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terça-feira, 10 de setembro de 2013

«Ar de Arestas» de Iacyr Anderson Freitas e Ozias Filho


Vai ser lançado, no próximo dia 12 de Setembro, no Museu de Arte Murilo Mendes, em Juiz de Fora (no Brasil), pelas 20H00 locais, o novo livro de poesia de Iacyr Anderson Freitas «Ar de Arestas», com fotografias de Ozias Filho.
Na mesma altura inaugurará a exposição fotográfica de Ozias Filho, que coloca em destaque treze imagens selecionadas da obra em questão.

Ozias Filho (fotógrafo e poeta) nascido no Rio de Janeiro em 1962, reside em Portugal há mais de duas décadas, onde construiu a sua carreira de escritor, editor e fotógrafo. É formado em Jornalismo pela Faculdade Hélio Alonso e em Fotografia pela Pontifícia Universidade Católica, ambas no Rio de Janeiro, além de ser pós-graduado em Edição e Novos Suportes Digitais, pela Universidade Católica Portuguesa. Como poeta, publicou os livros Poemas do dilúvio (2002), Páginas despidas (2005) e O relógio avariado de Deus (2011). As suas fotografias já foram publicadas em diversas revistas e livros, no Brasil, na Alemanha e em Portugal.
 

Iacyr Anderson Freitas nasceu em Patrocínio do Muriaé (MG) em 1963. Poeta, contista e ensaísta, com diversos prémios literários, já publicou a sua obra em livros e periódicos da Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Malta, Suíça, Peru e Portugal. A soleira e o século (2002), Trinca dos traídos (2003) e Viavária (2010), bem como Terra além mar (antologia poética editada em Portugal em 2005), são alguns dos seus títulos mais recentes.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Recital dedicado a Melo e Castro


Menu de Poesia dedicado ao poeta E. M. de Melo e Castro, no Centro Cultural São Paulo (Brasil). 
Dia 17/05, sexta-feira, às 20h30.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Novo livro de Manuel Almeida e Sousa "Eu, tu e o comboio", a sair brevemente no Brasil, pela Escrituras Editora (São Paulo), na (Colecção Ponte Velha).
[Criadores da Colecção Ponte Velha: António Osório (Portugal) e Carlos Nejar (Brasil)]

Um livro que é um misto de teatro, performance poética, poesia visual... 



(Excerto):

o
momento
meu corpo pesa
com a violência dos
raios que ofuscam a vista
os olhos encontrados no caminho
estendem-se para lá do derradeiro suspiro
desmedido é o prazer no aconchegante sepulcro
não me é permitido já lembrar de mais nada
os sonhos deixei-os à cabeceira da cama
onde anunciam aos gritos o novo dia
também eles badalam como fardos
ressoam mui confortavelmente
todos os dias antes de deitar
levo a taça aos lábios
só depois me dispo
é
bebo
te
exatamente
assim
enquanto penso e repenso

sexta-feira, 23 de março de 2012

Oficina na Casa das Rosas

Oficina de criação poética
Com Eunice Arruda.
Terças-feiras, 3, 10, 17, 24 de Abril, 8, 15, 22 e 29 de Maio, 19H30.

Esta oficina apoia-se na importância do estímulo para a criação de textos. Apresenta alguns elementos teóricos e, ainda, o haikai como exercício de concisão.

Casa das Rosas
Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Av. Paulista, 37
E-mail: contato@casadasrosas.org.br.
Blog: http://casadasrosas-sp.blogspot.com

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

sábado, 22 de outubro de 2011

SÃO PAULO: Quinta Poética na Casa das Rosas

QUINTA POÉTICA – ESPECIAL BAHIA - 42a edição
27 de outubro •19H00
na Casa das Rosas (evento gratuito)

Poetas convidados: Bernardo Almeida, Daniel Farias, Priscila Fernandes, Jacson Matos, João de Moraes Filho, Mariana Paiva, Rádi Oliveira.
Participação especial de SIDARTA, grupo musical.

Curadoria: José Geraldo Neres

Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos
Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Correio electrónico acabadinho de chegar do Brasil:

From: Ernesto de Melo e Castro
To: Porosidade Etérea

Re: Dia Mundial da Poesia - 21 de Março

Querida Inês Ramos

Como vais tu? Eu só agora te envio um poema que já deveria ter ido... mas tenho viajado um pouco neste imenso Brasil... sempre com a poesia!
O poema vai em anexo.
Beijos amigos do Ernesto

.....................

