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segunda-feira, 27 de julho de 2009

O serviço público e a poesia


A propósito de um artigo de opinião de José Carlos Vasconcelos publicado no "JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias” no dia 15 de Julho, que se pode ler aqui, sugiro a leitura de uma entrevista a Paulo Rato (do extinto programa “Os Sons Férteis” da Antena 2), aqui e aqui.
E o artigo publicado por Álvaro José Ferreira, aqui.

sábado, 6 de junho de 2009

"Os Livros que estou a ler", com Fernando Ribeiro, na Casa Fernando Pessoa, no passado dia 2 de Junho.
A entrevista conduzida por Inês Pedrosa pode ser ouvida na Antena 1, aqui.

domingo, 19 de abril de 2009

"Os Livros que estou a ler", com Sérgio Godinho, na Casa Fernando Pessoa, no passado dia 13 de Abril, pode ser ouvido na Antena 1, aqui.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Os livros que ele anda a ler




Tal como eu previa, Sérgio Godinho falou também, hoje, na Casa Fernando Pessoa, de poesia.
Até leu um poema de Joana da Gama:



Romance

Onde acharei sofrimento
para vida tão penada?
não me deixa meu tormento
com a dor desesperada;
tem-me feito tanto dano
que me tem a alma chagada;
no meio do coração
tristeza aposentada;
não lhe posso fugir, não,
que comigo vai pegada;
têm-me as potências somadas
que me não servem de nada;
nenhuma cousa de gosto
em mim pode ter entrada;
se alguma hora prazer vejo
faz-me ser mais enojada;
mil gritos dão meus sentidos
quando eu estou calada.

Joana da Gama
(1520?-1586)
Portugal


(poema incluído na antologia "Os dias do Amor")

Será possível ouvir esta conversa entre Inês Pedrosa e Sérgio Godinho, na próxima sexta-feira na Antena 1, a partir das 21 horas.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Leitura mundial de Mahmud Darwich

O Festival Internacional de Literatura de Berlim apelou à leitura mundial de poemas de Mahmud Darwich
no próximo domingo, 5 de Outubro de 2008.
Estas manifestações prestam homenagem, não só à obra do poeta recentemente falecido, mas também à sua luta pela coexistência pacífica entre árabes e israelitas.
O apelo foi lançado a instituições culturais, estações de rádio, escolas, universidades, teatros e outras entidades, à escala mundial.
Assim, estão já previstas, um pouco por todo o mundo, sessões públicas de leitura de poemas de Darwich, em iniciativas organizadas por várias entidades.
Também aqui o leremos, em silêncio.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

O rosto da Voz

Luís Gaspar, a voz da maioria dos poemas audio deste blogue, foi entrevistado mais uma vez pela SIC, numa reportagem sobre as vozes que se ouvem na rádio.
Este programa teve a participação de Joana Azevedo (Rádio Cidade), Luís Gaspar (Estúdio Raposa), Fernando Correia (RCP) e uma recordação de José Ramos.
Um trabalho da jornalista Bárbara Costa e do operador de câmara Odacir Junior.
Para todos quantos se deleitam de cada vez que ouvem um poema dito por Luís Gaspar e não tiveram a oportunidade de ver este programa, eis o rosto da Voz:

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Liberdade






















Fotografia de Sérgio Guimarães



No dia 25 de Abril de 1974 Portugal terminava definitivamente meio século de opressão, medo e atraso.

Houve duas senhas. A primeira, às 22.55h do dia 24 de Abril de 1974, para o início das operações militares a desencadear pelo Movimento das Forças Armadas, foi dada por João Paulo Dinis aos microfones dos Emissores Associados de Lisboa:
«Faltam cinco minutos para as vinte e três horas. Convosco, Paulo de Carvalho com o Eurofestival 74, E Depois do Adeus ...».

E Depois do Adeus*

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós.



A 2ª senha foi dada pela canção “Grândola, Vila Morena”, de José Afonso (composta em homenagem à "Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense", onde José Afonso tinha actuado, no dia 17 de Maio de 1964), gravada por Leite de Vasconcelos e posta no ar por Manuel Tomás, no programa Limite da Rádio Renascença, às 0.20h do dia 25, sendo antecedida pela leitura da sua primeira quadra. Foi o sinal para o arranque das tropas mais afastadas de Lisboa e a confirmação de que a revolução ganhava terreno.

