sexta-feira, 23 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Hoje há Poesia na Barraca!
E é o aniversário do Miguel Martins!
Poesia às Quintas – com Miguel Martins – 6ª sessão – Bar a Barraca – 22 de Novembro – 22.30h – entrada livre
22 de Novembro, dia de Santa Cecília, padroeira da música. O ano é 1969. Um menino nasce. Seu nome? Miguel Martins. Por muitos (ou, pelo menos, por si próprio) considerado o novo Cristo, o profeta, o guru, o basbaque, o banana, enfim.
No dia em que se cumprem as suas 43 primaveras (e 29 anos desde que perdeu a virgindade, às mãos de um bombeiro do Sarzedelo), Miguel, entre outros poemas, partilhará connosco o seu primeiro livro, “Seis poemas para uma morte”, o qual, ainda hoje, 17 anos volvidos sobre a sua publicação, e para vergonha da cooperação cultural luso-brasileira, continua à espera de ser vertido para o formato samba-enredo, não obstante o suposto interesse de nomes que vão de Villa-Lobos a Nelson Ned.
Miguel, que se acompanhará à melódica, terá a seu lado, desenhando, com o furor tão característico dos artistas plásticos Jeovás, a brilhante e escultural Ana Tecedeiro, acerca de quem a revista norte-americana “Watercolour” afirmou: “C’um caneco!”.
No final, a obra produzida será leiloada, com uma base de licitação do tempo da outra senhora. Quem não aparecer passará o Natal a comer filhós com o Isaltino.
Miguel Martins
Poesia às Quintas – com Miguel Martins – 6ª sessão – Bar a Barraca – 22 de Novembro – 22.30h – entrada livre
22 de Novembro, dia de Santa Cecília, padroeira da música. O ano é 1969. Um menino nasce. Seu nome? Miguel Martins. Por muitos (ou, pelo menos, por si próprio) considerado o novo Cristo, o profeta, o guru, o basbaque, o banana, enfim.
No dia em que se cumprem as suas 43 primaveras (e 29 anos desde que perdeu a virgindade, às mãos de um bombeiro do Sarzedelo), Miguel, entre outros poemas, partilhará connosco o seu primeiro livro, “Seis poemas para uma morte”, o qual, ainda hoje, 17 anos volvidos sobre a sua publicação, e para vergonha da cooperação cultural luso-brasileira, continua à espera de ser vertido para o formato samba-enredo, não obstante o suposto interesse de nomes que vão de Villa-Lobos a Nelson Ned.
Miguel, que se acompanhará à melódica, terá a seu lado, desenhando, com o furor tão característico dos artistas plásticos Jeovás, a brilhante e escultural Ana Tecedeiro, acerca de quem a revista norte-americana “Watercolour” afirmou: “C’um caneco!”.
No final, a obra produzida será leiloada, com uma base de licitação do tempo da outra senhora. Quem não aparecer passará o Natal a comer filhós com o Isaltino.
Miguel Martins
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Poesia no Bar A Barraca
Poesia às Quintas – com Miguel Martins – 5ª sessão – Bar a Barraca – 15/11 - 22.30h – entrada livre
Emanuel Félix foi um dos mais notáveis e originais poetas do século XX português, infelizmente desconhecido por muitos, até dos poucos que (por cá e no mundo) lêem poesia. Na próxima Quinta, Miguel Martins e Rui Miguel Ribeiro darão voz a alguns dos seus poemas, prometendo fazer o melhor que possam e saibam.
Posto este intróito, escrito com o comedimento que a veneração impõe, passemos à palhaçada: Mas que Rui Miguel Ribeiro é este? O poeta dos imortais versos de “XX Dias”? O intrépido globetrotter de quem se afirma ser o último homem vivo a ter palmilhado o istmo sicilo-tunisino com alpercatas? O devasso e decadente boémio conhecido por “trombeiro da Areosa”, que, ao que consta, é detentor de 5% de uma casa de meninas em Baleizão? Sim!, ele é estes três e muitos mais! E a sua voz de sopranino abaritonado promete despertar sensações há muito esquecidas em todas as octogenárias que decidam assistir à leitura. Quem não aparecer é porque acha que literatura é as patacoadas do Chiquinho Viegas. Até Quinta!
Miguel Martins
Emanuel Félix foi um dos mais notáveis e originais poetas do século XX português, infelizmente desconhecido por muitos, até dos poucos que (por cá e no mundo) lêem poesia. Na próxima Quinta, Miguel Martins e Rui Miguel Ribeiro darão voz a alguns dos seus poemas, prometendo fazer o melhor que possam e saibam.
Posto este intróito, escrito com o comedimento que a veneração impõe, passemos à palhaçada: Mas que Rui Miguel Ribeiro é este? O poeta dos imortais versos de “XX Dias”? O intrépido globetrotter de quem se afirma ser o último homem vivo a ter palmilhado o istmo sicilo-tunisino com alpercatas? O devasso e decadente boémio conhecido por “trombeiro da Areosa”, que, ao que consta, é detentor de 5% de uma casa de meninas em Baleizão? Sim!, ele é estes três e muitos mais! E a sua voz de sopranino abaritonado promete despertar sensações há muito esquecidas em todas as octogenárias que decidam assistir à leitura. Quem não aparecer é porque acha que literatura é as patacoadas do Chiquinho Viegas. Até Quinta!
Miguel Martins
Leituras encenadas no Clube Estefânea
No Clube Estefânia, em Lisboa, no próximo dia 17 de Novembro, às 21H30, haverá leituras encenadas de poemas de Rui Almeida (com a presença do autor).
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
44 imagens de Mia Couto
Poemas inéditos de Manuel Neto dos Santos, inspirados em textos de Mia Couto.
1
A melhor maneira de fugir é ficar parado
há um voo acorrentado às penas
um mergulho respirado pelas guelras
um deslizar brilhante à flor da pele
ir
é chegar antes
de
partir
A melhor maneira de fugir é ficar parado
há um voo acorrentado às penas
um mergulho respirado pelas guelras
um deslizar brilhante à flor da pele
ir
é chegar antes
de
partir
2
A melhor maneira de mentir é ficar calado
Havia um silêncio gritado pelos olhos
Um segredo açoitado no (pé)lourinho
Da moral
E tudo foi dito no desmuronar da cal calúnia
A verdade é a fronteira
Entre
O mal-e-o-mal
3
O silêncio não é ausência da fala é dizer-se tudo sem nenhuma palavra
O ruído maior é a vertical idade rastejante do poema
Ex-crito
O cheiro da tinta
O lancinante grito
4
Quem come pouco fala pouco
Lambuzio- me de palavras na comezaina dos outros
Peito co- lado às costas no arquejar galgo e redondo de um céu
Todo ele arrotando azul
De todos os pontos cordiais
Só leste o sul; o mar que ainda ressoa,
Sou eu… pelos areais.
