDA DO OLIMPO (até 4 Julho) :

QUA (1 JUL)
22.00 h – ÚLTIMA NOITE DE POESIA NO OLIMPO (poesia de participação livre; org: Luis Beirão; música: Miguel O Migas; Reinaldo Santos; Sylvain Terech)

QUI (2 JUL)
22.00 h – ÚLTIMA DÁDIVA NO OLIMPO (projecto poético, musical e performático de Luis Luís Beirão; convidados: Ana Almeida Ana Al Meydah Santos, António Pedro Ribeiro, Diogo Costa Leal & Vitor Hugo Moreira; música: Sylvain Terech)

SEX (3 JUL)
21.30 h – ÚLTIMA NOITE MÍSTICA NO OLIMPO (tarot & mesa radiónica por Ana Almeida Santos & Carla Monteiro; queimada & invocação de boas energias)

SAB (4 JUL)
22.00 h – A ÚLTIMA NOITE NO OLIMPO/ LAST STAND AT OLIMPO (a última noite neste nosso & vosso Olimpo: música, conversa entre amigos, e espectáculo-surpresa)

RECORDAMOS O NOSSO PROJECTO INICIAL:
Construir um espaço cultural abrangente, que pudesse ser AUTO-SUSTENTÁVEL a longo prazo. Que pudesse vir a ser um local de culto com um público REGULAR, ASSÍDUO & FIEL, frequentado por vários tipos de pessoas interessadas na arte e cultura em geral, com acesso a espectáculos e eventos culturais a um preço mínimo. Não se pretendia um local de massas, mas também não um local apenas frequentado pela elite com poder económico. Pretendia-se agregar os vários agentes individuais e também colectivos num local familiar, que pudesse congregar público e artistas em torno da boa vontade de manter um espaço que TODOS pudessem utilizar. Por outras palavras: conseguir um local que com poucos meios envolvesse o maior número de artes e artistas, bem como de público, em torno de um OBJECTIVO MAIOR: criar algo com valor e significado, para lá das regras rígidas de um mero UTILITARISMO puro e duro.

O SALDO FINAL: todos o sabem. Infelizmente, não houve este público, nem esta boa vontade em escala suficiente para poder manter este projecto. Em vez de se agregar ou unir, ou reconhecer o esforço de manter uma agenda permanente, a maioria das pessoas acaba a valorizar aquilo que o mercado de massas oferece, ou a dividir-se pelas suas capelinhas ou ódios de estimação particulares. Concluímos, após anos imbuídos de espírito de missão e sacrifício a diversos níveis (que não se particularizam aqui), que abundam os CLIENTES e CONSUMIDORES (para os quais só conta o serviço prático tout court), e falta um verdadeiro PÚBLICO - crítico é verdade, mas também interessado, atento, responsável e sobretudo PRESENTE .
Mal de uma sociedade e de um país que cada vez trata pior os seus cidadãos (e que cada vez cria menos VERDADEIROS cidadãos e apenas gente alheada e indiferente, a lutar pela mera sobrevivência, acomodado e resignado ao seu naco de pão, incapaz de reconhecer o valor de uma alma, excepto quando necessitar dela e ela lhe faltar). Portanto, muito para lá do Olimpo, dizemos nós... Cada sociedade tem, o que viabiliza. Nada mais. E se os Persas um dia passarem aquele último pedaço de terra, aquelas nossas últimas Termópilas, não haverá mesmo volta a dar.

COERENTES ATÉ AO FIM: A TODOS OS QUE ACREDITAM QUE CULTURA É TAMBÉM UM SERVIÇO, QUE MERECE SER VALORIZADO E INCENTIVADO (NA PRÁTICA, COM PRESENÇA ASSÍDUA E NOS NOSSOS HÁBITOS DE VIDA, E NÃO APENAS COM MEROS POSTS NO FACEBOOK OU MANIFESTAÇÃO DE INTENÇÕES), DIZEMOS:
ATÉ BREVE... ENQUANTO HOUVER UM SONHADOR, O SONHO AINDA VIVE!

Como sempre, abreijos do
luis beirão
OLIMPO»


O Olimpo (bar café), para quem não sabe, fica na Rua da Alegria 26, Porto.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Poesia no bar d'A Barraca

Poesia às Quintas 
com Miguel Martins
142ª sessão
Bar a Barraca
2 de Julho 22H30
Entrada livre

«Manuel Filipe, poeta, melómano, polícia militar, barman, gestor de empresas e Amigo, acaba de lançar “Despojos de Viagens”, o 23º título da sua obra poética, ao qual, na próxima 5ª, MM dará voz, para gáudio de miúdos e graúdos, dos 6 (Marques Mendes) aos 666 (Dias Loureiro).
Quem não aparecer é porque curte snifar Vim.»

