segunda-feira, 4 de julho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Poesia à la carte
Textos: Vários autores de língua portuguesaEncenação, pesquisa e selecção de textos: Cristina Paiva e Fernando Ladeira
Textos ditos por: Cristina Paiva
Produção: Andante Associação Artística
Performance construída a partir de uma ideia original de Rosetta Martellin e da sua Jukebox di Poesia
Estreia: dias 25 e 26 de Junho a partir das 14H30 na Fábrica da Pólvora em Oeiras, integrada no Festival Internacional de Histórias de Ida e Volta.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Jornadas Modernistas
sábado, 18 de junho de 2011
Amar a Vida Inteira, de Casimiro de Brito
Serão lidos poemas pelo autor e pela actriz Silvia Brito.
Casa Fernando Pessoa, 21 de Junho, 18h30.
Casa Fernando Pessoa, 21 de Junho, 18h30.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Amadeu Baptista vence Prémio Literário António Cabral (Vila Real)
O júri do Prémio Literário ‘António Cabral’ decidiu, por unanimidade, declarar vencedor original Sistina, de Miguel Bravo, pseudónimo de Amadeu Baptista (n. 1953).Em quase trinta anos de edição – onde já se entreviam inspirações bíblicas, como tentações, ismaelitas e Nínive –, a discursividade deste poeta eleva, agora, suas repetições, anáforas, copulativas, pronomes pessoais, tempos de um verbo novo e metáforas à altura do salmo, entre Velho e Novo Testamento, com figurações crísticas e pagãs, num balancear que a arquitectura da Capela Sistina promove e euforiza.
A leitura de espaço maior da Cristandade assenta na relação ecfrástica (processo regular no premiado) entre arquitectura, pintura fortemente individualizada e poesia, constituindo inesperada revisão da história da Humanidade. Esse balanço ou alternância é também oposição e equivalência, em que se alicerça a composição do livro, à imagem do Livro: parede da ala esquerda, parede da ala direita, fechando, além, com a morte de Moisés e, aqui, com a Última Ceia; chão, tecto – e, neste, profetas versus sibilas, com, nos painéis centrais, quadros genesíacos e cenas pouco edificantes. São quarenta poemas – o número 40 tem forte significado na Bíblia – coroados por um Juízo Final que é louvor da arte e sua capacidade ressurreccional.
Na conseguida unidade do conjunto, em revisitação de um locus nunca extensivamente cuidado na nossa lírica, ressuma o ouro de uma inesperada religiosidade.
Tinham-se apresentado a concurso 43 trabalhos, alguns de notável qualidade.
A data e programa da sessão de entrega do Prémio serão oportunamente divulgados.
(texto do blogue de Amadeu Baptista)
Mais logo, na Casa Fernando Pessoa
Apresentação de «Noite e Dia da mesma Luz: Aspectos da Poesia de Eugénio de Andrade», de Federico Bertolazzi:Dia 14 de Junho, pelas 18H30, na Casa Fernando Pessoa.
Apresentação a cargo de Fernando J.B. Martinho.
Será projectada uma vídeo-antologia de Eugénio de Andrade em que o poeta, magistralmente, lê os seus poemas.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
«O Festival Silêncio afirma-se como um evento internacional que dá voz às novas tendências artísticas e novas expressões urbanas em torno da literatura e do seu cruzamento com as outras artes que tem vindo a procurar posicionar Lisboa como capital da palavra.Inserindo-se na rota dos festivais internacionais transdisciplinares em torno da palavra dita concebemos um festival literário inovador que dinamiza um conjunto de equipamentos culturais da cidade criando um palco multidisciplinar que, desde a primeira edição em 2009, tem vindo a trazer a Lisboa grandes nomes da cena literária e artística internacional. Atentos aos novíssimos movimentos que cruzam a palavra com a música, artes cénicas ou vídeo e imprimem à poesia uma nova dimensão, desafiamos criadores nacionais e estrangeiros de diversas áreas a apresentarem projectos que cruzem a palavra com as diferentes artes, espelhando assim a vitalidade dos novos movimentos em torno da palavra dita. Esses movimentos, ao invadirem os palcos de inúmeros festivais internacionais, vêm comprovar a sua enorme relevância na criação artística contemporânea; nomeadamente no contexto da transdisciplinaridade e cruzamento com outras artes e na transversalidade dos seus públicos. Através de espectáculos de spoken word, poetry slam, conferências, film poetry, documentários, workshops, instalações, performances, lançamentos e leituras encenadas, o Festival Silêncio aposta na transversalidade e abre caminho para a conquista de novos públicos. Nesse sentido, o Festival Silêncio pretende não só dar a conhecer o trabalho de alguns dos artistas internacionais mais proeminentes desses novos movimentos, como também promover a criação de projectos a nível nacional provocando encontros entre jovens artistas estreantes e oriundos de diferentes áreas.»
