quinta-feira, 7 de maio de 2015
«Pôr as pernas do lado da cabeça e partir» de Carlos Alberto Machado
No dia 9 de Maio pelas 21H30, será apresentado o livro “Pôr as pernas do lado da cabeça e partir” de Carlos Alberto Machado (Edições 50kg), no espaço Sismógrafo (Praça dos Poveiros, 56 - Porto) e contará com a presença do autor.
O título deste livro, que é um único poema com vinte e duas páginas, pode ser encontrado no verso final de um poema publicado em A Realidade Inclinada (ed. Averno 2003).
Carlos Alberto Machado, nasceu em Lisboa em 1954, e actualmente vive na ilha do Pico. É professor, dinamizador cultural, editor, ensaísta, poeta, dramaturgo e encenador. Foi professor de teoria e investigação nas licenciaturas de Teatro da Universidade de Évora e da Escola Superior de Teatro e Cinema. Tem vários livros publicados e colaborou em várias revistas. Destaca-se em teatro o livro “Teatro da Cornucópia: As Regras do Jogo” (Frenesi, 1999) e “Teatro Independente em Portugal. 1974-1994” (Acarte, 1994) e “5 Cervejas para Virgílio” (&etc, 2009); e na poesia tem livros editados em editoras como a Assírio & Alvim, a &etc, e a Averno.
O título deste livro, que é um único poema com vinte e duas páginas, pode ser encontrado no verso final de um poema publicado em A Realidade Inclinada (ed. Averno 2003).
Carlos Alberto Machado, nasceu em Lisboa em 1954, e actualmente vive na ilha do Pico. É professor, dinamizador cultural, editor, ensaísta, poeta, dramaturgo e encenador. Foi professor de teoria e investigação nas licenciaturas de Teatro da Universidade de Évora e da Escola Superior de Teatro e Cinema. Tem vários livros publicados e colaborou em várias revistas. Destaca-se em teatro o livro “Teatro da Cornucópia: As Regras do Jogo” (Frenesi, 1999) e “Teatro Independente em Portugal. 1974-1994” (Acarte, 1994) e “5 Cervejas para Virgílio” (&etc, 2009); e na poesia tem livros editados em editoras como a Assírio & Alvim, a &etc, e a Averno.
domingo, 3 de maio de 2015
Poesia no bar d'A Barraca
Poesia às Quintas com Miguel Martins
134ª sessão
Bar a Barraca
7 de Maio 22H30
Entrada livre
«MM, em solo absoluto, lerá, na íntegra, o seu livrinho “fôlego sem folga” (Língua Morta, 2012), por muitos considerado uma obra-prima da irrelevância.
São 15 páginas de texto corrido, pelo que talvez seja boa ideia precaverem-se com uma sandes e duas minis (ou, em alternativa, um bagaço triplo) antes do início.
Ainda assim, quem não aparecer é porque guarda com carinho uma série de gravações do Zecchino d'Oro em Beta e VHS.»
(Miguel Martins dixit)
134ª sessão
Bar a Barraca
7 de Maio 22H30
Entrada livre
«MM, em solo absoluto, lerá, na íntegra, o seu livrinho “fôlego sem folga” (Língua Morta, 2012), por muitos considerado uma obra-prima da irrelevância.
São 15 páginas de texto corrido, pelo que talvez seja boa ideia precaverem-se com uma sandes e duas minis (ou, em alternativa, um bagaço triplo) antes do início.
Ainda assim, quem não aparecer é porque guarda com carinho uma série de gravações do Zecchino d'Oro em Beta e VHS.»
(Miguel Martins dixit)
sexta-feira, 1 de maio de 2015
segunda-feira, 27 de abril de 2015
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Poesia de São Tomé e Príncipe na Casa Fernando Pessoa
No âmbito da iniciativa «8 Séculos de Língua Portuguesa», terá lugar no próximo dia 28 de Abril, na Casa Fernando Pessoa, uma tertúlia poética dedicada à poesia de São Tomé e Príncipe, pelas 18H00.