(Miguel Martins dixit)

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada, em Campolide, encerra em breve

A Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada acontece todos os sábados, em Campolide, desde Setembro de 2012.

Por ali passaram amigos, leitores, autores, curiosos, coleccionadores... ao longo destes últimos 3 anos.
Ali acorreram pessoas de todo o país, do Porto ao Algarve.
Ali se realizaram tertúlias, lançamentos, leituras de poesia, encontros com autores, enchendo os sábados de Campolide de animação cultural.
Ali se encontraram autores, quase todos os sábados, em visita, a meio da tarde, que ficavam à conversa entre os livros.
Ali se divulgaram os livros de artista, as edições de autor, os livros de editoras independentes, os fanzines, as revistas literárias... a poesia e a banda desenhada.
Ali se divulgaram os autores africanos com uma banca totalmente dedicada a eles.
Ali existiu uma banca de livros grátis, onde as pessoas puderam entregar ou levar livros livremente.

Porque estou de partida para Cabo Verde, em breve esta Feira do Livro, no espaço de Campolide, vai acabar.
Estará aberta todos os sábados até 1 de Agosto (inclusivé). Venham enquanto é tempo.
Das 10H00 às 19H00, no Palácio de Laguares: Rua Professor Sousa da Câmara, nº 56, em Lisboa (Campolide, perto das Amoreiras).

Agradeço à Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul e à Junta de Freguesia de Campolide a disponibilização do espaço, no Palácio de Laguares, para a realização da Feira durante estes 3 anos.
Inês Ramos

quarta-feira, 24 de junho de 2015

«NÔS TERRA É PA NÔS POVE» no Centro Cultural de Carnide

No dia 25 de Junho, pelas 21H00, irá realizar-se o espectáculo multimédia (poesia, música e vídeo) «NÔS TERRA É PA NÔS POVE» da autoria de Paula Martins, integrado nas comemorações dos 40 anos da independência de Cabo Verde sobre o processo da independência, no Centro Cultural de Carnide, em Lisboa.
Com a participação de: Carlota de Barros, Charlie Mourão, Heloisa Monteiro, Inês Sofia, Joice Baptista, Jorge Rodrigues, Leonor Ribeiro, Luís Tomar, Lourdes Duarte, Paula Martins, Regina Correia e Sofia Carvalho.
Acompanhamento musical por: Bilocas Lima, Nelson Rendall e Tonecas Lima.
O Auditório do Centro Cultural de Carnide fica no Bairro Padre Cruz, Carnide.
Entrada Livre.
Organização: Associação dos Antigos Alunos de Cabo Verde

Poesia no bar d'A Barraca

Poesia às Quintas com Miguel Martins
141ª sessão
Bar a Barraca - 25 de Junho 22H30
Entrada livre
 

«M. Parissy, poeta, lido por Mário Galego, voz da rádio – eis a mais recente proposta da editora nazarena Volta d’Mar.
Apresentação do CD “Língua” (com a colaboração musical de George Haslam, entre outros, e fotografias de Maria Olívia Santos) e leitura, ao vivo, entre nós, já na próxima 5ª.
Quem não aparecer é porque acha o Bud Spencer melhor actor que o Peter Lorre.»
(Miguel Martins dixit)

segunda-feira, 15 de junho de 2015

«Fugas Poéticas» em São João da Madeira

Dia 16 de Junho pelas 21H30, ocorrerá a 13ª "Fuga Poética mensal no Neptúlia Bar em São João da Madeira.

Poesia no bar d'A Barraca

Poesia às Quintas com Miguel Martins
140ª sessão
Bar a Barraca
18 de Junho 22H30
Entrada livre
 

«José Anjos, diseur e poeta, premiado com um Decassílabo de Prata no último Festival Lírico de Condeixa-A-Nova, junta-se, na próxima 5ª, a MM, “O Pequeno Larilas” (como é conhecido em Lanceiros 2), para uma extraordinária leitura, subordinada ao tema “O País dos Filhos da Puta”.
Quem não aparecer é porque esteve envolvido nessa inusitada criação gastronómica que são os Tremoços Belle Hélène.
»
(Miguel Martins dixit)

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Poesia no bar d'A Barraca

Poesia às Quintas com Miguel Martins
139ª sessão
Bar a Barraca
11 de Junho 22H30
Entrada livre

«Miguel de Carvalho, verdadeiro Fred Astaire do alfarrabismo e da edição, acha incandescente do internacionalismo surrealista e poliartista cortante, junta-se, na próxima 5ª, a MM para uma leitura de autores constantes do catálogo da sua Debout Sur L’Oeuf.
Quem não aparecer é porque entende que o Schaeuble não merece a cadeira em que se senta…»

(Miguel Martins dixit)

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Lançamento do fanzine «ser ou nãoser» de May Ayim

Vai ter lugar no dia 4 de Junho, pelas 19H00, na biblioteca do Goethe-Institut em Lisboa, a apresentação do fanzine ser ou nãoser de May Ayim, editado pela Afrofanzine.