Grândola, Vila Morena**

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade



Depois, fez-se a leitura de poemas da autoria de Carlos Albino, jornalista do República e colaborador naquele programa, que, a pedido de Álvaro Guerra e do comandante Almada Contreiras, tinha ficado incumbido de enviar senhas para sincronizar o golpe do MFA.

Comunicado do MFA do dia 25 de Abril de 1974 às 04:20h

Aqui Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas.
As Forças Armadas Portuguesas apelam para todos os habitantes da cidade de Lisboa no sentido de recolherem a suas casas, nas quais se devem conservar com a máxima calma. Esperamos sinceramente que a gravidade da hora que vivemos não seja tristemente assinalada por qualquer acidente pessoal para o que apelamos para o bom senso dos comandos das forças militarizadas no sentido de serem evitados quaisquer confrontos com as Forças Armadas. Tal confronto, além de desnecessário, só poderá conduzir a sérios prejuízos individuais que enlutariam e criariam divisões entre os portugueses, o que há que evitar a todo o custo.
Não obstante a expressa preocupação de não fazer correr a mínima gota de sangue de qualquer português, apelamos para o espírito cívico e profissional da classe médica, esperando a sua acorrência aos hospitais, a fim de prestar a sua eventual colaboração que se deseja, sinceramente, desnecessária.

Comunicado do MFA do dia 25 de Abril de 1974 às 14:30h

Aqui Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas.
Pretendendo continuar a informar o País sobre o desenrolar dos acontecimentos históricos que se estão processando, o Movimento das Forças Armadas comunica que as operações iniciadas na madrugada de hoje se desenrolam de acordo com as previsões, encontrando-se dominados vários objectivos importantes de entre os quais de citam os seguintes:
- Comando da Legião Portuguesa
- Emissora nacional
- Rádio Clube Português
- Radiotelevisão Portuguesa
- Rádio Marconi
- Banco de Portugal
- Quartel-General da Região Militar de Lisboa
- Quartel-General da Região Militar do Porto
- Instalações do Quartel-Mestre-General
- Ministério do Exército, donde o respectivo Ministro se pôs em fuga
- Aeroporto da Portela
- Aeródromo Base n.º 1
- Manutenção Militar
- Forte de Peniche

S. Ex.ª o Almirante Américo Tomás, S. Ex.ª o Prof. Marcelo Caetano e os membros do Governo encontram-se cercados por forças do Movimento no quartel da Guarda Nacional Republicana, no Carmo, e no Regimento de Lanceiros 2 tendo já sido apresentado um ultimato para a sua rendição.
O Movimento domina a situação em todo o País e recomenda, uma vez mais, a toda a população que se mantenha calma. Renova-se, também, a indicação já difundida para encerramento imediato dos estabelecimentos comerciais, por forma a não ser forçoso decretar o recolher obrigatório.
Viva Portugal!

* Música: José Calvário; Letra: José Niza
** Música e Letra: José Afonso

quarta-feira, 21 de março de 2007

Algumas sugestões para hoje, Dia Mundial da Poesia

BRAGANÇA – Sarau de Poesia
Em Bragança a data é pretexto para a realização do IV Sarau de Poesia, em organização conjunta com a Câmara Municipal e com a colaboração das escolas Abade de Baçal, Ballet de Bragança, Conservatório de Música de Bragança, Emídio Garcia, Miguel Torga, Superior de Educação e Universidade Sénior e alguns poetas convidados que declamam poemas de outros autores e da sua autoria.
Pelas 21.30h, no Centro Cultural Paulo Quintela

CASTRO VERDE – Andante à Volta da Língua
Um espectáculo de teatro sobre a poesia portuguesa. Partindo de textos exclusivamente de autores de língua portuguesa, este espectáculo dá uma leitura diferente a esses textos. Mostra-os na sua forma, no seu conteúdo, na sua sonoridade. Evidenciar a língua portuguesa como língua viva: como os autores contemporâneos foram buscar as suas referências formais e de conteúdo a autores mais antigos e como partindo dessas referências a língua se desenvolveu e continua em transformação. Tenta a Andante mostrar como a reinvenção da língua é um acontecimento quotidiano, não só em Portugal, mas também em outros países onde se fala o português.
Pela Associação Artística Andante, hoje, na Biblioteca Municipal de Castro Verde, às 21H30.

FARO – Recital de Poesia
Para assinalar o Dia Mundial da Poesia, realiza-se na Biblioteca Municipal de Faro, o recital “As Minhas Ofélias: vozes e olhares no feminino”, pelo grupo Experiment’ Arte.
O recital acontece às 21:30 horas e destina-se ao público em geral. Trata-se de uma organização da Câmara Municipal de Faro e da Biblioteca Municipal de Faro.