Esta tertúlia contará com a presença da escritora são-tomense Olinda Beja como principal oradora e, depois de uma breve preleção sobre a literatura santomense, terá lugar uma declamação de poesia em que, no final, o público poderá participar.
Esta tertúlia contará com a presença da escritora são-tomense Olinda Beja como principal oradora e, depois de uma breve preleção sobre a literatura santomense, terá lugar uma declamação de poesia em que, no final, o público poderá participar.
Poesia no bar d'A Barraca
Poesia às Quintas com Miguel Martins
133ª sessão
Bar a Barraca
30 de Abril 22H30
Entrada grátis
«Poeta, tradutora e académica, Margarida Vale de Gato começou o seu percurso artístico – poucos o sabem – como domadora de leões no Circo Mariano.
Na próxima 5ª, ao lado de MM, provar-nos-á, de uma vez por todas, que não só 2+2=4 como Colombo era português (da Damaia, para ser exacto).
Quem não aparecer é porque gosta de namorar ao som de Anthrax featuring Nuno da Câmara Pereira, ou seja, aquela faixa cujo refrão diz assim: “Eu tive um cavalo ruço, que se chamava Satã…”.»
(Miguel Martins dixit)
133ª sessão
Bar a Barraca
30 de Abril 22H30
Entrada grátis
«Poeta, tradutora e académica, Margarida Vale de Gato começou o seu percurso artístico – poucos o sabem – como domadora de leões no Circo Mariano.
Na próxima 5ª, ao lado de MM, provar-nos-á, de uma vez por todas, que não só 2+2=4 como Colombo era português (da Damaia, para ser exacto).
Quem não aparecer é porque gosta de namorar ao som de Anthrax featuring Nuno da Câmara Pereira, ou seja, aquela faixa cujo refrão diz assim: “Eu tive um cavalo ruço, que se chamava Satã…”.»
(Miguel Martins dixit)
domingo, 19 de abril de 2015
Poesia no bar d'A Barraca
Poesia às Quintas com Miguel Martins
132ª sessão
Bar a Barraca
23 de Abril 22H30
Entrada livre
«AFORISMOS, MÁXIMAS, FRAGMENTOS. 2ª sessão.
Quem não aparecer é porque anda a escrever um texto em castelhano intitulado Platero soy yo.
P.S.: Na foto, o nosso magnífico diseur montado num monumento ao referido jerico, na casa de Juan Ramón Jiménez, em Moguer, Andaluzia. Ou seja: um burro a cavalo noutro.»
(Miguel Martins dixit)
132ª sessão
Bar a Barraca
23 de Abril 22H30
Entrada livre
«AFORISMOS, MÁXIMAS, FRAGMENTOS. 2ª sessão.
Quem não aparecer é porque anda a escrever um texto em castelhano intitulado Platero soy yo.
P.S.: Na foto, o nosso magnífico diseur montado num monumento ao referido jerico, na casa de Juan Ramón Jiménez, em Moguer, Andaluzia. Ou seja: um burro a cavalo noutro.»
(Miguel Martins dixit)
quarta-feira, 15 de abril de 2015
«Fugas Poéticas» em São João da Madeira
No dia 21 de Abril às 21H30, ocorrerá a 11ª "Fuga Poética" mensal na Confeitaria "Colmeia" em São João da Madeira.
Esta sessão continuará marcada pelo tema (facultativo) da Liberdade (uma vez que estamos no mês comemorativo do 41º Aniversário da Revolução do 25 de Abril de 1974) e por mais um momento poético de homenagem a Herberto Hélder.
Esta sessão continuará marcada pelo tema (facultativo) da Liberdade (uma vez que estamos no mês comemorativo do 41º Aniversário da Revolução do 25 de Abril de 1974) e por mais um momento poético de homenagem a Herberto Hélder.
terça-feira, 14 de abril de 2015
Apresentação na Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada
Vai ter lugar no dia 18 de Abril, pelas 17H30, na Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada, a apresentação do livro «as palavras mais simples» de Gisela Gracias Ramos Rosa (Poética Edições).
Apresentação por Ricardo Gil Soeiro
Acompanhamento musical, em guitarra clássica de 10 cordas, por João Bengala
A Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada fica na Rua Professor Sousa da Câmara, 156 - Lisboa (Campolide, às Amoreiras).
Apresentação por Ricardo Gil Soeiro
Acompanhamento musical, em guitarra clássica de 10 cordas, por João Bengala
A Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada fica na Rua Professor Sousa da Câmara, 156 - Lisboa (Campolide, às Amoreiras).
«Vizinhança de Olhares» na Figueira da Foz
Depois de Leiria e Porto de Mós, o projecto poético-fotográfico «Vizinhança de Olhares» de Paulo José Costa e Sara Fabião irá agora para o CAE - Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz.
A inauguração (com leitura de poemas e apontamentos musicais) terá lugar no dia 18 de Abril, pelas 16H00.
A inauguração (com leitura de poemas e apontamentos musicais) terá lugar no dia 18 de Abril, pelas 16H00.
domingo, 12 de abril de 2015
Poesia no bar d'A Barraca
Poesia às Quintas com Miguel Martins
131ª sessão
Bar a Barraca
16 de Abril, 22H30
Entrada livre
«Ary dos Santos. De novo. Sempre.
Leitura integrada nas comemorações do Dia Internacional da Voz.
Quem, em podendo, não aparecer é porque é aquilo a que, em castelhano, se chama um jilipoya.»
(Miguel Martins dixit)
131ª sessão
Bar a Barraca
16 de Abril, 22H30
Entrada livre
«Ary dos Santos. De novo. Sempre.
Leitura integrada nas comemorações do Dia Internacional da Voz.
Quem, em podendo, não aparecer é porque é aquilo a que, em castelhano, se chama um jilipoya.»
(Miguel Martins dixit)
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Leitura de livros da Tea For One por Miguel Martins na Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada
Sábado, 11 de Abril de 2015, pelas 17H00
na Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada:
Leitura de livros da tea for one
Leituras: Miguel Martins
Acompanhamento musical por: George Haslam (saxofone) e João Pedro Viegas (saxofone).
Miguel Martins, poeta, nasceu em 1969.
Formado em arqueologia, é autor, crítico, editor e tradutor.
Publicou: Seis poemas para uma morte (1995), Muhípiti (1997), Loony Toons (G.E.I.C., 1997), Jazz e Literatura (Campo das Letras, 1998), Atol (Clube dos Poetas Vivos, 2002), Cirrose (Fenda, 2003), Penúltimos Cartuchos (Tea for One, 2008), O Taberneiro (Poesia Incompleta, 2010), Proibida a entrada a animais (excepto cães-guia) (Língua Morta, 2010), Lérias (Averno, 2011), A Metafísica das T-Shirts Brancas (Edições 50Kg, 2012), Fôlego sem folga (Língua Morta, 2012), 1 Homem Sozinho (Língua Morta, 2012), Cãibra (Ediresistência, 2012), Jugo (Pulcino Elefante, 2013), A Favola da Medusa: Prolegómenos, ou Embalagem de Iogurte com Arco (Momo, 2013), Cotão (&etc, 2014), Cadáveres Esquisitos (Do Lado Esquerdo, 2015).
Lê poesia, às quintas-feiras, no bar do Teatro A Barraca.
Fundou a editora tea for one em 2008.
---
George Haslam, barítono sax e tarogato, nasceu em Inglaterra em 1939.
Fundou em 1989, em Haslam, a ainda activa editora SLAM Productions, que conta com mais de 100 títulos editados. Elton Dean, Lol Coxhill, John Law, Paul Dunmall, Keith Tippett, Howard Riley, Neil Metcalfe, a nata do free jazz e free improv britânica e americana (Mal Waldron, Steve Lacy, etc.) são alguns dos artistas a quem George Haslam abriu as portas da SLAM e concedeu extensa exposição discográfica.
Liderou o primeiro grupo de jazz britânico a tocar em Cuba em 1986, e a primeira Jazzman britânica a tocar na Argentina, em 1989.
Fez tours internacionais na Argentina, EUA, Canadá, Cuba, República Checa, China, Rússia, Ucrânia, Hungria, Eslováquia, México, Alemanha, Finlândia, Irlanda, Portugal, Estónia, Letónia, Jugoslávia, Bélgica e França – incluindo alguns dos mais importantes festivais de jazz do mundo em Havana, Buenos Aires, Praga, Hong Kong, Guanajuato, Kiev, Budapeste e Finlândia.
---
João Pedro Viegas, enquanto músico tocou em concertos e/ou sessões de gravação com os músicos Rashiim Ausar Sahu, Paulo Curado, Rodrigo Amado, Sei Miguel, Nuno Rebelo, Carlos “Zíngaro”, Wade Mathews, Patrick Brennan, entre muitos outros.
Enquanto jornalista, colaborou nas revistas "All Jazz", "Oro Molido", "Tomajazz" e "Jazz.pt".
Enquanto programador musical, foi director artístico do “Jazz ao Centro, Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra" em 2003 e 2004.
Não faltem!
na Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada:
Leitura de livros da tea for one
Leituras: Miguel Martins
Acompanhamento musical por: George Haslam (saxofone) e João Pedro Viegas (saxofone).
Miguel Martins, poeta, nasceu em 1969.
Formado em arqueologia, é autor, crítico, editor e tradutor.
Publicou: Seis poemas para uma morte (1995), Muhípiti (1997), Loony Toons (G.E.I.C., 1997), Jazz e Literatura (Campo das Letras, 1998), Atol (Clube dos Poetas Vivos, 2002), Cirrose (Fenda, 2003), Penúltimos Cartuchos (Tea for One, 2008), O Taberneiro (Poesia Incompleta, 2010), Proibida a entrada a animais (excepto cães-guia) (Língua Morta, 2010), Lérias (Averno, 2011), A Metafísica das T-Shirts Brancas (Edições 50Kg, 2012), Fôlego sem folga (Língua Morta, 2012), 1 Homem Sozinho (Língua Morta, 2012), Cãibra (Ediresistência, 2012), Jugo (Pulcino Elefante, 2013), A Favola da Medusa: Prolegómenos, ou Embalagem de Iogurte com Arco (Momo, 2013), Cotão (&etc, 2014), Cadáveres Esquisitos (Do Lado Esquerdo, 2015).
Lê poesia, às quintas-feiras, no bar do Teatro A Barraca.
Fundou a editora tea for one em 2008.
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George Haslam, barítono sax e tarogato, nasceu em Inglaterra em 1939.
Fundou em 1989, em Haslam, a ainda activa editora SLAM Productions, que conta com mais de 100 títulos editados. Elton Dean, Lol Coxhill, John Law, Paul Dunmall, Keith Tippett, Howard Riley, Neil Metcalfe, a nata do free jazz e free improv britânica e americana (Mal Waldron, Steve Lacy, etc.) são alguns dos artistas a quem George Haslam abriu as portas da SLAM e concedeu extensa exposição discográfica.
Liderou o primeiro grupo de jazz britânico a tocar em Cuba em 1986, e a primeira Jazzman britânica a tocar na Argentina, em 1989.
Fez tours internacionais na Argentina, EUA, Canadá, Cuba, República Checa, China, Rússia, Ucrânia, Hungria, Eslováquia, México, Alemanha, Finlândia, Irlanda, Portugal, Estónia, Letónia, Jugoslávia, Bélgica e França – incluindo alguns dos mais importantes festivais de jazz do mundo em Havana, Buenos Aires, Praga, Hong Kong, Guanajuato, Kiev, Budapeste e Finlândia.
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João Pedro Viegas, enquanto músico tocou em concertos e/ou sessões de gravação com os músicos Rashiim Ausar Sahu, Paulo Curado, Rodrigo Amado, Sei Miguel, Nuno Rebelo, Carlos “Zíngaro”, Wade Mathews, Patrick Brennan, entre muitos outros.
Enquanto jornalista, colaborou nas revistas "All Jazz", "Oro Molido", "Tomajazz" e "Jazz.pt".
Enquanto programador musical, foi director artístico do “Jazz ao Centro, Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra" em 2003 e 2004.
Não faltem!
quinta-feira, 2 de abril de 2015
quarta-feira, 1 de abril de 2015
terça-feira, 31 de março de 2015
Poesia no bar d'a Barraca
Poesia às Quintas com Miguel Martins
129ª sessão
Bar a Barraca
2 de Abril 22H30
Entrada livre
«Miguel Cardoso. Que dizer acerca de Miguel Cardoso que não se ache, há muito, fixado em várias enciclopédias e manuais, não só de literatura como de um sem-número de artes e ciências em que o vate é mestre, do origami à radiestesia?
Apenas que, na próxima 5ª, Cardoso se juntará a Martins para uma leitura de detrás da orelha.
E que quem não aparecer é porque gosta de fazer coisas pouco aconselháveis com répteis de médio-porte.»
(Miguel Martins dixit)
129ª sessão
Bar a Barraca
2 de Abril 22H30
Entrada livre
«Miguel Cardoso. Que dizer acerca de Miguel Cardoso que não se ache, há muito, fixado em várias enciclopédias e manuais, não só de literatura como de um sem-número de artes e ciências em que o vate é mestre, do origami à radiestesia?
Apenas que, na próxima 5ª, Cardoso se juntará a Martins para uma leitura de detrás da orelha.
E que quem não aparecer é porque gosta de fazer coisas pouco aconselháveis com répteis de médio-porte.»
(Miguel Martins dixit)
quinta-feira, 26 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
A Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada vai a Faro!
A Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada vai participar no 2.º Festival de Poesia de Faro que se realizará de 19 a 22 de Março na Cidade Velha de Faro, comemorando o Dia Mundial da Poesia.
Nesta segunda edição do Festival, que tem por objectivo aproximar a poesia do público, dar a conhecer novos poetas nacionais e aproximar o diálogo entre a poesia e outras disciplinas artísticas, acontecerão oficinas de escrita, leituras de poesia, performances, debates, conversas com autores e feiras do livro.
A convite da organização do Festival, a Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada desloca-se para Faro e estará nos claustros do Museu Municipal de Faro nos dias 21 e 22 de Março, das 10H00 às 20H00, com uma mostra de vários milhares de livros de poesia e banda desenhada.
Livros em primeira e segunda mão, peças raras de alfarrabista, livros de artista, edições de autor, livros de editoras independentes, fanzines, revistas literárias, livros que cruzam a poesia e banda desenhada…
E, ainda, uma banca totalmente dedicada a África, com livros de poesia, banda desenhada e prosa de autores africanos da lusofonia.
O Festival Poesia & Companhia é organizado pela Associação Ar Quente e estende-se a todos os espaços da cidade (galerias, restauração, ruas, escolas secundárias, Museu Municipal, açoteias, Fábrica da Cerveja, etc.).
Nos espaços ao ar livre da Vila Adentro haverá um estendal de poemas e um marco do correio para as pessoas enviarem cartas com poemas a quem desejarem.
De entre várias outras iniciativas, no sábado 21 de Março irá realizar-se o debate "Para que serve a poesia na sociedade de consumo?" no Museu Municipal de Faro, com Ana Soares e João Minhoto Marques (Universidade do Algarve), João Sousa (Escola Sec. Tomás Cabreira), Inês Ramos (Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada) e Luís Ene (moderador).
Venham a Faro comemorar o Dia Mundial da Poesia!
Programa completo:
Nesta segunda edição do Festival, que tem por objectivo aproximar a poesia do público, dar a conhecer novos poetas nacionais e aproximar o diálogo entre a poesia e outras disciplinas artísticas, acontecerão oficinas de escrita, leituras de poesia, performances, debates, conversas com autores e feiras do livro.
A convite da organização do Festival, a Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada desloca-se para Faro e estará nos claustros do Museu Municipal de Faro nos dias 21 e 22 de Março, das 10H00 às 20H00, com uma mostra de vários milhares de livros de poesia e banda desenhada.
Livros em primeira e segunda mão, peças raras de alfarrabista, livros de artista, edições de autor, livros de editoras independentes, fanzines, revistas literárias, livros que cruzam a poesia e banda desenhada…
E, ainda, uma banca totalmente dedicada a África, com livros de poesia, banda desenhada e prosa de autores africanos da lusofonia.