A apresentação e as leituras estarão a cargo de Raja Litwinoff e Inês Ramos (da editora) e de Carla Fernandes (co-tradutora).

ser ou nãoser de May Ayim, é um fanzine de poesia bilingue (alemão/português).
Com tradução do alemão por Raja Litwinoff e Carla Fernandes, é a primeira vez que esta poeta é traduzida em Portugal.
Trata-se de uma edição artesanal, com as capas pintadas à mão e aplicação de tecido padrão Kente do Gana.
É uma edição limitada, de 70 exemplares numerados.

O Goethe-Institut fica no Campo dos Mártires da Pátria, 37, em Lisboa.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Poesia no bar d'A Barraca

Poesia às Quintas com Miguel Martins
138ª sessão
Bar a Barraca
4 de Junho 22H30
Entrada livre

«Poeta aclamada de ambos os lados do Atlântico, Matilde Campilho é, para além disso, uma mulher tão bonita que até dá nervos ao 007, que é um tipo difícil de enervar, o que fica provado pela frequência com que hospitaliza cinco ou seis mariolas sem sequer se despentear.
Na próxima 5ª, Matilde juntar-se-á a MM para uma leitura levada da breca.
Quem não aparecer é porque acha que o Paulo Pereira Cristóvão tinha o seu quê de gentleman spy.»

(Miguel Martins dixit)

quinta-feira, 28 de maio de 2015

«Fugas Poéticas» em São João da Madeira


Na terça-feira 2 de Junho pelas 21H30, ocorrerá a 10ª "Fuga Poética mensal na Confeitaria "Colmeia" em São João da Madeira.
Esta sessão celebrará um ano de tertúlias poéticas.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

«Hagiografia do Silêncio» de Isabel Fraga

Vai ter lugar, no dia 30 de Maio, pelas 17H00, na Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada, o lançamento do livro «Hagiografia do Silêncio» de Isabel Fraga (editora Lua de Marfim).
A apresentação estará a cargo de Elia Gonçalves
.

Isabel Fraga nasceu em Lisboa, mas viveu até aos 7 anos de idade num monte alentejano a cinco quilómetros de Moura. Trabalhou durante catorze anos no Centro de Linguística das Universidades de Lisboa, dando inicialmente apoio à biblioteca e mais tarde ao grupo do Português Fundamental orientado pelo professor Lindley Cintra. Foi copywritter em diversas agências de publicidade, entre elas a Publicis Ciesa e a Team-Young & Rubicam. Mais tarde dedicou-se exclusivamente à tradução, trabalhando autores como Erich Fromm, Juan Goytisolo, António Soler, César Vidal, Joanne Harris e J. H. Rowling (os cinco primeiros volumes do Harry Potter).
Obras publicadas:
Face (poesia), 1984;
Seres Sentidos (contos), 2000, traduzido em França;
Apreço de Ocasião (romance), 2001, traduzido em França;
Pátio Interior (poesia), 2002;
Mulheres em Contraluz (romance), 2004;
A Desenhadora de Malvas (romance), 2007, traduzido em França;
A Música das Esperas (poesia), 2013;
E Tudo Será Luz (poesia), 2014;
Hagiografia do Silêncio (poesia), 2015.


A Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada acontece todos os sábados, das 10H00 às 19H00, no Palácio de Laguares: Rua Professor Sousa da Câmara, nº 56, em Lisboa (Campolide, perto das Amoreiras).

terça-feira, 26 de maio de 2015

Poesia no bar d'A Barraca

Poesia às Quintas com Miguel Martins
137ª sessão
Bar a Barraca
28 de Maio 22H30
Entrada livre
 

«Guilherme Mendonça – académico, dramaturgo, encenador, actor, pintor, escultor e poeta (para além de CEO da praça de toiros de Salvaterra de Magos e duplo de Dom DeLuise em várias produções cinematográficas) – ler-nos-á Fernando Pessoa, com a ponderação que o caracteriza desde que, com o auxílio de uma cartomante, deixou de agredir mimos compulsivamente.
Quem não aparecer é porque tem um fetiche com coveiros.»