5
Nascemos para ser escolhidos, vivemos para escolher
Os dados
Comprados
Estão lançados
Pintas as pintas depois de escolheres as faces
Criando teu próprio rosto
A gosto
Em Agosto
6
Quem chora dormindo pode também rezar sem despertar
Regresso ao rio da memória
À (in)segura timidez da nascente
Discreto gotajar por entre duas rochas justas
Postas
Ora
São os reflexos da água que abalam e embalam
O sono das encostas
7
Dá azar um homem deixar de ver a sua própria sombra
Penduro
Num cabide
Um metro e cinquenta e um de sombra
Sepultura rasgada no asfalto
Para enterrar a lua
8
Um sonho só pode ser contado num outro sonho
Viro as pálpebras do avesso
Atrás do horizonte linear
Há uma linha sinuosa
Para a recriação do lugar
9
Quem não vê os seus sonhos é porque está sonhando aquilo que está vendo
Nada vendo
Vendo o contorcionismo dos instantes
Sonhar é a visão do H perdido
Pela vida
Nos mares ainda sem fundo
SONAR
A que falta o eco imundo
10
Toda a morte tem o seu quê de suicídio
Uma força
Uma forca
A cicuta
A lanceta
Uma seta
O sol suicida-se por acaso no ocaso
No caso vagido inicial
De quem já é poeta
11
Todos rezam para pedir ela rezaria para dar
Dá
David
Dá vida
A hora são as molas que esmolas
Por aqui
Sal
Ti
Tão
12
Se é para voltar volta antes de partir
Não vás, não és Luiz
Que o som do primeiro passo
É quase um truz
Por um triz
13
A viagem não começa quando se percorrem distâncias mas quando se atravessam as nossas próprias fronteiras
Há uma sensual idade das pupilas acariciando o corpo dos campos
Em restolho
O universo é tudo
O resto
O olho
14
O que faz uma igreja( ) é o silêncio que mora lá dentro
O tecto arredondado de abóbada como abóbora
Do orgasmo
É a cúpula da cópula do silêncio
Que não cega mas é seguinte
15
Quem se lembra tanto de tudo é porque não espera mais nada da vida
Ver sem pensar no que vejo
Tudo é real em si
E em mim
O resto?
O que me falta de sobejo
16
A saudade é um morcego cego que falhou o fruto e mordeu a noite
Passo a passo
Passo a ferro as pregas da memória
O que não me liga os dedos
É que é a estória
17
A casa da infância é como o rosto da mãe
Dá-me o colo do teu riso
Como a albi planura da açoteia
A casa o teu olhar
O luar esta saudade
Amei-a
18
As pessoas é que abrigam a casa a ternura
é que sustenta o tecto
Roubo
À penedia o dia
Dois lanços de lanças de granito
Sustento de um telhado ainda não
A casa sou eu mesmo
Redopiando
Quase rente ao chão
19
Ter só um nome é isso que apressa a morte
Tenho em mim todas as coisas que vivi
A eterna idade
Não morro nem morro
Só que não estou aqui
20
O pranto convoca os espíritos da desgraça
O choro é a alegria maior mas ao contrário
Tudo vai para onde já muito há
Cada lágrima tem um brilho de gargalhada
Extra ordinário
21
No grávido círculo da felicidade
A obesa gravidade da alegria
O Sancho tem a pança da vela do moinho
E a moinha é a dor como um mosquito
Junto ao ouvido
Parto pelo parto em ângulo recto
Qu(e)ixoso
Ferido
22
A saudade é a dor que nos faz esquecer as outras dores
Vergasto o ver
Gasto de não olhar
Domo a dor maior no circo
Que me cerca entre a saudade
Que sai algures
E fica no verbo
Seristar
23
A velhice é uma gordura na alma
Mandei a alma a banhos
Não foi
Por não encontrar facto que servisse
É imoral a nudez perante o infante mar
A descomunal
E intemporal
Velhice
24
A tristeza é uma doença a alegria é um veneno
Não ando em mim
Ando do outro lado da saúde
Com pã ninhos
Não se cura
Senhor cura
A hesitação entre o choro e o riso
Com que a vida se ilude
25
Grandes palavras escondem grandes enganos
Granulo o grânulo
Em vogais e consoantes
Consoante o que me der na telha
Ou no telhado
Resta a poeira do pó
Na eira que resta do resto
No almofariz do que passando
É passado
26
A igreja é onde guardamos um silêncio
Sou cego porque sossego o sossego
Da lonjura
Que longe
Jura a pernas arqueadas
O silêncio
Só erguendo
Na paisagem o pó dos remoinhos
Pelas estradas
27
As pálpebras são o pano do esquecimento
Aferrolho o olhar ao cair do pano
À boca de cena estreita
Estreito nos braços
A persona de Nemésia
É o abismo que justifica a falésia
28
A sua sombra já andava pelo chão a farejar caminhos para ser terra
Declaro que se em terra a noite
É mais anoitecida
A sombra assombra apenas as penas
Do que sendo
Não fomos pela vida
29
Estou para aqui todo crepusculado
Aguado
Como uma aguarela
Aguardo e guardo o estertor da tarde
O vagido da noite
Só que não sei se é ela
Ou
Ela
30
Uma casa morre se não é habitada por amor.
Com templo, em todas as coisas se resume o óbito do hábito.
É na surpresa que a presa se resume à ideia da casa
Onde habito; entre as cinzas e o lume.
31
É assim que estamos na vida, como se ela fosse um território arrendado
Arrotando a arroteia de passar por aqui, a teia feudal do suserano é o sussurro do que pensamos ser a vida e… é engano
32
A gente nunca sabe quando está morta
Morre-se e pronto.
Ponto por ponto a ponte entre o longe e o horizonte
Da carne que arrefece… e fica morta.
Nada se a travessa não nos diz corre, não nos importa; nem janela.
A morte, só por si, é toda ela.
33
A prisão é um lugar onde se dorme muito
E o sonho substitui o viver.
Vejo, pelas grades da insónia, os salpicos da realidade.
As grilhetas sou eu mesmo, num sonho que se esvai,
Quando me invade.
34
O choro é o nosso primeiro idioma.
Bé à cá
Lá
Pá,
Dá
Má… sorte
O riso, que preciso?
A morte!
35
Pela dança, voltamos ao ventre materno.
A vaga mais concreta arredonda-se
E de onde ser ergue há um todo uterino que se arqueja;
A dança é o que não fica; por muito que se desenhe, ou que se veja.
36
Há lições que começam antes de nascer.
Na ardósia mais celeste escrevi, pelos olhos dos meus pais,
O verso antes da face ou da fronte, defronte do mar para domar, rasurando a espuma, nas raízes de amendoais.
37
Os lugares morrem como os frutos; quando já não dão semente.
Por terra este lugar de antanho, onde vivi;
Lembranças são abelhas, reavendo a seiva e o suco;
A al-gravidez maior
É o não caber-se em si, no Agosto da cigarra
No Maio do mês do cuco.
Assim, eternamente
O berço onde nasci.
38
As mãos nada são sem o coração.
As mãos, em concha, recortam-me a forma de um coração;
Fruto maduro na horta do poeta;
Ventríloquo da alma na veia cava que não cava mas monda
Pelo superior destino; diástole e sístole; fluxo e refluxo do espanto da palavra, e da surpresa
De mãos abertas à incerteza… numa cadência de onda.
