terça-feira, 29 de outubro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Poesia no bar d'A Barraca
Poesia às QUINTAS (54ª sessão)
Com Miguel Martins e Inês Ramos
Bar a Barraca (Largo de Santos - Lisboa)
24 de Outubro às 22H30
Entrada Livre
Leitura de poemas do livro «Os Dias do Amor» (recolha, selecção e organização de Inês Ramos).
Serão lidos poemas de Petrarca, Bernardim Ribeiro, Olivier de Magny, Shakespeare, Francisco Rodrigues Lobo, Henrique Lopes de Mendonça, Eugénio Tavares, António Nobre, Camilo Pessanha, Álvaro de Campos, António Ramos Rosa, E. M. de Melo e Castro e Alice Vieira.
Aberto à participação do público para leitura de outros poemas da antologia.
Não faltem!
«Em Janeiro de 2009, a editora Ministério dos Livros dava à estampa “Os dias do amor: um poema para cada dia do ano”, volumoso volume, de quase 500 páginas, organizado por Inês Ramos, um dos poucos cidadãos nacionais a dominarem com presteza assim o malgaxe como o lapão e a terem reproduzido toda a obra pictórica de Santa-Rita Pintor em renda de bilros.
Ora – rejubilem! –, na próxima 5ª, dia de Santo António Maria Claret (um excelente dia para beber clarete), Inês juntar-se-á a MM na leitura de alguns dos poemas incluídos nessa antologia. Petrarca, Bernardim Ribeiro, Olivier de Magny, Shakespeare, Francisco Rodrigues Lobo, Henrique Lopes de Mendonça, Eugénio Tavares, António Nobre, Camilo Pessanha, Álvaro de Campos, António Ramos Rosa, E. M. de Melo e Castro e Alice Vieira serão alguns dos poetas lidos.
Os fundos (???) angariados com este evento destinam-se, contudo, à criação de um lobby junto da Câmara Municipal, tendo em vista a consagração de Os Malucos do Riso na toponímia olissiponense.
Quem não aparecer é porque acha que a Santíssima Trindade é constituída por Aníbal, Pedro e Paulo.»
(Miguel Martins dixit)
Com Miguel Martins e Inês Ramos
Bar a Barraca (Largo de Santos - Lisboa)
24 de Outubro às 22H30
Entrada Livre
Leitura de poemas do livro «Os Dias do Amor» (recolha, selecção e organização de Inês Ramos).
Serão lidos poemas de Petrarca, Bernardim Ribeiro, Olivier de Magny, Shakespeare, Francisco Rodrigues Lobo, Henrique Lopes de Mendonça, Eugénio Tavares, António Nobre, Camilo Pessanha, Álvaro de Campos, António Ramos Rosa, E. M. de Melo e Castro e Alice Vieira.
Aberto à participação do público para leitura de outros poemas da antologia.
Não faltem!
«Em Janeiro de 2009, a editora Ministério dos Livros dava à estampa “Os dias do amor: um poema para cada dia do ano”, volumoso volume, de quase 500 páginas, organizado por Inês Ramos, um dos poucos cidadãos nacionais a dominarem com presteza assim o malgaxe como o lapão e a terem reproduzido toda a obra pictórica de Santa-Rita Pintor em renda de bilros.
Ora – rejubilem! –, na próxima 5ª, dia de Santo António Maria Claret (um excelente dia para beber clarete), Inês juntar-se-á a MM na leitura de alguns dos poemas incluídos nessa antologia. Petrarca, Bernardim Ribeiro, Olivier de Magny, Shakespeare, Francisco Rodrigues Lobo, Henrique Lopes de Mendonça, Eugénio Tavares, António Nobre, Camilo Pessanha, Álvaro de Campos, António Ramos Rosa, E. M. de Melo e Castro e Alice Vieira serão alguns dos poetas lidos.
Os fundos (???) angariados com este evento destinam-se, contudo, à criação de um lobby junto da Câmara Municipal, tendo em vista a consagração de Os Malucos do Riso na toponímia olissiponense.
Quem não aparecer é porque acha que a Santíssima Trindade é constituída por Aníbal, Pedro e Paulo.»
(Miguel Martins dixit)
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
«O Lugar que Muda o Lugar» de José Manuel teixeira Silva
O LUGAR QUE MUDA O LUGAR, livro de poesia de José Manuel Teixeira Silva que acaba de ser publicado pelas Edições Língua Morta, será lançado no próximo dia 19 de Outubro, pelas 15H00, no Solar dos Condes de Resende, em Canelas, Vila Nova de Gaia.
A apresentação, que contará com a presença do editor, Diogo Vaz Pinto, estará a cargo de Pedro Eiras, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
A apresentação, que contará com a presença do editor, Diogo Vaz Pinto, estará a cargo de Pedro Eiras, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Prémio de Poesia Sophia de Mello Breyner Andresen para Gonçalo Salvado
A União Brasileira de Escritores acaba de atribuir o Prémio de Poesia Sophia de Mello Breyner Andresen ao poeta português Gonçalo Salvado pelo conjunto da sua obra: Quando, A Mar Arte, Coimbra, 1996; Embriaguez, Sirgo, Castelo Branco, 2001; Iridescências, Sirgo, Castelo Branco, 2002; Duplo Esplendor, Afrontamento, Porto, 2008; Entre a Vinha, Portugália Editora, Lisboa, 2010; Corpo Todo, Labirinto, Fafe, 2010; Ardentia, Editorial Tágide, Lisboa, 2011 e Seminal, Lua de Marfim, Póvoa de Santa Iria, 2012.
O prémio será entregue no dia 25 de Outubro, às 15H00 em sessão solene, na Academia Brasileira de Letras no Rio de Janeiro.
Como antologiador foi autor, em 1999, da transcriação Camões Amor Somente, Caja Duero, Salamanca/Lisboa e co-autor com Maria João Fernandes de Cerejas - Poemas de Amor de Autores Portugueses Contemporâneos, Editorial Tágide, Lisboa, 2004, e de Tarde Azul - Poemas de Amor de Saúl Dias, Desenhos de Julio, Bonecos Rebeldes, Lisboa, 2008.
Prepara a edição também em co-autoria com MJF, da obra: A Chama Eterna, O Cântico dos Cânticos na Poesia de Amor e na Cultura de Língua Portuguesa, com prefácio de Agustina Bessa-Luís.
Acerca da sua poesia pronunciaram-se autores e críticos como Perfecto E. Quadrado: “Gonçalo Salvado é daqueles poetas a quem foi dado o dom de recriar o mundo e a luz e os nomes e as formas e as cores e os perfis do amor mais transparente e puro.” Carlos Nejar: “Extraordinário poeta do amor, onde a música se alia ao fascínio das imagens, com a capacidade de sugerir, mais do que dizer, tocar a carnação do verso sem ferir a árvore”. Maria Augusta Silva: “Um poeta fascinante no cântico do amor e do corpo da mulher amada” e António Ramos Rosa: “ Poeta lírico e erótico de m lirismo muito claro e muito perfeito, de uma claridade e unidade estilística extraordinárias.”
O prémio será entregue no dia 25 de Outubro, às 15H00 em sessão solene, na Academia Brasileira de Letras no Rio de Janeiro.
Como antologiador foi autor, em 1999, da transcriação Camões Amor Somente, Caja Duero, Salamanca/Lisboa e co-autor com Maria João Fernandes de Cerejas - Poemas de Amor de Autores Portugueses Contemporâneos, Editorial Tágide, Lisboa, 2004, e de Tarde Azul - Poemas de Amor de Saúl Dias, Desenhos de Julio, Bonecos Rebeldes, Lisboa, 2008.
Prepara a edição também em co-autoria com MJF, da obra: A Chama Eterna, O Cântico dos Cânticos na Poesia de Amor e na Cultura de Língua Portuguesa, com prefácio de Agustina Bessa-Luís.
Acerca da sua poesia pronunciaram-se autores e críticos como Perfecto E. Quadrado: “Gonçalo Salvado é daqueles poetas a quem foi dado o dom de recriar o mundo e a luz e os nomes e as formas e as cores e os perfis do amor mais transparente e puro.” Carlos Nejar: “Extraordinário poeta do amor, onde a música se alia ao fascínio das imagens, com a capacidade de sugerir, mais do que dizer, tocar a carnação do verso sem ferir a árvore”. Maria Augusta Silva: “Um poeta fascinante no cântico do amor e do corpo da mulher amada” e António Ramos Rosa: “ Poeta lírico e erótico de m lirismo muito claro e muito perfeito, de uma claridade e unidade estilística extraordinárias.”
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Noites com Poemas em Carcavelos
Será, desta vez, no edifício da Junta de Freguesia de Carcavelos, a título excepcional, a próxima sessão das Noites com Poemas.
No próximo dia 18 de Outubro (sexta-feira), a partir das 21 horas, a sessão – que se integra nas comemorações da Freguesia – constará da apresentação do livro de poemas de Jorge Castro intitulado Outros Poemas de Menagem, com edição da Apenas Livros.
Sequência do seu anterior livro de poemas – Poemas de Menagem – de 2008.
Participarão Ana Paula Guimarães, o grupo de jograis Oeiras Verde e o trio de gipsy jazz, La Farse Manouche.
No próximo dia 18 de Outubro (sexta-feira), a partir das 21 horas, a sessão – que se integra nas comemorações da Freguesia – constará da apresentação do livro de poemas de Jorge Castro intitulado Outros Poemas de Menagem, com edição da Apenas Livros.
Sequência do seu anterior livro de poemas – Poemas de Menagem – de 2008.
Participarão Ana Paula Guimarães, o grupo de jograis Oeiras Verde e o trio de gipsy jazz, La Farse Manouche.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Poesia no Bar A Barraca
Poesia às QUINTAS – com Miguel Martins – 53ª sessão – Bar a Barraca – 17 de Outubro – 22.30h – entrada livre
António Miranda, poeta beat, guitarrista de blues e o verdadeiro responsável por reerguer o Tolan, o Costa Concordia e a Torre de Pisa, regressa ao nosso convívio, acompanhado por Miguel Martins e pelo agrupamento musical Sec’Adegas, para uma noite de convívio, são mas levado da breca, que promete ficar nos anais da história, ao lado do 4 de Julho, do 5 de Outubro e do 30 de Fevereiro.
As receitas (quais???) angariadas com este evento reverterão a favor da luta contra o dengue e o paludismo na Freguesia da Lapa (Lisboa) e contra o capitalismo selvagem ao nível dos livreiros-alfarrabistas na Freguesia da Lapa (Rio de Janeiro). Quem não aparecer é porque aviou um saco de pipocas e dois Capri Sonnes durante cada filme de um ciclo de Dreyer que houve na Cinemateca.
P.S.: na foto, António e o seu irmão Tomás, homem que aborda um fliscorne como se de um pára-choques se tratasse, isto é, à martelada, numa certa noite em que foram dar uma masterclass a um chavalinho cámone que anda para aí a dar umas gaitadas.
(Miguel Martins dixit)
António Miranda, poeta beat, guitarrista de blues e o verdadeiro responsável por reerguer o Tolan, o Costa Concordia e a Torre de Pisa, regressa ao nosso convívio, acompanhado por Miguel Martins e pelo agrupamento musical Sec’Adegas, para uma noite de convívio, são mas levado da breca, que promete ficar nos anais da história, ao lado do 4 de Julho, do 5 de Outubro e do 30 de Fevereiro.
As receitas (quais???) angariadas com este evento reverterão a favor da luta contra o dengue e o paludismo na Freguesia da Lapa (Lisboa) e contra o capitalismo selvagem ao nível dos livreiros-alfarrabistas na Freguesia da Lapa (Rio de Janeiro). Quem não aparecer é porque aviou um saco de pipocas e dois Capri Sonnes durante cada filme de um ciclo de Dreyer que houve na Cinemateca.
P.S.: na foto, António e o seu irmão Tomás, homem que aborda um fliscorne como se de um pára-choques se tratasse, isto é, à martelada, numa certa noite em que foram dar uma masterclass a um chavalinho cámone que anda para aí a dar umas gaitadas.
(Miguel Martins dixit)
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Vadiação poética #11
Programa inteiramente dedicado à poesia de António Ramos Rosa e à música de Bernardo Sassetti.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
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