Poetry Slam: inscrições até 19 de Junho.
Todas as informações aqui: http://www.festivalsilencio.com
domingo, 12 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
Fernando Cabrita editado em França
O Consulado Geral de Portugal em França vai apresentar em Paris o livro DOUZE POÉMES DE SAUDADE de Fernando Cabrita, editado em Paris no passado mês pelas Editions l'Harmattan.A apresentação decorrerá no dia 17 de Junho, pelas 18H30, no Salão Eça de Queirós, do Consulado, e estará a cargo de Paulo Dentinho (correspondente da RTP em França) e de François Louis Blanc (escritor e tradutor do texto para francês).
Consulat Général du Portugal à Paris: 6, Rue Georges Berger – Paris
quarta-feira, 8 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011

A Editora Labirinto e a Livraria Capítulos Soltos convidam para a apresentação do livro «REFLEXÕES À BOCA DE CENA», de João Ricardo Lopes.
A sessão terá lugar no próximo dia 11 de Junho (sábado), pelas 18 horas, na Livraria Capítulos Soltos, sita na Rua de Santo André, 93 RC- Braga.
A apresentação estará a cargo de Marta Peixoto e contará com a presença do autor e da tradutora da obra Bernarda Esteves, docente do Instituto de Letras da Universidade do Minho.
A sessão terá lugar no próximo dia 11 de Junho (sábado), pelas 18 horas, na Livraria Capítulos Soltos, sita na Rua de Santo André, 93 RC- Braga.
A apresentação estará a cargo de Marta Peixoto e contará com a presença do autor e da tradutora da obra Bernarda Esteves, docente do Instituto de Letras da Universidade do Minho.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
"Não, não, não subscrevo"
Um poema de Jorge de Sena, escrito em 1976, na voz de André Gago.
(Uma produção do Teatro Instável)
www.teatroinstavel.com
www.bloginstavel.blogspot.com
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Correio electrónico acabadinho de chegar do Brasil:
From: Ernesto de Melo e Castro
To: Porosidade Etérea
Re: Dia Mundial da Poesia - 21 de Março
Querida Inês Ramos
Como vais tu? Eu só agora te envio um poema que já deveria ter ido... mas tenho viajado um pouco neste imenso Brasil... sempre com a poesia!
O poema vai em anexo.
Beijos amigos do Ernesto
.....................
HAN SHAN DO SÉCULO XXI
No dia mundial da poesia vou ler um poema no alto da Serra da Mantiqueira para uma ilustre assembleia de árvores remanescentes da Floresta Atlântica, na divisa entre os estados de São Paulo e Minas Gerais, Brasil.
Tendo comunicado esta minha disposição à minha amiga Inês Ramos que estava em Cabo Verde, ela respondeu-me que eu seria o Han Shan do século XXI...
Concordando (por ter nascido na Serra da Estrela em Portugal ) enviei o seguinte poema:
Numa fria montanha nasci
mais do que uma vez...
Olhei para os meus pés
e não os vi.
Teriam ido passear
à procura do ar (pensei)
não os senti...
Se doíam ou não
os meus pés perdi-os
na neve sem deixarem rastro
nem no ar um cheiro característico.
E o meu corpo foi-se perdendo aos poucos
longe fragmentos dos penedos voadores
de que nasci.
*
As árvores centenárias altíssimas
que ouviram o poema que lhes li
nada disseram em sílabas e palavras
só silvaram um som sibilino
que eu apenas ouvi não entendi.