(Miguel Martins dixit)

segunda-feira, 25 de maio de 2015

«Canto Finissecular» de Nuno Rebocho

Hoje, 25 de Maio, assinalando o Dia de África, será apresentado no Centro InterculturaCidade (Travessa do Convento Jesus, 16-A, Lisboa), pelas 18H00, o livro «Canto Finissecular» de Nuno Rebocho (editora volta d'mar), com a presença do autor.
A apresentação será feita por Fernando Fitas e Mário Galego, com leitura de um texto de Nicolau Saião.
Às 19H00 será exibido o filme «Eugénio Tavares, Coração Crioulo», de Júlio Silvão Tavares e Nuno Rebocho.
A partir das 20H00, haverá um jantar tradicional cabo-verdiano seguido de um Concerto com Carla Correia e Stephan Almeida (música de Cabo Verde).

Nuno Rebocho é jornalista, poeta e escritor de créditos firmados. Foi preso político, sindicalista e activista de várias causas. Nascido em Moçambique, viveu em Portugal a maior parte da sua vida e radicou-se há uns bons pares de anos em Cabo Verde (país que, disse ele um dia, "tem tudo o que um homem precisa para viver e para morrer") , onde colaborou com vários orgãos de comunicação social, e é actualmente responsável pelas áreas de comunicação  e relações internacionais na Câmara Municipal de Ribeira Grande de Santiago.
Amigo e colaborador da associação Etnia e do Centro Intercultturacidade vai para uma década, coordena em Cabo Verde o Circuito Cultural Lusófono hoje gerido conjuntamente a partir de Portugal por essas duas organizações.


A propósito de «Canto Finissecular», escreve Nicolau Saião numa nota especialmente concebida para este encontro: «Como em tempos me escreveu num dos seus proverbiais “bilhetes” o Prof. Agostinho da Silva, “nunca o mundo necessitou tanto de poesia”. Ou seja, de consciência e de independência de espírito, que é nisso que se expande e se concentra o múnus específico do Poeta. Num quotidiano em que as grandezas e as belezas da vida são muitas vezes esvaziadas de préstimo pelo caviloso ou arrogante domínio de ritmos medíocres, há que persistir de coração “vivo e altivo” como dizia Milton em dar aos nossos companheiros de existência o fruto ora do nosso pensamento ora da nossa comoção. Nuno Rebocho, cidadão e poeta de corpo inteiro, à sua maneira muito própria aí está para nobremente o testemunhar.»

«Memórias e Divagações» de João de Deus Rodrigues

Vai ter lugar, no dia 29 de Maio, pelas 18H30, na Livraria Ferin, em Lisboa o lançamento do livro «Memórias e Divagações» de João de Deus Rodrigues (Poética Edições).
A apresentação estará a cargo de Olindo dos Santos Geraldes.

«João de Deus Rodrigues chamou ao seu novo livro de poesia "Memórias e Divagações". O título diz tudo: o poeta, se por um lado recorda, por outro lado observa e discorre.
As duas coisas acabam porém por não ser contraditórias, mas complementares. Quem recorda produz um discurso; quem discorre apoia-se na memória, nem que não seja senão para contrastar os velhos com os novos tempos. E assim, na sua aparente dicotomia, o livro acaba por ser uno.»

António Manuel Pires Cabral (excerto do prefácio)

João de Deus Rodrigues nasceu na freguesia de Morais, concelho de Macedo de Cavaleiros. Começou a escrever prosa e poesia há alguns anos. O que escreve, principalmente poesia, reflecte o seu pensamento, as suas emoções, angústias, medos e esperanças. É sócio da ALTM - Academia de Letras de Trás-os-Montes, da SPA-Sociedade Portuguesa de Autores, da APP- Associação Portuguesa de Poetas, e do CEMD – Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora. Foi-lhe atribuído o Prémio Nacional de Poesia Fernão de Magalhães Gonçalves 2011. Frequenta a UITI – Universidade Internacional para a Terceira Idade, em Lisboa.
 Livros publicados:
- Morais - Contributos para uma monografia (Esgotado)
- Talhas - Memórias duma aldeia medieval transmontana (Esgotado)
- O Clamor dos Campos – Poesia (Esgotado)
- Passagens e Afectos – Poesia
- Histórias Maravilhosas da Terra Quente – Contos
- O Acordar das Emoções – Poesia
- Homenagem ao Rio Sabor – Poesia
- Outras Histórias de Gente d'Além Marão – Contos
 Tem contos e poemas publicados em várias Antologias.