Pois então.
39
O encantamento é uma casa que tem o silêncio por tecto.
O meu silêncio é plano e recto como uma açoteia;
A casa é a Língua que me não serviu e…
Açoitei-a.
40
Só cuidas das partes escondidas quem as vai mostrar a alguém.
Há fímbrias e debruns,
Pregas e recessos, vincos, dobras…
Em tudo quanto escrevo;
Tudo limpo e engomado
No poema escrito…
O que ainda não disse… são as sobras.
41
Não há conhecer sem lembrar e o lembrar é uma mentira
Recordo;
Dar é recor dar a verdade de que a mentira é a verdade mais perfeita;
Incógnito é o halo do pôr-do-sol…
Que a colina enfeita.
42
O problema da solidão, é que não temos ninguém a quem mentir
Presto juramento ao silêncio;
Que nada mais exista no espaço indivisível entre nós dois.
Nem eu nem tu mas antes o que é depois.
43
Como a ave escura no meio da noite.
Nada distingo nem discirno atravês do xaile do breu.
Digo que era, fui, sou, estou a ser ou hei-de vir a ser…
E, em nada disso existo eu.
44
Eu tenho pouco corpo, nem me cabem doenças.
Hipocondríaco dos sons, o antídoto para a alma, macilenta,
É a receita prescrita e carimbada;
Versos anémicos na brancura duma sebenta
E a compulsão da escrita;
De todos desenganada.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada
A Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada realiza-se todos os sábados, das 10H00 às 18H30, no espaço Guilherme Cossoul de Campolide: Rua Professor Sousa da Câmara, 156 – Campolide (às Amoreiras).[Metro: Marquês ou Rato. Autocarros: 12, 48, 53, 83, 202, 203, 701, 711, 713, 723, 742 e 758]
Espero lá por vós!
http://feiradolivrodepoesia.blogspot.com
Novo livro de Gabriela Rocha Martins
Vai acontecer na Biblioteca Municipal de Silves, no próximo dia 3 de Novembro, pelas 17H00, a apresentação do livro de poesia “As luvas de um aprendiz (in)conformista”, de Gabriela Rocha Martins.Editada pela World Art Friends, a obra é prefaciada por Domingos Lobo, estando a sua apresentação (em moldes não convencionais) a cargo de Paulo Pires, com a colaboração de Sónia Pereira e Hélia Coelho, num final de tarde onde haverá, ainda, lugar para leituras em voz alta e alguns apontamentos musicais.
Natural de Faro, Gabriela Rocha Martins estudou Direito e Ciências Documentais. Poetisa e escritora, é funcionária da Câmara Municipal de Silves exercendo funções na Casa Museu João de Deus, em São Bartolomeu de Messines. É, também, membro da Sociedade de Língua Portuguesa e da Associação de Jornalistas e Escritores do Algarve, colaborando em vários meios de comunicação escrita a nível regional e nacional. Iniciou oficialmente a publicação de poesia há cerca de seis anos prosseguindo, depois, regularmente com obras em nome individual e com poemas seus integrados em antologias colectivas, tendo a sua obra poética sido galardoada com diversos prémios a nível nacional.
Mais sobre Gabriela Rocha Martins, aqui: http://cantochao.blogspot.pt
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
79ª sessão das Noites com Poemas dedicada a Cabo Verde
Na Biblioteca Municipal de Cascais em São Domingos de Rana, no próximo dia 19 de Outubro, pelas 21H30, e que terá como convidada: Heloisa Monteiro, que se constituirá como maestrina da...
acção “Viagem a Cabo Verde - Roteiro Poético-Musical”.Terá como objectivo viver a cultura cabo-verdiana através da música, da palavra dita e de uma pequena mostra de alguns aspectos das tradições das ilhas.
Programa:
a) Visionamento do filme “Uma viagem a Cabo Verde”
b) Introdução / pequena explicação sobre a temática
c) Manifestações culturais: (Poesia, música, dança e gastronomia).
Com Carlota de Barros, Regina Correia, Xan, Sissi, Mário e Lulú (poesia); Heloisa, Tonecas, Mário, etc… (música); Lú (batucadeira).
Haverá ainda uma pequena exposição: artesanato, livros, CDs, instrumentos musicais etc…
E, por fim, o saborear de uns pastelinhos “Diabo dentro”, de milho recheado com atum, regado com ponche e licor.
No final, a habitual tertúlia poética.
Também lá estarei, com uma pequena feira de livros de autores cabo-verdianos.
Apareçam!
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Poesia no Bar a Barraca
Diz-nos o Miguel Martins:
«A partir desta semana, às Quintas, pelas 22.30h, o Bar A Barraca volta a apresentar sessões semanais de poesia, uma tradição que, em tempos, lhe granjeou enorme fama (para além de ter dado brado nas touradas).
As leituras estarão a cargo do douto poeta Miguel Martins, que, para além da lírica, dá cartas no badmington (pares femininos), na pasteurização de lacticínios (sem glúten) e no bacará.
As sessões prometem ser relativamente breves, pelo que os convivas que assim o entenderem poderão estar em casa antes da meia-noite, embora também possam permanecer no bar até cerca da 1.58h (dependendo das condições atmosféricas) e enfrascar-se como gente grande(ou como o Marques Mendes).
Todas as semanas, o bardo será acompanhado por um outro artista de gabarito internacional (actor, poeta, artista plástico, músico, ministro da presidência, gatuno, etc), que ajudará a abrilhantar o evento.
Esta Quinta serão lidos poetas publicados pela editora TEA FOR ONE. Entre outros: Ana Salomé, Luís Filipe Parrado, Manuel Filipe, Ricardo Álvaro, Rui Miguel Ribeiro, Abel Neves, A. Maria de Jesus, Inês Dias, Jaime Rocha, Luís Pedroso, Manuel de Freitas, Marta Chaves, Rui Caeiro, Vasco Gato e Filipe Homem Fonseca. Aliás, este último, na sua qualidade de guitarrista sem par (trata Clapton por “bambino” e consta que terá cortado relações com Django, em virtude de uma desavença em torno da qualidade relativa de dois salpicões das Beiras), participará desta primeira sessão, demonstrando, uma vez mais, porque foi merecedor dos mais rasgados encómios por parte de revistas como a New Musical Express e a Gina.
Quem não aparecer demonstrará inequivocamente que, do ponto de vista ético-intelectual, ombreia com o Relvas.
Até Quinta!»
«A partir desta semana, às Quintas, pelas 22.30h, o Bar A Barraca volta a apresentar sessões semanais de poesia, uma tradição que, em tempos, lhe granjeou enorme fama (para além de ter dado brado nas touradas).
As leituras estarão a cargo do douto poeta Miguel Martins, que, para além da lírica, dá cartas no badmington (pares femininos), na pasteurização de lacticínios (sem glúten) e no bacará.
As sessões prometem ser relativamente breves, pelo que os convivas que assim o entenderem poderão estar em casa antes da meia-noite, embora também possam permanecer no bar até cerca da 1.58h (dependendo das condições atmosféricas) e enfrascar-se como gente grande(ou como o Marques Mendes).