Certamente foi um vento maléfico
que me respondeu irónico
mas eu permaneci ereto
nem sequer alterando o ritmo cardíaco.
Então senti o mesmo frio
de quando há muito nasci
mas era outra a situação
outra a montanha alta
onde ainda não morri.
*
Passo a passo desci a montanha
sem nada ver pelo caminho.
O poema que li logo o esqueci
e a cidade ensurdeceu-me
o que não vi...
....................................................................
SP 21/03/2011
E.M. de Melo e Castro
To: Porosidade Etérea
Re: Dia Mundial da Poesia - 21 de Março
Querida Inês Ramos
Como vais tu? Eu só agora te envio um poema que já deveria ter ido... mas tenho viajado um pouco neste imenso Brasil... sempre com a poesia!
O poema vai em anexo.
Beijos amigos do Ernesto
.....................
HAN SHAN DO SÉCULO XXI
No dia mundial da poesia vou ler um poema no alto da Serra da Mantiqueira para uma ilustre assembleia de árvores remanescentes da Floresta Atlântica, na divisa entre os estados de São Paulo e Minas Gerais, Brasil.
Tendo comunicado esta minha disposição à minha amiga Inês Ramos que estava em Cabo Verde, ela respondeu-me que eu seria o Han Shan do século XXI...
Concordando (por ter nascido na Serra da Estrela em Portugal ) enviei o seguinte poema:
Numa fria montanha nasci
mais do que uma vez...
Olhei para os meus pés
e não os vi.
Teriam ido passear
à procura do ar (pensei)
não os senti...
Se doíam ou não
os meus pés perdi-os
na neve sem deixarem rastro
nem no ar um cheiro característico.
E o meu corpo foi-se perdendo aos poucos
longe fragmentos dos penedos voadores
de que nasci.
*
As árvores centenárias altíssimas
que ouviram o poema que lhes li
nada disseram em sílabas e palavras
só silvaram um som sibilino
que eu apenas ouvi não entendi.
Certamente foi um vento maléfico
que me respondeu irónico
mas eu permaneci ereto
nem sequer alterando o ritmo cardíaco.
Então senti o mesmo frio
de quando há muito nasci
mas era outra a situação
outra a montanha alta
onde ainda não morri.
*
Passo a passo desci a montanha
sem nada ver pelo caminho.
O poema que li logo o esqueci
e a cidade ensurdeceu-me
o que não vi...
....................................................................
SP 21/03/2011
E.M. de Melo e Castro
sexta-feira, 27 de maio de 2011
A Casa Fernando Pessoa informa que por motivos que lhe são alheios a conferência de encerramento do Colóquio Internacional Carlos de Oliveira, pelo Prof. Eduardo Lourenço, marcada para sábado 28 de Maio pelas 18h00, será substituída pela exibição do filme Sobre o Lado Esquerdo, de Margarida Gil.Sobre o Lado Esquerdo é o título de um poema e de um livro onde a mutação da arte de Carlos de Oliveira se dá a ler de forma particularmente intensa. É agora também o título de um filme de Margarida Gil. O filme não procura ser uma ilustração da obra do escritor, mas inventa imagens que possam suportar, acolher e dar a ver a força das imagens do escritor. Organizando-se em cinco sequências, nem cronológicas, nem estritamente temáticas, o filme toma o romance Finisterra e o livro O Aprendiz de Feiticeiro como uma espécie de estrutura base, não rígida, antes susceptível de dar a ver e adivinhar o intenso sistema de ecos e rimas, de figuras e cintilações, de que é feita a obra de Carlos de Oliveira (Margarida Gil)
quinta-feira, 26 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Mais logo, no Clube Literário do Porto
Dia 25 de Maio, no Piano bar do Clube Literário do Porto, pelas 22H00:
Cantos d’Alma
Fátima Araújo e Helena Guerra
Tertúlia de Poesia e Canto a Capella
Cantos d’Alma
Fátima Araújo e Helena Guerra
Tertúlia de Poesia e Canto a Capella
terça-feira, 24 de maio de 2011
António Cabrita lança livro em Maputo

António Cabrita (1959), escritor português, residente em Maputo, lança pela primeira vez uma obra literária na capital moçambicana, o livro de poesia «Não se Emenda, a Chuva», publicado pela editora portuense Livros de Horas.
