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terça-feira, 14 de abril de 2015

«Vizinhança de Olhares» na Figueira da Foz

Depois de Leiria e Porto de Mós, o projecto poético-fotográfico «Vizinhança de Olhares» de Paulo José Costa e Sara Fabião irá agora para o CAE - Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.
A inauguração (com leitura de poemas e apontamentos musicais) terá lugar no dia 18 de Abril, pelas 16H00.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

«Vizinhança de Olhares» poesia de Paulo José Costa e Fotografia de Sara Fabião

Exposição "Vizinhança de Olhares": poesia de Paulo José Costa e fotografia de Sara Fabião.
Inauguração da exposição: dia 7 de Junho (patente até 27 de Junho).
No dia da inauguração será lançado o livro com os poemas e fotos dos autores, editado pela Editora Textiverso de Leiria (tiragem limitada de 250 exemplares) e a apresentação estará a cargo do escritor Paulo Kellerman.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

LISBOA: Exposição na CFP

ORPHELIA RECLINADA por Caseirão
Na Casa Fernando Pessoa a partir de 15 de Setembro de 2011 (inaugura às 18H30)

No presente caso, um amontoado de caixas pode representar uma figura reclinada, um corpo sem órgãos, uma pessoa: Ophélia - ou pelo menos dá-nos a ideia disso. As naturezas-mortas são metáforas, mas não será a metáfora designada como a essência da poesia?

Caseirão nasceu em Lisboa em 1961. Doutorado em Belas-Artes, especialidade de Desenho, pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, Universidade de Lisboa. Colabora com editoras, publicações e periódicos em ilustrações tanto gráficas como fotográficas. Expõe individualmente desde 1986.

A Casa Fernando Pessoa fica na R. Coelho da Rocha, 16, em Lisboa.

segunda-feira, 19 de abril de 2010



Nos ponteiros do tempo

Sento-me no degrau dos ponteiros
à espera que o relógio não corra,
procuro o eco dum sentimento
na pele húmida de saudade.
Sei-te que não aqui,
perdida em verdades disfarçadas.
O vento largou sombras da memória
nas ruínas das mãos estendidas,
abertas pelas cruzadas da razão
escorrendo entre os dedos melados.
Estendo lençóis de horas
sobre marés que são a tua foz.
Puxo as rédeas do tempo,
aquieto a fogosidade da emoção.
Quero-me corrente imóvel
atada a este cais sem corpo
donde oiço o coração metrónomo
emudecer as sílabas do silêncio.



Palavras com objectiva
1 a 14 de Maio
Clube Literário do Porto

Imagens de Sonja Valentina
Textos de Pas[ç]sos