Todas as semanas, o bardo será acompanhado por um outro artista de gabarito internacional (actor, poeta, artista plástico, músico, ministro da presidência, gatuno, etc), que ajudará a abrilhantar o evento.
Esta Quinta serão lidos poetas publicados pela editora TEA FOR ONE. Entre outros: Ana Salomé, Luís Filipe Parrado, Manuel Filipe, Ricardo Álvaro, Rui Miguel Ribeiro, Abel Neves, A. Maria de Jesus, Inês Dias, Jaime Rocha, Luís Pedroso, Manuel de Freitas, Marta Chaves, Rui Caeiro, Vasco Gato e Filipe Homem Fonseca. Aliás, este último, na sua qualidade de guitarrista sem par (trata Clapton por “bambino” e consta que terá cortado relações com Django, em virtude de uma desavença em torno da qualidade relativa de dois salpicões das Beiras), participará desta primeira sessão, demonstrando, uma vez mais, porque foi merecedor dos mais rasgados encómios por parte de revistas como a New Musical Express e a Gina.
Quem não aparecer demonstrará inequivocamente que, do ponto de vista ético-intelectual, ombreia com o Relvas.
Até Quinta!»
domingo, 7 de outubro de 2012
Assuntos Textuais: 5º Seminário Aberto do Projecto Estranhar Pessoa
Realiza-se, nos próximos dias 11 e 12 de Outubro na Casa Fernando Pessoa, o 5º Seminário Aberto do Projecto Estranhar Pessoa, dedicado a “Assuntos Textuais”.
Este seminário tem o propósito de apresentar close readings de textos de Pessoa seleccionados pelos respectivos leitores.
PROGRAMA COMPLETO:
Dia 11
10h-11.20h
Mesa: António M. Feijó
Manuela Parreira da Silva – Elegia na Sombra
Steffen Dix – Mouth of Hell
11.30h-13h
Mesa: Gustavo Rubim
Maria do Céu Estibeira – Ao encontro do gato que brinca na rua
Madalena Lobo Antunes – Tabacaria ou a metafísica de um falhado
14h-16h
Mesa: Rita Patrício
Pedro Sepúlveda – No dia brancamente nublado
Humberto Brito – Coisas que não podem ser
Nuno Amado – De(s)compondo Horácio
16.30h-18h
Mesa: Humberto Brito
Bartholomew Ryan – O Intervalo
Mariana Gray de Castro – Sobre rios, romantismos e revisitações: “Lisbon Revisited (1926)”
Miguel Tamen – Fogo Posto
Dia 12
10h-11.20h
Mesa: Pedro Sepúlveda
Golgona Anghel – Da “[Inutilidade da crítica] (1)”
Silvina Rodrigues Lopes – Não há senão conjecturas, excepto que há verdade
11.30-13h
Mesa: Fernando Cabral Martins
João Figueiredo – Ascensão de Vasco da Gama
Rita Patrício – Apontamento
14h-15.15h
Mesa: Nuno Amado
Jorge Uribe – O Provincianismo Português
Gustavo Rubim – Ordem e Progresso: a querela Reis/Campos sobre a distinção entre prosa e poesia
15.30h-17h
Mesa: Abel Barros Baptista
Fernando Cabral Martins – Gestos de Escrita
António M. Feijó – Daisy
Câmara Municipal de Lisboa
Casa Fernando Pessoa
R. Coelho da Rocha, 16, Lisboa
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Um livro de poesia a cada dia...
nem sabe o bem que lhe fazia
A Viagem
Tchalé Figueira
Edição do autor, 2012
II
Nas suas naus arribaram; ilhas vulcânicas, em paleolítico
repouso, a primeira missa, com répteis e pássaros,
baptizaram-lhes com nomes que não advém de Deus,
mas sim dos homens, da sua memória...
Bíblia e espada, pólvora e grilhetas, espelhos e
missangas, gente esbelta, negros e negras, belos como a
noite...
Nocturno azeviche, reténs e chicotes, úlceras e ultrajes,
negreiros malditos, homens marcados, a ferro e fogo;
nasce o Novo Mundo: The Blues, el merengue, e
el uáuánko, quatro por oito, kumba lele, Xango,
Ogum, Yemanjá, outro lado do mar, algodão em
rama, Coton Clube negro, crioulo é o jazz, que vai
libertando-nos, para renascermos...
Com o destino, aqui ficamos!...
Dermes brancas, rosas negras, melaço nos lábios, cor
de mulato, peixe, feijão, milho e pilão, cavaquinho nos
dedos, divinas mornas, este mar imenso, que nos
rodeia, festa das águas, se Deus quiser, penedo de
Tântalo, sede secular, fonte amputada, língua
murchada, morremos e ressuscitamos, nosso
desespero, teimosamente aqui estamos...
Daqui zarparam, naus e veleiros, braços de pedra,
arpoadores de cetáceos, ondas gigantes, gentes
remotas, filhos do fogo, dez ilhas secas, sede sem
fim... Xango, Uatanka, Cristo, Schalom, sou negro,
índio, lusitano, hebreu, marinheiro das ilhas, num
norte sul, cheiro a goiaba, delicioso carpo, orgasmo
forte, fruto colonial, carrego em mim, continentes e
mundos,
querer ficar e ter de partir!
Penélope acena, com seu lenço de pedra, lágrimas
secas, dias rasgados, membros calcinados, exiladas
almas, cartas que chegam, modas e moedas, epístolas
de luto, luto e amor, matrimónios por fotos,
procirações... bodas em Lisboa, Roterdão, Bostom,
Paris... visto de entrada, carta de chamada,
convocações...
Censuradas cartas, Salazar voraz, Tarrafal farpado,
frigideira queima, pulmões rasgados, ratazanas e
rondas, camaradas delidos, carne de canhão,
chumbo de indecência, irremediável loucura, círculo
craniano, réptil milenar, nocturna demência,
navalhas loucas, baionetas frias, fresca é a carne,
heróis na peleja, mortos e medalhas, matam e morrem,
anos sem fim,
há tempo para tudo, aqui neste Mundo...
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Quarteto vocal brasileiro com poesia de Pessoa
O Quarteto Feminino Flor Essência (QFFE) – Ciranda da Arte é um dos grupos de produção e pesquisa em música do Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte, da Secretaria de Educação do Estado de Goiás. O grupo tem como objectivos o estímulo à pesquisa do género Quarteto Vocal, a divulgação e a formação de públicos junto da comunidade estudantil.
Dia 2 de Outubro, pelas 18h30, o QFFE traz à Casa Fernando Pessoa um espectáculo de músicas brasileiras e portuguesas alternadas com a poesia de Fernando Pessoa, celebrando Brasil Portugal.
Dia 2 de Outubro, pelas 18h30, o QFFE traz à Casa Fernando Pessoa um espectáculo de músicas brasileiras e portuguesas alternadas com a poesia de Fernando Pessoa, celebrando Brasil Portugal.
Novo livro de Manuel Almeida e Sousa "Eu, tu e o comboio", a sair brevemente no Brasil, pela Escrituras Editora (São Paulo), na (Colecção Ponte Velha).
[Criadores da Colecção Ponte Velha: António Osório (Portugal) e Carlos Nejar (Brasil)]
Um livro que é um misto de teatro, performance poética, poesia visual...
(Excerto):
o
momento
meu corpo pesa
com a violência dos
raios que ofuscam a vista
os olhos encontrados no caminho
estendem-se para lá do derradeiro suspiro
desmedido é o prazer no aconchegante sepulcro
não me é permitido já lembrar de mais nada
os sonhos deixei-os à cabeceira da cama
onde anunciam aos gritos o novo dia
também eles badalam como fardos
ressoam mui confortavelmente
todos os dias antes de deitar
levo a taça aos lábios
só depois me dispo
é
bebo
te
exatamente
assim
enquanto penso e repenso
momento
meu corpo pesa
com a violência dos
raios que ofuscam a vista
os olhos encontrados no caminho
estendem-se para lá do derradeiro suspiro
desmedido é o prazer no aconchegante sepulcro
não me é permitido já lembrar de mais nada
os sonhos deixei-os à cabeceira da cama
onde anunciam aos gritos o novo dia
também eles badalam como fardos
ressoam mui confortavelmente
todos os dias antes de deitar
levo a taça aos lábios
só depois me dispo
é
bebo
te
exatamente
assim
enquanto penso e repenso
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Novo livro de Nuno Rebocho
Lançamento de "Canções Peripatéticas", de Nuno Rebocho (edições Apenas)
6 de Outubro de 2012
18h - Lançamento do livro de Nuno Rebocho, apresentado por Fernanda Frazão (da editora Apenas) e o jornalista Mário Galego, que representará o autor, ausente em Cabo Verde. Os poemas serão ditos pelo poeta e diseur Jorge Castro.
20h - Jantar Caboverdiano - sujeito a inscrição prévia por telefone.
Centro InterculturaCidade
Travessa do Convento de Jesus, 16 A
1200-126 Lisboa
Marcações: 21 820 76 57
Lotação limitada.
6 de Outubro de 2012
18h - Lançamento do livro de Nuno Rebocho, apresentado por Fernanda Frazão (da editora Apenas) e o jornalista Mário Galego, que representará o autor, ausente em Cabo Verde. Os poemas serão ditos pelo poeta e diseur Jorge Castro.
20h - Jantar Caboverdiano - sujeito a inscrição prévia por telefone.
Centro InterculturaCidade
Travessa do Convento de Jesus, 16 A
1200-126 Lisboa
Marcações: 21 820 76 57
Lotação limitada.
Um livro de poesia a cada dia...
nem sabe o bem que lhe fazia
O Relógio Avariado de Deus
Ozias Filho
Edições Pasárgada, 2011
Chagas
Chagas emasculou quarenta e dois meninos
Chagas desmentiu o laudo pericial
que indiciava pancadas na cabeça
Chagas disse que não extirpou os órgãos sexuais
nem fez uso do sangue dos meninos
Chagas seguiu com um dos garotos
para colher o fruto do açaí
de seguida lhe retirou as roupas
e as colocou em um buraco
a cinco metros do local do crime
Chagas não escolhia vítimas
mas oportunidades para fazer o mal
Chagas, está preso
nunca mais vai arrancar
pedaço de mãe
que não pode ser reposto
sábado, 29 de setembro de 2012
Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada em Lisboa
A Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada vai começar já no próximo dia 29 de Setembro (sábado), das 10H00 às 18H00, no espaço Guilherme Cossoul de Campolide: Rua Professor Sousa da Câmara, 156 – Campolide (às Amoreiras).
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Lançamento
“Entulho”Autor: Cristóvão Siano
Ilustração: César Taíbo
Nota Introdutória: António Pedro Ribeiro
Coordenação Editorial CulturePrint, 2012
Entulho, de Cristóvão Siano, é apresentado dia 13 de Julho pela investigadora Paula Almeida no Contagiarte. A apresentação da obra é seguida de um pequeno concerto pelo Projecto Sem Nome e as ilustrações do pintor César Taíbo, que acompanham a obra, estarão também expostas no espaço da sessão.
Na Casa Fernando Pessoa
10 de Julho, 3ª feira, às 18H30:
Recital “Próspero Morreu”, de Ana Luísa Amaral, poema “em acto” que conta com o piano de Álvaro Teixeira Lopes e as vozes de Ana Luísa Amaral, Alexandra Moreira da Silva, Daniel Pinto e Luís Lucas.
17 de Julho, 3ª feira, às 18H30:
“Pessoa em Diálogo” (Pessoa & Al Berto). Leitura encenada por Pedro Lamares e
António Mega Ferreira.
Recital “Próspero Morreu”, de Ana Luísa Amaral, poema “em acto” que conta com o piano de Álvaro Teixeira Lopes e as vozes de Ana Luísa Amaral, Alexandra Moreira da Silva, Daniel Pinto e Luís Lucas.
17 de Julho, 3ª feira, às 18H30:
“Pessoa em Diálogo” (Pessoa & Al Berto). Leitura encenada por Pedro Lamares e
António Mega Ferreira.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Ocho miradas en el vértice / Oito olhares no vértice
A antologia de poesia bilingue "Ocho miradas en el vértice / Oito olhares no vértice", organizada por
Raquel Molina será apresentada em Julho próximo, durante a Feira do Livro de Caracas.
Esta é uma antologia que tenta aproximar os poetas portugueses dos venezuelanos. Quatro olhares portugueses e quatro olhares venezuelanos que se encontram na expressão poética.
Esta é uma antologia que tenta aproximar os poetas portugueses dos venezuelanos. Quatro olhares portugueses e quatro olhares venezuelanos que se encontram na expressão poética.
Participam:
Da Venezuela: Eduardo Viloria Daboín, María Ramírez Delgado, América Martínez Ferrer e Luis Enrique Belmonte.De Portugal: Catarina Nunes de Almeida, Filipa Leal, José Rui Teixeira e José Mario Siva.
domingo, 24 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Lançamento na Casa Fernando Pessoa
Será lançada, na Casa Fernando Pessoa, no próximo dia 22 de Junho, pelas18H30, a Antologia de Poesia "Meditações sobre o fim – os últimos Poemas" (os últimos poemas escritos antes da morte) da jovem editora Hariemuj (dirigida por Maria Quintans e Vítor Marques da Cruz) e que contém poemas dos seguintes autores:
Alice
Macedo Campos, Ana Hatherly, Ana Paula Inácio, Ana Salomé, António
Gregório, Bénédicte Houart, Bruno Béu, Casimiro de Brito, Catarina N.
Almeida, Cláudia Lucas Chéu, Duarte Braga, Filipa Leal, Hugo Milhanas
Machado, Inês Fonseca Santos, Inês Ramos, Joana Jacinto, Joana Serrado,
João Barrento, João Bosco da Silva, João Camilo, Joaquim Cardoso Dias,
Jorge Menezes, Jorge Vicente, Leila Andrade, Maria do Sameiro Barroso,
Maria Sousa, Nicolau Santos, Nuno Brito, Pablo Javier Pérez López, Pedro
S. Martins, Raquel Nobre Guerra, Ricardo Tiago, Rodrigo Miragaia,
Romério Rômulo Campos Valadares, Rui Almeida, Sylvia Beirute, Tiago
Nené, Victor Oliveira Mateus.
Apresentação por Teresa Sá Couto.
Leituras por André Gago.
Apresentação por Teresa Sá Couto.
Leituras por André Gago.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Novo livro volta d'mar
Rogil
poemas e desenhos
de Henrique Manuel Bento Fialho
Editora: volta d'mar
BRASAS
Enquanto as brasas não se transformam em cinza,
cinzelo no sangue as memórias que ficaram
algures retidas nos enredos da vida.
Não posso deixar que sejam apenas a dança dos canaviais,
os acenos dos pinheiros à passagem do vento.
Não posso permitir que sejam tão-somente memórias,
dois nomes cinzelados no tronco de uma árvore
porventura transformada em carvão, em brasa, em cinza.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Mais logo, em Coimbra
Sessão de apresentação do livro "Tríptico da Súplica", de João Rasteiro, que será apresentado pelo Professor Doutor José Carlos Seabra Pereira (U. C.), no dia 03 de Maio pelas 18h00 na Casa da Escrita (Rua Dr. João Jacintho nº 8, Coimbra - nas proximidades da Torre de Anto).
Este livro (que na verdade é constituído por 3) foi editado nos finais de 2011 no Brasil pela "Escrituras Editora" de São Paulo, na coleção "Ponte Velha", apoiada pelo Ministério da Cultura Portuguesa e Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas.
A sessão contará ainda com leitura de poemas do livro por Cândida Ferreira e Jorge Fragoso e um momento musical pelo grupo de Fado de Coimbra, "Fado ao Centro".
Este livro (que na verdade é constituído por 3) foi editado nos finais de 2011 no Brasil pela "Escrituras Editora" de São Paulo, na coleção "Ponte Velha", apoiada pelo Ministério da Cultura Portuguesa e Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas.
A sessão contará ainda com leitura de poemas do livro por Cândida Ferreira e Jorge Fragoso e um momento musical pelo grupo de Fado de Coimbra, "Fado ao Centro".
sábado, 28 de abril de 2012
Poesia no Olimpo
sexta-feira, 27 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Um livro de poesia a cada dia...
nem sabe o bem que lhe fazia
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Tertúlia em Sintra
Um livro de poesia a cada dia...
nem sabe o bem que lhe fazia

Pedro e Inês: Dolce Stil Nuovo
Nuno Dempster
Edições Sempre-em-pé, 2011
O corpo, a força, o fôlego, essa urgência
em dobrar Inês onde quer que calhe
e em penetrá-la, duro, a descobrir
os músculos secretos, o calor húmido
que nunca se conhece em pormenor
enquanto o amor investe enfurecido.
Assim Pedro cumpriu a Criação,
pese a quem faz da lenda nuvens altas
pois sexo e sono e tudo que é humano
e pode ser gozado é do universo,
livre e total, e não sei porque as figuras
da história não haviam de fazê-lo,
a não ser por receio do ridículo,
quando os corações castos se imaginam
de calças atiradas para o chão
e os saiotes de Inês tão pouco práticos.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Noites com Poemas, em Cascais
Um livro de poesia a cada dia...
nem sabe o bem que lhe fazia

Do outro lado do espelho
Maria João de Carvalho Martins
Lua de Marfim, 2011
Na circunferência da terra, grande é a vinha e nela se contorcem as cepas, amparadas pela espera dos cachos.
Oiço-lhes os carpidos, dissolvidos no assobio do vento e ajeito-lhes as parras de luz e de sombra.
Generosas, pedem-me que beba do bago, a transparência do sangue que lhes adoça a grainha e eu sinto em mim, o calor do néctar que nos une em pertença.
terça-feira, 17 de abril de 2012
Um livro de poesia a cada dia...
nem sabe o bem que lhe fazia
segunda-feira, 16 de abril de 2012
XXII EDITA

Vai realizar-se, de 3 a 5 de Maio, em Punta Umbría, Huelva (Espanha), o XXII EDITA - Encontro Internacional de Editores Independentes, uma organização do Ayuntamiento de Punta Umbría y Diputación Provincial de Huelva, com direcção de Uberto Stabile.
O evento terá, para além das respectivas apresentações de cada editora, exposições, venda de livros, música, performances e recitais.
Participam autores e editores de Espanha, Brasil, Colômbia, Equador, México, Portugal, Peru e Venezuela.
De Portugal marcarão presença:
Bíblia (Lisboa)
Chili com carne (Cascais)
Cosmorama Ediçoes (Bragança)
Mandrágora (Cascais)
No dia 4 de Maio, haverá uma homenagem ao poeta português Rui Costa (recentemente falecido), pelas 19H30, no Teatro del Mar
O evento terá, para além das respectivas apresentações de cada editora, exposições, venda de livros, música, performances e recitais.
Participam autores e editores de Espanha, Brasil, Colômbia, Equador, México, Portugal, Peru e Venezuela.
De Portugal marcarão presença:
Bíblia (Lisboa)
Chili com carne (Cascais)
Cosmorama Ediçoes (Bragança)
Mandrágora (Cascais)
No dia 4 de Maio, haverá uma homenagem ao poeta português Rui Costa (recentemente falecido), pelas 19H30, no Teatro del Mar
Um livro de poesia a cada dia...
nem sabe o bem que lhe fazia
domingo, 15 de abril de 2012
Um livro de poesia a cada dia...
nem sabe o bem que lhe fazia
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Feira do Livro de Poesia e de Banda Desenhada em Cabo Verde
A próxima Feira do Livro de Poesia e de Banda Desenhada vai realizar-se já no próximo dia 14 de Abril (sábado), das 15H00 às 23H00, no Café Palkus do Palácio da Cultura Ildo Lobo (Praia, Cabo Verde).A partir desta data a Feira realizar-se-á todos os sábados, no mesmo local e no mesmo horário.
Nesta Feira há obras de autores portugueses e cabo-verdianos.
Celia de Fréine (poetisa irlandesa) em residência na Casa da Escrita
Celia de Fréine é, a partir de 15 de abril e até dia 30 do mesmo mês, a próxima escritora a residir, temporariamente, na Casa da Escrita, ao abrigo do projecto “Poetas em Residência”, que o espaço acolhe esporadicamente, e que é fruto de uma parceria estabelecida entre a Câmara Municipal de Coimbra e a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
A iniciativa objectiva incentivar a criação e a divulgação poética, bem como apoiar a prática pedagógica e didáctica da Faculdade de Letras, designadamente, através da realização de aulas ou seminários de leitura, da leitura de poemas e/ou realização de workshops por parte dos escritores convidados. Por sua vez, os escritores residentes legarão ao Arquivo Aberto da Casa da Escrita textos produzidos durante a estadia ou por ela motivados podendo, ainda, proferir palestras testemunhais e leituras, ou animar oficinas de escrita criativa.
Neste contexto, a poetisa irlandesa efectuará, na Casa da Escrita, uma leitura de poesia, no próximo dia 18 (quarta-feira), às 18h00. A entrada é livre.
CELIA DE FRÉINE nasceu em Newtownards, Irlanda do Norte, e divide o seu tempo entre Dublin e Connemara.
É poeta, ficcionista, dramaturga, ensaísta, roteirista e libretista, escrevendo em irlandês e Inglês. Traduziu muitos poetas europeus para irlandês e tem conquistado inúmeros prémios, incluindo o “Prémio Patrick Kavanagh” (1994) e “Litríochta Gradam Chlo Iar-Chonnachta” (2004).
Actualmente tem publicado cinco colectâneas de poesia: Faoi Chabáistí é Ríonacha, 2000; Fiacha Fola, 2004; Scarecrows at Newtownards, 2005; Imram: odyssey, 2010; Aibítir Aoise : Alphabet of an Age, 2011.
As peças de Celia de Fréine têm sido amplamente produzidas e representadas e com elas tem conquistado vários prémios de dramaturgia.
Em 2007 o cineasta Biju Viswanath desenvolveu uma série de curtas-metragens baseadas nos seus poemas.
Em 2009, assistiu-se à estreia mundial do filme “Maratona”, no Festival Internacional de Cinema de Nova York, com argumento de Celia Fréine, em associação com Biju Viswanath, que conquistou os prémios de Melhor Roteiro e Melhor Fotografia. Em Julho de 2010 “Rian/Trace”, a curta-metragem que concebeu e escreveu, estreou no Festival Internacional de Cinema de Nova York, onde arrecadou o Prémio para a Melhor Narrativa Curta Internacional.
O Opera Living, em associação com o Opera Ireland, apresentou, em 2009, um desempenho vitrine da ópera “O Conde de Kildare”, no Centro de Artes da Sereia, em Bray, com libreto de Celia de Fréine.
Foi, ainda, roteirista para o TG4, na série “Ros and Run”, entre 1997 e 1999. O primeiro roteiro que escreveu foi indicado para o Celtic e Film Festival de Televisão, em 1998.
A iniciativa objectiva incentivar a criação e a divulgação poética, bem como apoiar a prática pedagógica e didáctica da Faculdade de Letras, designadamente, através da realização de aulas ou seminários de leitura, da leitura de poemas e/ou realização de workshops por parte dos escritores convidados. Por sua vez, os escritores residentes legarão ao Arquivo Aberto da Casa da Escrita textos produzidos durante a estadia ou por ela motivados podendo, ainda, proferir palestras testemunhais e leituras, ou animar oficinas de escrita criativa.
Neste contexto, a poetisa irlandesa efectuará, na Casa da Escrita, uma leitura de poesia, no próximo dia 18 (quarta-feira), às 18h00. A entrada é livre.
CELIA DE FRÉINE nasceu em Newtownards, Irlanda do Norte, e divide o seu tempo entre Dublin e Connemara.É poeta, ficcionista, dramaturga, ensaísta, roteirista e libretista, escrevendo em irlandês e Inglês. Traduziu muitos poetas europeus para irlandês e tem conquistado inúmeros prémios, incluindo o “Prémio Patrick Kavanagh” (1994) e “Litríochta Gradam Chlo Iar-Chonnachta” (2004).
Actualmente tem publicado cinco colectâneas de poesia: Faoi Chabáistí é Ríonacha, 2000; Fiacha Fola, 2004; Scarecrows at Newtownards, 2005; Imram: odyssey, 2010; Aibítir Aoise : Alphabet of an Age, 2011.
As peças de Celia de Fréine têm sido amplamente produzidas e representadas e com elas tem conquistado vários prémios de dramaturgia.
Em 2007 o cineasta Biju Viswanath desenvolveu uma série de curtas-metragens baseadas nos seus poemas.
Em 2009, assistiu-se à estreia mundial do filme “Maratona”, no Festival Internacional de Cinema de Nova York, com argumento de Celia Fréine, em associação com Biju Viswanath, que conquistou os prémios de Melhor Roteiro e Melhor Fotografia. Em Julho de 2010 “Rian/Trace”, a curta-metragem que concebeu e escreveu, estreou no Festival Internacional de Cinema de Nova York, onde arrecadou o Prémio para a Melhor Narrativa Curta Internacional.
O Opera Living, em associação com o Opera Ireland, apresentou, em 2009, um desempenho vitrine da ópera “O Conde de Kildare”, no Centro de Artes da Sereia, em Bray, com libreto de Celia de Fréine.
Foi, ainda, roteirista para o TG4, na série “Ros and Run”, entre 1997 e 1999. O primeiro roteiro que escreveu foi indicado para o Celtic e Film Festival de Televisão, em 1998.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Poesia Reunida de Liberto Cruz
Fernando J.B. Martinho apresenta Poesia Reunida 1956-2011, de Liberto Cruz (edição Palimage), dia 18 de Abril pelas 18h30, na Casa Fernando Pessoa.Leitura de poemas pelo actor Jorge Sequerra.
Liberto Cruz nasceu em Sintra em 1935. Poeta, crítico, ensaísta, biógrafo, tradutor e conferencista é licenciado em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa (1959). Viveu em França de 1967 a 1988.De 1988 a 2000 foi Director da Fundação Oriente em Lisboa. É Presidente da Associação Portuguesa dos Críticos Literários.
Bairro dos Livros no Porto
O movimento dos livreiros e alfarrabistas da baixa nasce para animar o Porto com programação cultural, descontos e horários especiais. A partir de dia 14 de Abril, todos os segundos sábados de cada mês será o dia de irmos todos ao Bairro. O convite para passarmos um dia por mês na companhia de escritores, diseurs, músicos e poetas do Porto é dos livreiros e alfarrabistas da cidade, que querem abrir ao público estes espaços comerciais com um extenso programa cultural, pensado para todos os públicos e para celebrar o livro e os leitores. Com a Campanha "Ler é Perigoso", há ainda um desconto de 20% em todos os livros considerados perigosos, durante o mês de Abril em todos os espaços aderentes, e no dia 14 as livrarias estarão abertas até às 20:00H.
A apresentação do movimento à imprensa acontece este sábado, pelas 14:30H, no Palacete dos Viscondes de Balsemão, no Porto.