HAN SHAN DO SÉCULO XXI

No dia mundial da poesia vou ler um poema no alto da Serra da Mantiqueira para uma ilustre assembleia de árvores remanescentes da Floresta Atlântica, na divisa entre os estados de São Paulo e Minas Gerais, Brasil.
Tendo comunicado esta minha disposição à minha amiga Inês Ramos que estava em Cabo Verde, ela respondeu-me que eu seria o Han Shan do século XXI...

Concordando (por ter nascido na Serra da Estrela em Portugal ) enviei o seguinte poema:


Numa fria montanha nasci
mais do que uma vez...

Olhei para os meus pés
e não os vi.

Teriam ido passear
à procura do ar (pensei)
não os senti...

Se doíam ou não
os meus pés perdi-os
na neve sem deixarem rastro
nem no ar um cheiro característico.

E o meu corpo foi-se perdendo aos poucos
longe fragmentos dos penedos voadores
de que nasci.

*

As árvores centenárias altíssimas
que ouviram o poema que lhes li
nada disseram em sílabas e palavras
só silvaram um som sibilino
que eu apenas ouvi não entendi.

Certamente foi um vento maléfico
que me respondeu irónico
mas eu permaneci ereto
nem sequer alterando o ritmo cardíaco.

Então senti o mesmo frio
de quando há muito nasci
mas era outra a situação
outra a montanha alta
onde ainda não morri.


*

Passo a passo desci a montanha
sem nada ver pelo caminho.

O poema que li logo o esqueci
e a cidade ensurdeceu-me
o que não vi...


....................................................................
SP 21/03/2011
E.M. de Melo e Castro

sábado, 16 de abril de 2011

E.M. de Melo e Castro lança novo livro no Brasil

Hoje, 16 de Abril, a Annablume Editora e Livraria Martins Fontes Paulista lançam o novo livro de E. M. de Melo e Castro
"O paganismo em Fernando Pessoa e sua projeção no mundo contemporâneo (ensaio bibliográfico e hermenêutico)"
.

Livraria Martins Fontes:
Piso Superior
Av. Paulista, nº. 509 - São Paulo - SP


«SOBRE ESTE ENSAIO (PALAVRAS DESNECESSÁRIAS)
Tenho quase oitenta anos. Idade suficiente para provavelmente, tudo o que é importante já ter sido feito, incluindo a escrita que iniciada com cerca de 16 anos, nunca ininterruptamente deixei de fazer, como complemento inseparável da leitura. Uma paixão só.
Este livro que contém um ensaio e alguns textos que lhe são anexos, seria desnecessário, se não pensasse que ele é, porventura, o meu melhor ensaio e o seu tema uma inusitada releitura de um autor que nunca me abandonou, sem no entanto me influenciar na criação da poesia.Os meus mestres são Camões e os poetas barrocos portugueses. Mas Fernando Pessoa, ele, andou sempre comigo na totalidade da sua obra em vários tipos de verso e em prosa. Sim, da prosa de teoria, porque é na prosa que se encontram os fundamentos da sua obra poética. Quem me chamou a atenção para isso foi Ángel Crespo, quando realizava uma originalíssima compilação de textos em prosa de Pessoa, por ele traduzidos para castelhano, sobre a noção de paganismo, fundamentando a invenção dos heterônimos e respectivas obras poéticas. O que permite, criticamente, dispensar como supérfluas e superficiais, as já usuais tentativas de explicação psicológica, psicanalítica, etc., etc., inclusive as dadas, por certo ironicamente, pelo próprio Fernando Pessoa aos seus contemporâneos. Só anos mais tarde, já depois da morte de Ángel Crespo, compreendi a necessidade de estudar os muitos textos de Pessoa sobre paganismo e neo-paganismo, escritos entre 1915 e 1918, quase todos já publicados, até em edições críticas, mas que praticamente ninguém ainda estudou seriamente, quanto ao conteúdo teórico e poético, mas também sociológico e cultural, como eu penso que merecem. Foi desse trabalho que ninguém me encomendou, além de mim próprio, que resultou, após alguns anos de estudo, o ensaio que agora entrego à leitura de quem o desejar ler...»
E.M. de Melo e Castro

São Paulo 2011-02-06


...............