O Festival Poesia & Companhia é organizado pela Associação Ar Quente e estende-se a todos os espaços da cidade (galerias, restauração, ruas, escolas secundárias, Museu Municipal, açoteias, Fábrica da Cerveja, etc.).
Nos espaços ao ar livre da Vila Adentro haverá um estendal de poemas e um marco do correio para as pessoas enviarem cartas com poemas a quem desejarem.
De entre várias outras iniciativas, no sábado 21 de Março irá realizar-se o debate "Para que serve a poesia na sociedade de consumo?" no Museu Municipal de Faro, com Ana Soares e João Minhoto Marques (Universidade do Algarve), João Sousa (Escola Sec. Tomás Cabreira), Inês Ramos (Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada) e Luís Ene (moderador).
Venham a Faro comemorar o Dia Mundial da Poesia!
Programa completo:
(clicar para ampliar)
segunda-feira, 16 de março de 2015
Lançamento do livro «Deusa da Transparência» de Joana Lapa
Vai realizar-se, no dia 21 de Março pelas 16H30, na Biblioteca Nacional de Portugal (Campo Grande), o lançamento do livro de poesia «Deusa da Transparência» de Joana Lapa (pseudónimo de Maria João Fernandes).
O livro foi editado pela
Afrontamento, ilustrado com fotografias de Manuel Magalhães e prefaciado por
Robert Bréchon e por Maria João Fernandes.
O evento reunirá várias artes: a poesia dita
por Carmen Santos, as artes
plásticas, presentes no diaporama de António Sousa Dias sobre o tema do livro e com música de Cândido
Lima e a dança, com Ana Silva
dirigida por Paula Pinto (ex primeira
bailarina do Ballet Gulbenkian).
Diogo Dória lerá o texto de Robert Bréchon e Maria João Fernandes fará uma breve reflexão sobre a relação do arquétipo presente no seu livro com o mesmo tema na história de arte.
(Maria João Fernandes)
Do prefácio de Robert Bréchon a Deusa da Transparência, destacamos: «Este livro é uma invocação à “deusa”. Há uma dimensão quase religiosa nesta palavra; e mesmo se não é uma verdadeira adjuração, se não toma nunca o aspeto de uma prece ou de um pedido, a oração poética testemunha antes de mais da espera de uma revelação. A “deusa” é a promessa de uma vida nova, a verdadeira vida, como disse Rimbaud, onde nos sentimos verdadeiramente no mundo. O paradoxo deste livro fascinante, é que pela virtude do verbo poético, a jovem apresentada como modelo, de uma beleza completamente humana, se torna esta “deusa”. Assim, como as jovens polinésias pintadas por Gauguin, a jovem “mulher florescida” ou “uma jovem em flor?” torna-se um ser mágico, cuja presença reencanta o mundo. Inúmeras imagens poéticas ilustram este esplendor: imagens de brilho, de brancura, de frutos, de pássaros, de ouro, de nácar. A imaginação da poetisa, no seu fervor, vai ao ponto de despojar a “deusa” da sua carne de ser vivo para não ver nela senão o que lhe é anterior, original, eterno. O que o seu olhar tem de original, é que a sua admiração, a sua devoção, a sua alegria, não caiem jamais na “espiritualidade”. Ela é tão “pagã” como os pastores da Arcádia ou como Alberto Caeiro, o heterónimo de Pessoa, que recusa qualquer interioridade. Há um êxtase terrestre (ou aqui marinho), tão violento, tão inebriante, tão vertiginoso como o dos místicos.
A perfeição da escrita poética está em conseguir, apenas com as palavras, ir ao encontro de um espaço e de um tempo estranhos à linguagem, um canto sem palavras e sem música, o silêncio original, inaudível, incompreensível, impensável. A deusa da transparência não é contudo uma abstração, ela é a vida ela mesma, devolvida à sua verdade absoluta. E como para Nietzsche, o signo desta plenitude nova, reencontrada, é a dança.»
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