PROGRAMAÇÃO:
Abertura:
14h30 :: Palacete dos Viscondes de Balsemão [Pr.Carlos Alberto, 71]
Intervenções: Antero Braga + Valle de Figueiredo + Germano Silva + Luís Cabral + Maria Deolinda Cardoso
Performance: Violoncelo - Ricardo Tauber + Barítono - José de Eça
Oficina Infantil: “Se eu fosse um livro”- Por “Aventuras Urbanas”
16h00 :: Porto d’Honra + Mostra bibliográfica- Por livreiros aderentes
Flashes Poéticos:
16h30 :: Livraria Vieira -Jorge Velhote- Rua das Oliveiras, 14 – 16
17h00 :: Livraria Lumiére -Poesia de Choque- Travessa de Cedofeita, 64 A
17h30 :: Padaria Ribeiro -Guitarra de Filipe Brito- Pr.Guilherme G.Fernandes, 21
18h00 :: INCM -Portugal Poético- Pr. Gomes Teixeira n.º 1 a 7 – Leões
18h30 :: Paraíso do Livro -Col. Lourdes dos Anjos- Rua José Falcão, 214
19h00 :: Livraria Lello -Col. Suzana Guimaraens- Rua das Carmelitas, 144
Cinema, Música e Poesia:
21h30 :: Cineclube -Filmes do Arquivo CCP- Café Progresso, Rua Actor João Guedes nº5
22h30 :: Liv. Biblioteca Musical - Poesia com Ana Afonso, Celeste Pereira, Rui Pena, Música com Ricardo Tauber, Vasco Pereira de Sousa, Filipe Brito- Rua de Cândido dos Reis, 117
Campanhas:
Em ABRIL “Ler é Perigoso”
Campanha mensal de desconto de 20% nos livros considerados perigosos.
No dia em que vamos ao “Bairro dos Livros” há desconto de 20% em todos os livros e as Livrarias aderentes estão abertas até às 20h00.
Procure pelo logo do Bairro nas livrarias e descubra todas as campanhas de apoio à leitura que temos para si, todos os dias, todos os meses.
Também online: http://bairrodoslivros.wordpress.com
segunda-feira, 9 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
8.ª Feira do Livro de Poesia e de Banda Desenhada em Cabo Verde
A 8.ª Feira do Livro de Poesia e de Banda Desenhada vai realizar-se já no próximo dia 7 de Abril (sábado), das 10H00 às 20H00, no Pátio do Café Palkus do Palácio da Cultura Ildo Lobo (Praia, Cabo Verde).Esta é uma feira que, apesar de pequena, tem crescido de edição para edição e no próximo sábado, dia 7, terá à disposição dos leitores mais de 350 títulos.
Inicialmente apenas de poesia, a feira foi abrindo espaço para a Banda Desenhada, que, hoje, ocupa um lugar de destaque.
As novidades na poesia são muitas: para além dos livros de Abraão Vicente, António José Ventura, Américo Teixeira Moreira, Casimiro de Brito, Fátima Oliveira, Fernando Cabrita, Fernando Saiote, Filinto Elísio, Gabriela Rocha Martins, Graça Magalhães, Graça Pires, João Silveira, João Tomaz Parreira, Jorge Bicho, José Luiz Tavares, Lídia Borges, Maria Azenha, Mike Silves, Myriam Jubilot de Carvalho, Paulo Afonso Ramos, Paulo Eduardo Campos, Pedro S. Martins, Pedro Tiago, Raymond Farina, Tatiana Faia, Tinudu e Victor Oliveira Mateus, haverá ainda obras de Augusto Gil, Carlos Nejar, Manuel Alegre, Luís Filipe Castro Mendes, Luís Quintais, Valter Hugo Mãe, António Salvado, Clara Pinto Correia (entre outros) e, ainda, o recente livro de poesia de Rui Almeida "Cadernos de Milfontes."
E, atenção aficionados da Banda Desenhada! Nesta área também há muitas novidades: os álbuns "O Menino Triste" de João Mascarenhas ("A Essência" e o recém-editado "Punk Redux"), para além de uma série de mini-álbuns da Polvo dos seguintes autores: José Abrantes, Felipe H. Cova e M. Brouillard, James Kochalka, Blanquet, Filipe Abranches, Alain Corbel, Pedro Brito, Andreas Dierssen e Ulf K., Carlos Rico, Maria Bjorklund, Jakob Klemencic, Baladi, Derradé, Matthias Lehmann, Lazare Katsimbalis e Marcel Ruijters.
Também há revistas da Marvel, "cadáveres esquisitos" e muitos fanzines e fanálbuns para todos os gostos. O Fazine "Efeméride" também estará presente, com todos os números editados, nomeadamente a edição comemorativa sobre Tintim.
Mas há mais uma novidade: a Feira do Livro de Poesia e de Banda Desenhada vai editar um fanzine de Poesia e Banda Desenhada com obras de jovens cabo-verdianos. Assim sendo, se tens até 30 anos e escreves Poesia ou fazes Banda Desenha (ou Ilustração) dirige-te à Feira no próximo dia 7 de Abril e informa-te como podes participar neste fanzine colectivo.
Para além dos livros de poesia e de banda desenhada, a feira tem também prosa/ficção, história/arqueologia, literatura infantil, revistas literárias e postais de poesia visual.
Inicialmente apenas de poesia, a feira foi abrindo espaço para a Banda Desenhada, que, hoje, ocupa um lugar de destaque.
As novidades na poesia são muitas: para além dos livros de Abraão Vicente, António José Ventura, Américo Teixeira Moreira, Casimiro de Brito, Fátima Oliveira, Fernando Cabrita, Fernando Saiote, Filinto Elísio, Gabriela Rocha Martins, Graça Magalhães, Graça Pires, João Silveira, João Tomaz Parreira, Jorge Bicho, José Luiz Tavares, Lídia Borges, Maria Azenha, Mike Silves, Myriam Jubilot de Carvalho, Paulo Afonso Ramos, Paulo Eduardo Campos, Pedro S. Martins, Pedro Tiago, Raymond Farina, Tatiana Faia, Tinudu e Victor Oliveira Mateus, haverá ainda obras de Augusto Gil, Carlos Nejar, Manuel Alegre, Luís Filipe Castro Mendes, Luís Quintais, Valter Hugo Mãe, António Salvado, Clara Pinto Correia (entre outros) e, ainda, o recente livro de poesia de Rui Almeida "Cadernos de Milfontes."
E, atenção aficionados da Banda Desenhada! Nesta área também há muitas novidades: os álbuns "O Menino Triste" de João Mascarenhas ("A Essência" e o recém-editado "Punk Redux"), para além de uma série de mini-álbuns da Polvo dos seguintes autores: José Abrantes, Felipe H. Cova e M. Brouillard, James Kochalka, Blanquet, Filipe Abranches, Alain Corbel, Pedro Brito, Andreas Dierssen e Ulf K., Carlos Rico, Maria Bjorklund, Jakob Klemencic, Baladi, Derradé, Matthias Lehmann, Lazare Katsimbalis e Marcel Ruijters.
Também há revistas da Marvel, "cadáveres esquisitos" e muitos fanzines e fanálbuns para todos os gostos. O Fazine "Efeméride" também estará presente, com todos os números editados, nomeadamente a edição comemorativa sobre Tintim.
Mas há mais uma novidade: a Feira do Livro de Poesia e de Banda Desenhada vai editar um fanzine de Poesia e Banda Desenhada com obras de jovens cabo-verdianos. Assim sendo, se tens até 30 anos e escreves Poesia ou fazes Banda Desenha (ou Ilustração) dirige-te à Feira no próximo dia 7 de Abril e informa-te como podes participar neste fanzine colectivo.
Para além dos livros de poesia e de banda desenhada, a feira tem também prosa/ficção, história/arqueologia, literatura infantil, revistas literárias e postais de poesia visual.
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