LAGOS – Tributo a Miguel Torga
“Raízes à Solta”
Na Biblioteca Municipal Dr. Júlio Dantas, às 21H30.
Organização: C. M. Lagos
“Como hei-de saber o que desejo
Se tudo o que tenho não me apetece!”
Miguel Torga e o seu mundo de palavras áridas e insatisfeitas. Miguel e os seus contemporâneos.
O TEL associa-se uma vez mais à Biblioteca Municipal para assinalar a passagem do Dia Mundial da Poesia, este ano com um tributo a Miguel Torga.

LISBOA – Poesia no Frágil
Serão de poesia na discoteca Frágil, que celebra este ano o seu 25.º aniversário, a partir das 23H00.
Graciano Dias lerá poemas de Herberto Helder, Paulo Abelho & João Eleutério farão a música e o concerto da noite está reservado às Danças Ocultas.

LISBOA - Dia Mundial da Poesia na Casa Fernando Pessoa
A partir das 10h00, Feira do Livro de Poesia, com descontos excepcionais. No jardim, até à 00h00.
A partir das 18h30 até às 21h00, música no auditório e jardim com o Wishful Thinking (jazz).
Às 21h30, poetas lêem poetas. Com Maria do Rosário Pedreira, Pedro Mexia, José Luís Tavares, Pedro Sena-Lino, Eduardo Pitta, Fernando Pinto do Amaral e Ana Marques Gastão.
Depois, Um Redondo Vocábulo por João Afonso e João Lucas – música e poesia de José Afonso.
Pela noite fora, há música, poesia, todos os pisos da Casa Fernando Pessoa estão abertos ao público (incluindo a Biblioteca), há uma exposição de fotografia de Jordi Burch e haverá uma ceia tardia.
Rua Coelho da Rocha, 16 - Campo de Ourique

LISBOA – Poesia na Hemeroteca Municipal
Declamações de Poemas e Canto
R. de S. Pedro de Alcântara, 3,
1250-237 Lisboa

LOULÉ – Comemorações do Dia Mundial da Poesia
Pelas 21:30 horas, na Biblioteca Municipal de Loulé, um recital de poesia por Afonso Dias com o tema “Poetas da Lusofonia – A língua Portuguesa, viajante das sete partidas”.
Afonso Dias recitará 50 poemas de 50 poetas, de oito países que falam português: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor. Não vão faltar nomes como os de Agostinho Neto, Vinicius de Moraes, Corsino Fortes, Vasco Cabral, José Craveirinha, Camões, Olinda Beja, Xanana Gusmão entre outros.
Afonso Dias é músico, autor de canções e actor. Tem colaborado nos últimos anos com a ACTA – Companhia de Teatro do Algarve. Encontra-se a gravar a colecção de poesia em CD, Selecta, que prevê a edição de 23 volumes referentes aos poetas mais representativos da lusofonia.
Estará ainda patente, de 19 a 31 de Março, uma mostra bibliográfica de Poesia Lusófona, que pretende dar a conhecer a bibliografia existente na Biblioteca acerca dos oito países lusófonos.

MATOSINHOS– Concerto pelos Wordsong
Os Wordsong vão celebrar o dia mundial da poesia com um concerto em Matosinhos.
O concerto decorre na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos, tem início pelas 21h30 e a entrada é livre.

ODIVELAS - Recital de Poesia
“PASSOS POÉTICOS” - Espaço Poético 07
Na Biblioteca Municipal D. Dinis – Centro Cultural Malaposta, às 21h30.
No Café Teatro
Entrada Livre

PORTIMÃO – Recitais de Poesia
15h00: Recital de Poesia com Sandro Junqueira e Luís Conceição
Local: Zona Ribeirinha de Portimão
21h30: Recital de Poesia “ …entre nós e as palavras…” por Sandro Junqueira e Luís Conceição
Local: Salão Nobre da Câmara Municipal
Durante todo o dia haverá poesia itinerante declamada por jovens.

