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sábado, 12 de junho de 2010

Santo Asinha e Outros Poemas, de Frederico Lourenço


«Estamos diante de uma escrita de um intransigente rigor. É este mesmo rigor que por vezes parece fazer-se obstáculo à inventividade, como se aqui ou além a escrita precisasse de se soltar, contrariando a tendência para uma certo encerramento sobre si mesma, quando não uma ocasional mas perigosa aproximação de algumas formulações mais reconhecíveis como “poéticas”.»

Recensão de Santo Asinha e Outros Poemas, de Frederico Lourenço (Caminho, 2010), por H. G. Cancela, em contra mundum

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Um Toldo Vermelho, de Joaquim Manuel Magalhães


«Esta é uma poesia da rasura e da cesura, um magnífico mecanismo verbal que torce a linguagem até ao limite e nos agride, mas que não abdica da beleza, antes a procura nas linhas de fractura da própria escrita.»





Recensão de Um Toldo Vermelho, de Joaquim Manuel Magalhães (Relógio d'Água, 2010), por José Mário Silva, em Bibliotecário de Babel

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Mulher ao Mar, de Margarida Vale de Gato


«Se de um ponto de vista formal a convencionalidade surge enfraquecida pela experimentação, do ponto de vista temático há como que dois pilares fundamentais sobre os quais se erguem os poemas deste livro: a chamada condição feminina e uma lírica amorosa sem redes de abstrusa sentimentalidade.»


Recensão de Mulher ao Mar, de Margarida Vale de Gato (Mariposa Azual, 2010), por Henrique Fialho, em Rascunho