Ernesto, aquele abraço!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Poesia satírica em S. Paulo

Stand Up: "Poesia, a comédia!" de Ulisses Tavares
17 de Março às 20H30
Rua Laurindo Rabelo, 84 - Jd. da Glória (Vila Mariana)

terça-feira, 8 de março de 2011

1º Congresso Internacional de Poetas del Mundo

O 1º Congresso Internacional de Poetas del Mundo vai realizar-se de 10 a 13 de Março de 2011, em Blumenau (Brasil).
Sob o tema "A Poesia como Instrumento de Paz" haverá conferências, debates, oficinas, saraus, exposições, performances, leituras, autógrafos e acções coletivas.
Haverá também recitais de poesia, mesas de autógrafos colectivos, instalações poéticas e acções conjuntas com vários poetas de diversos estados e países.
Será também lançada a coletânea “À Paz!” com poemas dos autores participantes do congresso.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Curso de E.M. de Melo e Castro na Casa das Rosas

DO EXPERIMENTAL POÉTICO À AGORIDADE (SÉCULOS XX E XXI)
Com E. M. de Melo e Castro.
Quintas-feiras, 10, 17, 24 e 31 de março, 7 e 14 de abril, 19h30.
Este curso busca discernir os princípios e as bases de práticas poéticas dos anos 1950 e 1960, conhecidas como “experimentais”, e de práticas poéticas da “agoridade”.
Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura:
Av. Paulista, 37 - Bela Vista
São Paulo - Brasil

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Poesia Sonora na Casa das Rosas

Apresentação, pelo poeta Márcio-André, de um espetáculo poético multimédia na Casa das Rosas (Brasil - S. Paulo).

sábado, 8 de janeiro de 2011

Maria do Sameiro Barroso publicada no Brasil

Foi recentemente editado no Brasil, pela Escrituras Editora (São Paulo), o livro "Poemas da noite incompleta" de Maria do Sameiro Barroso, numa colecção criada por António Osório e Carlos Nejar.
O livro tem ilustrações de António Hélio Cabral e o prólogo é de Floriano Martins.






Tacteando ilusões

O crânio incendeia-se nas intumescências da noite.
É tarde, eu sei,
mas ainda há tempo para escrever a língua
cega dos pensamentos que galopam.
Sobre espectros de água, abrem-se
os esfincteres negros
às visões arrebatadas no miolo das têmporas.

Em que pensas, neste momento, em que tacteias
as veias sedentas e os barcos se alinham,
como sentimentos parados no cais?

No fulgor da vigília, o crânio incendeia-se,
apaga-se, o avesso dos muros ecoa,
no silêncio dos poros sombreados
onde bebes a sede da imensidão.

Com vestes de ouro, herdando enigmas,
acumulados no céu, oscilas,
entre as hidras nocturnas,
que plantas entre o mel, as liras
e os moinhos de seda,
onde jaz, exausta, a concreção atordoada

dos mortos animais.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Fernando Pessoa em exposição no Brasil


Foi inaugurada hoje, no Museu da Língua Portuguesa em São Paulo (Brasil) uma exposição intitulada Fernando Pessoa, plural como o universo. Trata-se de «uma homenagem aos brasileiros, que estão entre os primeiros que apreciaram Fernando Pessoa», afirmou Richard Zenith, que há largos anos estuda e traduz para inglês a obra do Poeta e que, juntamente com o catedrático Carlos Felipe Moisés, assume a curadoria da exposição.
Trata-se de uma mostra interactiva onde poderão ser vistos poemas impressos e projectados, fac-símiles de documentos, imagens de Pessoa e quadros de pintores portugueses. O visitante poderá também visualizar um vídeo feito pelo documentarista Carlos Nader, com argumento do Poeta brasileiro Antônio Cícero.
A exposição, a propósito da qual foi criado um site, estará patente até 30 de Janeiro de 2011 e será transferida para o Rio de Janeiro em Março.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

domingo, 30 de maio de 2010

Jaime Rocha e José Mário Silva editados em França e no Brasil

A poesia de Do Extermínio e os contos de Efeito Borboleta e Outras Histórias contribuem para a internacionalização da literatura portuguesa. O primeiro foi seleccionado para edição bilingue no Voix Vives de Méditerranée en Méditerranée.

(ler mais no Rascunho)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Quinta Poética na Casa das Rosas

No dia 27 de Maio vai ter lugar na Casa das Rosas, em S. Paulo (Brasil)
mais uma edição mensal de Quinta Poetica,
pelas 19H00 (hora local), com as poetas Eunice Arruda,
Graça Fontelles, Helena Borges e Karin Massaro,
com participação especial de Sandra Miyazawa e Tiganá.
Organização: Escrituras Editora
e Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos.