Poesia às QUINTAS
com Miguel Martins
34ª sessão
Bar a Barraca
6 de Junho, 22H30
Entrada livre
Por ordem alfabética: Alexandre O’Neill, Ana Hatherly, António Barahona, António Maria Lisboa, António Porto-Além, Ary dos Santos, Manuel de Castro, Mário Cesariny, Natália Correia, Pedro Oom – poetas portugueses que, entre muitos outros, praticaram, com maior ou menor assiduidade, o surrealismo e que serão lidos, na próxima 5ª, por Miguel Martins (uma espécie de Charles Manson da poesia) e Sandra Filipe (mulher que, devido a uma invulgaríssima impudicícia hidrófila, parece, segundo o falecido Inspector Varatojo, ter estado por detrás dos crimes de Diogo Alves – “Ou os empurras do aqueduto lá para baixo ou não há nada para ninguém!”).
Prevê-se, também, uma participação do Peixoto em pelota… (é ver para crer!).
Quem não aparecer é porque junta a sagacidade de um Petit ao enciclopedismo de um Fábio Coentrão.
Essa é que é essa!
(Miguel Martins dixit)
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Novo livro de Ricardo Gil Soeiro
Sábado, dia 8 de Junho, terá lugar na Livraria Pó dos Livros, pelas 16H30, o lançamento do livro «Bartlebys Reunidos» de Ricardo Gil Soeiro (Deriva editores, 2013).
Apresentação por Maria João Cantinho e leituras de poemas por Gisela Ramos Rosa.
«Postais da Costa Sul» de Pedro Jubilot
Lançamento do livro «Postais da Costa Sul» (poemas de Pedro Jubilot e fotos de Jorge Jubilot), dia 8 de Junho (sábado), pelas 18H00, na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira.
A obra será apresentada por Vítor Cardeira.
Luísa Teixeira e Manuel Santos lerão alguns textos do livro. Simultaneamente decorre a exposição de fotografias incluídas no livro.
A obra será apresentada por Vítor Cardeira.
Luísa Teixeira e Manuel Santos lerão alguns textos do livro. Simultaneamente decorre a exposição de fotografias incluídas no livro.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Letícia Luna e Ivonne Sánchez Barea na Casa da América Latina
Num encontro com autores e as suas obras, as poetisas Leticia Luna (México) e Ivonne Sánchez Barea (Colômbia) partilham com o público o seu universo literário, acompanhadas por Lauren Mendinueta (Colômbia).
Uma conversa entre três mulheres latino-americanas que fazem da escrita o seu ofício.
Letícia Luna é bolseira do Programa Residencias Artísticas Libre Gestión 2013.
31 de Maio | 19h00 | Casa da América latina | Entrada livre.
Uma conversa entre três mulheres latino-americanas que fazem da escrita o seu ofício.
Letícia Luna é bolseira do Programa Residencias Artísticas Libre Gestión 2013.
31 de Maio | 19h00 | Casa da América latina | Entrada livre.
Um livro de poesia a cada dia...
nem sabe o bem que lhe fazia
Muchas veces me sucede olvidar quien soy
Luís Ene
Edição bilingue (português/espanhol)
Tradução para o espanhol de Uberto Stabile
Colección PALABRA IBÉRICA
Ayuntamiento de Punta Umbría, 2006
Hoje aconteceu-me uma coisa extraordinária, acordei a sonhar, ou talvez tenha adormecido acordado, não sei, a vida é muita complicada, sobretudo quando se procura uma explicação para tudo e não se aceita o mundo tal e qual como ele é. O problema é que o mundo não se explica com facilidade (a relação causa e efeito está caduca e a teoria das catástrofes não passa de uma ferramenta) e, por outro lado, a vida, essa, limita-se a acontecer e nada mais. No meio de tudo isto não se admirem que eu avance, com cautela, entre o sonho e a realidade.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Poesia às quintas na Barraca
Poesia às QUINTAS com Miguel Martins
33ª sessão - Bar a Barraca
30 de Maio – 22H30
Entrada livre
Olá, Amiguinhos!
Não, não estais a delirar: por incrível que pareça, é, de facto, Miguel Martins – sim, esse mesmo! – quem vos escreve. E escrevo-vos para convosco partilhar um sonho em que me achei mergulhado, ainda ontem, ao repousar na minha cama de dossel.
Quais Ergastinas nos frisos do Partenon, perfilavam-se diante de mim alguns dos maiores vultos pátrios meus contemporâneos: Mara Abrantes, Thilo Krassman, Badaró, Peter Petersen, Deco, Pepe, Mike Sargeant, o Levezinho, Michel-paparoca, Michel-acordeão, Lenka, que sei eu?!
E eis que, como vindo de uma nebulosa onírica, se lhes juntava John Mateer, o autor de “Southern Barbarians”, exemplo acabado do rijo beirão, arquétipo do pastor transmontano, campino de todos os ribatejos, epítome do soba da Guiné portuguesa.
Ora, mal distinguindo a realidade do sonho, pego nessa maravilha de Bell que já todos nos habituámos a tratar por telefone e, ao ouvir a sua voz, ensonada e gentil, do outro lado da linha, pergunto: “John, queres vir ler os teus poemas comigo, na próxima 5ª, no Bar A Barraca?”. Ao que, com o sentido de humor que o caracteriza, retorquiu: “How much?”. E, após 25 minutos de negociações, acho-me em condições de anunciar-vos, meu público querido, sem o qual nada sou, que o negócio ficou selado.
Espero, pois, poder contar com a vossa presença…!
Aliás, quem não aparecer é porque apanhou um camadão que tão cedo não se livra do Quitoso!
Xi-corações,
M
P.S.: Na foto, MM e JM, em 1978, no famoso Studio 54, em NY, onde costumavam parar, sempre acompanhados por um séquito que incluía luminárias do calibre de Kid Creole, Dr. Phil e Dr. Oz (à altura, um casal gay) e os omnipresentes Luís Filipe Menezes e Grace Jones (à altura, um casal hétero).
Próximos espectáculos da Andante
MAI/27/Seg
Poesia à la carte
Festival Livros a Oeste
Biblioteca Municipal da Lourinhã, 15:00
MAI/30/Qui Às escuras, o amor
Festival Livros a Oeste
Biblioteca Municipal da Lourinhã, 16:00
ANDANTE associação artística: Home page: www.andante.com.pt
Blogue: http://conta-meumconto.blogspot.com
Facebook: http://www.facebook.com/andante.associacao.artistica
Poesia à la carte
domingo, 26 de maio de 2013
A arte de dizer poesia, no Porto
No âmbito do ciclo "A arte de dizer poesia", a Poetria vai realizar mais uma sessão no próximo dia 29/5, no Aduela-bar - R. das Oliveiras, 36 (ao Teatro Carlos Alberto), Porto, pelas 22H00.
O artista convidado será Rui Spranger.
Livro de homenagem a Joaquim Evónio
No próximo dia 29 de Maio, na S.H.I.P., Palácio da Independência, em Lisboa (perto da Igreja de São Domingos), pelas 15 horas, será apresentado um livro de homenagem da tertúlia Rio de Prata a Joaquim Evónio.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada
A Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada acontece todos os sábados, das 10H00 às 19H00, na Guilherme Cossoul de Campolide: Rua Professor Sousa da Câmara, 156 – Campolide (às Amoreiras).
Nesta feira, que oferece ao público mais de 1700 livros, para além da Poesia e da Banda Desenhada (que são a grande maioria), há também Revistas Literárias, Poesia Visual e Livros de Artista, Fanzines, Livros Infantis, Livros de Teatro, entre outros.
A Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada tem ainda uma secção exclusivamente dedicada a Cabo Verde, com livros de poesia e prosa de autores cabo-verdianos contemporâneos.Na Feira têm acontecido vários eventos como lançamentos e sessões de autógrafos.
Blogue: http://feiradolivrodepoesia.blogspot.com
A Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada também tem uma banca de livros grátis.
Todos os sábados há gente que leva livros para casa e gente que entrega livros para a banca.
Participe nesta corrente e ofereça os livros que já não quer. Não deite livros fora, faça-os passar de mãos. Em tempos de crise, seja solidário e dê!
quinta-feira, 23 de maio de 2013
«Caos & Polaroid» apresentado em Faro
No próximo sábado, dia 25 de Maio, pelas 18 horas, no Instituto Português da Juventude, em Faro, será apresentado o livro "Caos & Polaroid", composto por poemas de Joaquim Morgado e ilustrações de Fernando Lobo, ambos farenses.
Tertúlia Livre de Poesia no Porto
VADIAÇÃO POÉTICA
24 de Maio às 22H00
Entrada livre.
Entrada livre.
Café ONITAL:
Rua Latino Coelho 5, Porto.
Com acompanhamento musical da pianista Jaqueline Conde.
«Jogo de Janelas» de Francisco Ceia
Sessão de apresentação do livro
“Jogo de Janelas”
de Francisco Ceia
25 de Maio | 16H30
Casa Municipal da Cultura (Sala Francisco de Sá de Miranda)
Rua Pedro Monteiro - Coimbra
Francisco Ceia, autor e intérprete de muitas e belas canções que tem dado a conhecer às gentes das mais variadas latitudes, inicia, com esta obra, uma nova faceta artística através da palavra escrita e feita em livro. É algo de novo face ao seu percurso de músico e também de actor mas é, de certo modo, um reencontro com temas subjacentes ao seu espírito irrequieto e irreverente de crítico social e político e observador atento e interventivo face à realidade dos nossos tempos. O autor, qual peregrino da vida e do mundo, constrói uma narrativa feita de muitas histórias e entrelaça e entretece a literatura com a poesia, num vocabulário rico, pleno de ironia, de burlesco e de humor de fino recorte, relatando histórias de verdade adocicadas de ficção literária, numa originalidade deveras surpreendente.
Fernando Mão de Ferro (editor Colibri)
Francisco Ceia é natural de Portalegre, cidade do Alto Alentejo, cercada de serras, ventos, penhascos, oliveiras e sobreiros. Em 1976 frequenta o curso de teatro e inicia a sua carreira artística como actor profissional no CENDREV – Évora, permanecendo na Companhia até final de 1979.
Em 1980 funda, em Portalegre, a companhia de teatro profissional Teatro do Semeador, onde encena e representa várias peças. Nesse mesmo ano e como corolário da actividade de autor compositor e intérprete que vinha desenvolvendo em paralelo com o teatro, vê editado o primeiro disco, "Foi no monte é no monte".
Dá voz à banda sonora original da série de TV “As Aventuras de Tom Sawyer” (RTP) editando, assim, um novo trabalho discográfico.
A participação em vários programas de televisão, espectáculos ao vivo, pelo país e estrangeiro, torna cada vez mais difícil conciliar o teatro e as canções tomando, desde 1981, a opção por estas.
Edita o disco "Cava dor". Compõe música para peças de teatro e participa como actor em peças para a RTP. Edita o disco "Alcatruz" (1983); "Voo andando" (1985), "Entre a cal e o sol" (1988); "Bicicleta cor de rosa" (1990); “Lendas e Romance” (1996), com textos da tradição oral, recolhidos no Alentejo, com música original de sua autoria; “Fado Singelo” (1999), um trabalho de originais; “Caderno de Afectos” (2000), com poemas de José Régio e música original do autor; “Sandálias de Vento” (2002), com poesia de Fernando Namora; “Nas Tardes” (2003), com poemas musicados de António Sardinha; “Asa de Luz” (2004), com poesias de Maria Rosa Colaço; e “Virado para a Serra” (2005), álbum com textos de Vergílio Ferreira.
Foi o pivot de uma série de 12 episódios "A casa do Mocho Sábio" (RTP), onde conjuga o trabalho de actor, músico e autor das canções e genérico do programa.
De Dezembro de 1995 a Abril de 1996, a convite da Companhia de Teatro do Porto "Seiva Trupe", integra o elenco do musical, "Ópera do Malandro" de Chico Buarque.
Em 1997 participa no Festival Internacional da World Music, "WOMAD" (Cáceres). Em 1999 participa no 36º Festival RTP da Canção.
… jogo de janelas...
E o búzio que repousa de tanta viagem, pára… sereno e prazenteiro,
Ancestral voz… guardadora de sinfónicas cadências, do mar inteiro,
A contemplar, dos relevos de paz da sua cordilheira de velhos anéis,
As figuras que flutuam no quadro aceso… lembrando frágeis batéis,
Pedaços de vidas emergindo a desafiar-me, e que, densas aguarelas,
Se vão desdobrando como num espelho em colorido jogo de janelas…
Francisco Ceia
“Jogo de Janelas”
de Francisco Ceia
25 de Maio | 16H30
Casa Municipal da Cultura (Sala Francisco de Sá de Miranda)
Rua Pedro Monteiro - Coimbra
Francisco Ceia, autor e intérprete de muitas e belas canções que tem dado a conhecer às gentes das mais variadas latitudes, inicia, com esta obra, uma nova faceta artística através da palavra escrita e feita em livro. É algo de novo face ao seu percurso de músico e também de actor mas é, de certo modo, um reencontro com temas subjacentes ao seu espírito irrequieto e irreverente de crítico social e político e observador atento e interventivo face à realidade dos nossos tempos. O autor, qual peregrino da vida e do mundo, constrói uma narrativa feita de muitas histórias e entrelaça e entretece a literatura com a poesia, num vocabulário rico, pleno de ironia, de burlesco e de humor de fino recorte, relatando histórias de verdade adocicadas de ficção literária, numa originalidade deveras surpreendente.
Fernando Mão de Ferro (editor Colibri)
Francisco Ceia é natural de Portalegre, cidade do Alto Alentejo, cercada de serras, ventos, penhascos, oliveiras e sobreiros. Em 1976 frequenta o curso de teatro e inicia a sua carreira artística como actor profissional no CENDREV – Évora, permanecendo na Companhia até final de 1979.
Em 1980 funda, em Portalegre, a companhia de teatro profissional Teatro do Semeador, onde encena e representa várias peças. Nesse mesmo ano e como corolário da actividade de autor compositor e intérprete que vinha desenvolvendo em paralelo com o teatro, vê editado o primeiro disco, "Foi no monte é no monte".
Dá voz à banda sonora original da série de TV “As Aventuras de Tom Sawyer” (RTP) editando, assim, um novo trabalho discográfico.
A participação em vários programas de televisão, espectáculos ao vivo, pelo país e estrangeiro, torna cada vez mais difícil conciliar o teatro e as canções tomando, desde 1981, a opção por estas.
Edita o disco "Cava dor". Compõe música para peças de teatro e participa como actor em peças para a RTP. Edita o disco "Alcatruz" (1983); "Voo andando" (1985), "Entre a cal e o sol" (1988); "Bicicleta cor de rosa" (1990); “Lendas e Romance” (1996), com textos da tradição oral, recolhidos no Alentejo, com música original de sua autoria; “Fado Singelo” (1999), um trabalho de originais; “Caderno de Afectos” (2000), com poemas de José Régio e música original do autor; “Sandálias de Vento” (2002), com poesia de Fernando Namora; “Nas Tardes” (2003), com poemas musicados de António Sardinha; “Asa de Luz” (2004), com poesias de Maria Rosa Colaço; e “Virado para a Serra” (2005), álbum com textos de Vergílio Ferreira.
Foi o pivot de uma série de 12 episódios "A casa do Mocho Sábio" (RTP), onde conjuga o trabalho de actor, músico e autor das canções e genérico do programa.
De Dezembro de 1995 a Abril de 1996, a convite da Companhia de Teatro do Porto "Seiva Trupe", integra o elenco do musical, "Ópera do Malandro" de Chico Buarque.
Em 1997 participa no Festival Internacional da World Music, "WOMAD" (Cáceres). Em 1999 participa no 36º Festival RTP da Canção.
… jogo de janelas...
E o búzio que repousa de tanta viagem, pára… sereno e prazenteiro,
Ancestral voz… guardadora de sinfónicas cadências, do mar inteiro,
A contemplar, dos relevos de paz da sua cordilheira de velhos anéis,
As figuras que flutuam no quadro aceso… lembrando frágeis batéis,
Pedaços de vidas emergindo a desafiar-me, e que, densas aguarelas,
Se vão desdobrando como num espelho em colorido jogo de janelas…
Francisco Ceia
quarta-feira, 22 de maio de 2013
José Fanha na Livraria Arquivo
«Caros amigas e amigos,
Acabou de sair um livro que reúne 40 anos da minha poesia. Ainda me custa a crer que passou tanto tempo desde o dia em que que subi ao palco para dizer poemas ao lado de um senhor por quem tinha e continuo a ter um imenso respeito: o José Afonso. Foi aí que começou esta viagem de poesia às costas que ainda não parou, poesia que foi dando à costa em livrinhos por aqui e por ali e que agora ficam todos juntos. O livro chama-se JOSÉ FANHA POESIA.
Foi editado pela editora LÁPIS DE MEMÓRIAS do meu amigo Adelino de Castro que teve a coragem para editar um livro de... 510 páginas!»
José Fanha, Dezembro 2012
Homenagem a Albano Martins no Porto
No próximo dia 25 de Maio, pelas 16H00, vai ser inaugurada na Fundação Engº António de Almeida, na Rua Tenente Valadim, nº 325, no Porto, uma exposição biobibliográfica em homenagem ao poeta Albano Martins intitulada “Tempo e Memória”, que estará patente ao público até ao dia 1 de junho, de segunda a sexta, entre as 14h30 e as 18h30 e sábado, dia 1 de junho, entre as 14h30 e as 17h30.
A organização está a cargo da Câmara Municipal do Porto, da Fundação Engº António de Almeida e do Instituto Cultural D. António Ferreira Gomes.
Na sessão de abertura participarão os representantes das instituições promotoras, e os Profs. Salvato Trigo, Isabel Ponce de Leão, Celeste Alves, Jorge Valentim, Helder Pacheco.
Albano Martins nasceu em 1930 na aldeia do Telhado, concelho do Fundão, distrito de Castelo Branco, estando a residir na área do Porto desde outubro de 1969.
Licenciado em Filologia Clássica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi professor do Ensino Secundário, Inspector-coordenador da Inspecção-Geral do Ensino e ainda Professor da Universidade Fernando Pessoa, no Porto.
Colaborador, no início dos anos 50, da revista "Árvore", de que foi secretário da redacção a partir do nº 2, tem colaboração dispersa por outras numerosas revistas, entre elas a " Colóquio-Letras" e a "Nova Renascença".
Entre 1983 e 1989, foi membro da direcção da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.
Participou em diversos congressos, no país e no estrangeiro, sendo de salientar os vários Congressos Brasileiros de Língua e Literatura que se realizaram, até 2007, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Para além de prolífico tradutor, organizou, para a Imprensa Nacional-Casa da Moeda (Lisboa, 1987), uma Antologia do poeta simbolista português Eugénio de Castro, antecedida de um prefácio de sua autoria.
Tem colaboração, em prosa e verso, dispersa por numerosos jornais e revistas, do país e do estrangeiro.
É membro da Associação Portuguesa de Escritores e do P.E.N. Clube Português, Membro Honorário da Academia Cabofriense de Letras (Estado do Rio de Janeiro) e doutor honoris causa pela Universidade São Marcos, de São Paulo, Brasil.
Foram-lhe atribuídos vários prémios e condecorações, nomeadamente, pela Sociedade Brasileira de Língua e Literatura, do Rio de Janeiro, a medalha Oskar Nobiling, de mérito cultural; Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique (pelo Presidente da República); Prémio de Tradução instituído pela Sociedade de Língua Portuguesa, de Lisboa; Prémio Eça de Queirós de Poesia, da Câmara Municipal de Lisboa; Grande Oficial da Ordem de Mérito Docente e Cultural Gabriela Mistral (pelo Governo da República do Chile) pela obra poética e tradução de Pablo Neruda; medalha de Ouro da Cidade do Fundão.
Muitos dos seus poemas estão traduzidos em espanhol, catalão, francês, italiano inglês, chinês (cantonense) e japonês.
A sua vasta obra (cerca de 40 títulos de poesia, prosa e infanto-juvenil) tem merecido a atenção de alguns dos mais importantes críticos e ensaístas contemporâneos, brasileiros e portugueses.
De entre as suas obras de poesia, salientam-se: Secura Verde (1950); Coração de Bússola (1967); Em Tempo e Memória (1974); A Margem do Azul (1982); Vertical o Desejo (1988); Rodomel Rododendro (1989); Vocação do Silêncio (Poesia 1950-1985); Uma Colina para os Lábios (1993); Com as Flores do Salgueiro (1995); O mesmo Nome (1996); A Voz do Olhar (1998); Escrito a Vermelho (1999) ; Assim São as Algas (Poesia 1950-2000); Palinódias, Palimpsestos (2006); As Escarpas do Dia (Poesia 1950-2010); Estão agora Floridas as Magnólias (2012).
Poesia na Barraca
Poesia às QUINTAS
com Miguel Martins
32ª sessão
Bar a Barraca
23 de Maio, 22H30h
Entrada livre
Muitos e veneráveis foram (e são) os poetas que escreveram versos com o propósito de serem interpretados por fadistas. Na próxima 5ª, Miguel Martins visitará alguns desses bardos, contando para tal com a inestimável colaboração de Pedro Castro, um dos mais notáveis, originais e encantatórios nomes da guitarra portuguesa actual, acompanhante de muitos dos maiores vultos da canção lisboeta, produtor de Ricardo Ribeiro e senhor de uma biografia sexual a todos os títulos impressionante (pelo seu currículo passaram nomes de escol, como Samantha Fox ou a Duquesa de Alba!).
Acerca de Castro, afirmaram, à beira das lágrimas, Yngwie Malmsteen e Jaime Cortesão: “Ena pá, fondrix!”
Quem não aparecer é porque gostaria de beber Raposeira dos chinelos de quarto da Angela Merkel.
(Miguel Martins dixit)
com Miguel Martins
32ª sessão
Bar a Barraca
23 de Maio, 22H30h
Entrada livre
Muitos e veneráveis foram (e são) os poetas que escreveram versos com o propósito de serem interpretados por fadistas. Na próxima 5ª, Miguel Martins visitará alguns desses bardos, contando para tal com a inestimável colaboração de Pedro Castro, um dos mais notáveis, originais e encantatórios nomes da guitarra portuguesa actual, acompanhante de muitos dos maiores vultos da canção lisboeta, produtor de Ricardo Ribeiro e senhor de uma biografia sexual a todos os títulos impressionante (pelo seu currículo passaram nomes de escol, como Samantha Fox ou a Duquesa de Alba!).
Acerca de Castro, afirmaram, à beira das lágrimas, Yngwie Malmsteen e Jaime Cortesão: “Ena pá, fondrix!”
Quem não aparecer é porque gostaria de beber Raposeira dos chinelos de quarto da Angela Merkel.
(Miguel Martins dixit)
III Jornadas Literárias de Montemor-o-Novo
Nos dias 24 e 25 de Maio, decorrem as III Jornadas Literárias de Montemor-o-Novo, na Biblioteca Almeida Faria, por onde vão passar Manuel Alegre, Pedro Mexia (numa homenagem a Almeida Faria), Eugénio Lisboa, Francisco José Viegas, José Manuel Mendes e Miguel Real (estes, numa homanegem a Urbano Tavares Rodrigues), entre muitos outros convidados.
Agenda poética do Olimpo
22 MAIO (Quarta)
22H30 - POESIA NO OLIMPO (sessão de poesia de participação e tema livre. Tema sugerido: música).
Evento semanal, cujo tema sugerido vai variando, sempre às Quartas.
29 MAIO (Quarta)
22H30 - POESIA NO OLIMPO (sessão de poesia de participação e tema livre. Tema sugerido: descobrimentos).
Evento semanal, cujo tema sugerido vai variando, sempre às Quartas.
Mais informações:
Pedaços de alma: http://www.pedacosdalma.blogspot.com Olimpo (Bar Café):
22H30 - POESIA NO OLIMPO (sessão de poesia de participação e tema livre. Tema sugerido: música).
Evento semanal, cujo tema sugerido vai variando, sempre às Quartas.
29 MAIO (Quarta)
22H30 - POESIA NO OLIMPO (sessão de poesia de participação e tema livre. Tema sugerido: descobrimentos).
Evento semanal, cujo tema sugerido vai variando, sempre às Quartas.
Mais informações:
Pedaços de alma: http://www.pedacosdalma.blogspot.com Olimpo (Bar Café):
terça-feira, 21 de maio de 2013
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