PORTO - “Poesia de boca em boca”
10H30, 15H00 e 19H00
Apresentação de um vídeo no âmbito da comemoração do dia mundial da poesia.
Este projecto junta os participantes de «A Nossa Casa é um Teatro» a alguns artistas e não artistas. Juntos constroem um diálogo assente na leitura de poemas. Momentos de troca, onde a poesia anda de boca em boca e quer continuar…
No Teatro do Campo Alegre
Rua das Estrelas - 4150-762 Porto

SANTARÉM – Espectáculos de Poesia
“O Humor na Poesia Portuguesa” pelo grupo “A Phala” e “A Poesia que o corpo tem...” são dois espectáculos que vão estar em cena, hoje, no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém.
10h00: Sala de espectáculos – “O Humor na Poesia Portuguesa” pelo Grupo A Phala – integrado no projecto "A Escola vai ao Teatro"
21h30: Bar do Teatro – “A Poesia que o corpo tem...” – Poetas do humor (e doutros) ditos por Scalabitanos - integrado no projecto Tertuli'Arte.
Todos vão poder participar e recitar um poema, ou simplesmente falar de poesia, serão também disponibilizados livros de poesia.

SANTO TIRSO - “A Poesia está na rua”
Este ano, o tema de «A Poesia está na Rua» é «A Fé na Poesia», sendo o homenageado José Tolentino de Mendonça, teólogo, poeta, dramaturgo, ensaísta e padre.
A quarta edição de «A Poesia está na Rua» culmina hoje, dia 21, com as já tradicionais «24 horas de poesia», este ano marcadas pelo «Roteiro dos Conventos».
Nesta iniciativa, os mosteiros abrirão as suas portas para acolher todos os interessados em ouvir, através da poesia ou de outras formas de expressão escrita, o testemunho público da experiência vivida pelos poetas no silêncio conventual.
«A Poesia está na Rua» é promovida anualmente pela Câmara de Santo Tirso com o objectivo de «dar expressão festiva à poesia, trazendo-a para o espaço público - a rua, os cafés, jardins, bares, discotecas, escolas, farmácias e outras lojas de comércio».
O programa de «A poesia está na rua» compreende recitais de poesia e música em locais públicos, lançamentos de livros, encontros e debates.

S. DOMINGOS DE RANA – Recital de Poesia
Sessão dedicada à poesia de Eugénio de Andrade, no âmbito de um ciclo que tem vindo a animar a biblioteca de S. Domingos de Rana desde Setembro de 2005. Pelas 22h00.
"Eu, génio das mãos e dos frutos"
Grupo dinamizador: Jorge Castro, Lídia Castro, Rui Farinha e Cristina Vieira

S. JOÃO DA MADEIRA - “Poesia à Mesa”
A Câmara Municipal de S. João da Madeira assinala o Dia Mundial da Poesia com a campanha «Poesia à Mesa».
Nos cafés da zona pedonal da cidade serve-se o «Chá das Cinco», com declamações baseadas no livro de Ana Hatherly; na Praça Luís Ribeiro os livros de poesia estarão disponíveis para consulta e venda porque «A biblioteca vai à Praça»; nos cafés e quiosques das zonas industriais do concelho, quem aprecia surpresas encontrará potes de rifas em que umas guardam poemas e outras oferecem livros; e pelo centro da cidade haverá um estendal de corda, a secar papel com versos já consagrados e também folhas brancas para os transeuntes escreverem os poemas de sua autoria.
Durante o dia, os estudantes de S. João da Madeira vão afixar poemas nas árvores da cidade; às 21.15 inaugura-se na biblioteca a exposição «Orfeu e Eurídice», com desenhos de Graça Morais inspirados em poemas de Sophia de Mello Breyner; e às 21.45 convidados ainda por definir revelam nos Paços da Cultura os textos que seleccionaram para a colecção «Poemas da minha vida», distribuída com o jornal Público.

VALE DE CAMBRA - "A Música também se diz"
A Câmara Municipal de Vale de Cambra celebra o Dia Mundial da Poesia, com "A Música também se diz", uma tertúlia poética pelos alunos da Escola Secundária de Vale de Cambra e da Academia de Vale de Cambra.
"A Música Também se Diz" decorrerá, a partir das 20h30m, na Biblioteca Municipal de Vale de Cambra e é aberta a toda a comunidade.

RÁDIO:
- “Os Meus Livros” na Miróbriga, às 11H25 e às 17H45.
- “Biblioteca Virtual” na Rádio Europa, às 11H30 e 15H15.
- “Pessoal e Transmissível” na TSF, às 19H15.
- “Um Certo Olhar” na Antena 2. Entre as 12H00 e as 13H00.
- “Última Edição” na Antena 2, às 20H00.
- “À Volta dos Livros” na Antena 1,às 16H40.
- "Palavras de Ouro" no audioblogue Estúdio Raposa.

TELEVISÃO:
- “Páginas Soltas” na SIC Notícias, às 15H00.