O acontecimento terá lugar na próxima sexta-feira, dia 27, às 18H00, na livraria Minerva.
«António Cabrita, que foi jornalista durante 23 anos, dezoito dos quais no semanário Expresso, de Lisboa, onde era crítico de cinema e livros, estreou-se como autor em 1976, mas na sua bibliografia activa só contam os livros publicados a partir de Cegueira de Rios, livro de contos editado em 1995, considerando, carinhosamente, os anteriores cinco livros publicados (quatro de poesia e um de teatro) como fazendo parte da sua «triste e desalmada grilada nocturna».
Escritor polifacetado, para além 11 livros publicados desde então (5 de ficção, 6 de poesia) conta no seu currículo com três peças de teatro postas em cena entre 2001 e 2003, uma delas, Tremores Íntimos Anónimos, escrita em parceria com Luís Carlos Patraquim, e vários argumentos para cinema, de que destaca O Mal, filme de Seixas Santos, seleccionado para a competição do Festival de Cannes, escrito em parceria com Maria Velho da Costa, Prémio Camões, com quem escreveu também O Inferno, três guiões televisivos em torno de Camilo Castelo Branco. Em Moçambique, escreveu os guiões de A Teia da Aranha, série de 7 episódios, realizada por Sol de Carvalho, O Búzio, curta-metragem do mesmo realizador, e a série Diga Não à Violência Doméstica, realizada por Chico Carneiro.
A sua obra foi comentada pelos ensaístas Eduardo Prado Coelho, António Guerreiro, Urbano Tavares Rodrigues, João Barrento e Maria João Cantinho, e, no Brasil, Adelto Gonçalves acaba de fazer o prefácio para o seu primeiro romance, A Maldição de Ondina, que sairá em Novembro em São Paulo, pela editora Letraselvagem; romance cuja acção tem lugar em Maputo.
Em Maputo, António Cabrita dirige com Teresa Noronha a colecção Acácias, da Escola Portuguesa de Moçambique, na qual se têm editado inéditos de vários escritores moçambicanos, e anuncia ainda o volume de ensaios «Para que servem os Elevadores, e outras indagações literárias», pela chancela da Alcance, um livro onde se debruça sobre a poesia moçambicana.
Na conversa informal do lançamento António Cabrita falará do seu novo livro e também dos livros de ficção «Tormentas de Mandrake e de Tintin no Congo», 2008, editado pela Teorema, e «Cegueira de Rios», 1995, publicado pela Relógio d’Água, dois livros seus que pela primeira vez se encontram à venda em Maputo.»
(texto enviado pelo autor)
Workshop de Escrita Poética na Poetria
“Produção e trabalho de Escrita Poética” - Maio/Junho 2011
8 horas – segundas - feiras das 18h às 20h
Poesia
1. Movimentos e tendências poéticas
2. A poesia do quotidiano (referida a autores contemporâneos)
3. A poesia universal de Whitman
4. O subjectivismo em Emily Dickinson
5. Análise de alguns textos poéticos – A questão da métrica e dos recursos estilísticos.
6. Exercícios práticos de escrita criativa com base em jogos de despersonalização e outros elementos valorativos da imaginação.
Formador: Nuno Brito
Local: Sala Poetria, R. Sá de Noronha,155 - Porto
Inscrições: Máximo 10 pessoas.
Contacto: 968707303
Preço: 45,00€
Nuno Brito nasceu no Porto em 1981. É licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde fez a pós-graduação em História Medieval e do Renascimento e o curso de formação contínua em Teoria da Literatura. Frequentou o Instituto de Estudos Medievais em Roma onde realizou estudos sobre Pedro Abelardo.
Em 2008 foi seleccionado para o Concurso Jovens Criadores na categoria de Literatura. No mesmo ano obteve o primeiro Prémio no Concurso Literário da Faculdade de Letras da UP (Poesia) obtendo no ano seguinte o primeiro Prémio na categoria de conto. Em 2009 publicou a obra de poesia “Delírio Húngaro” e foi publicado em várias revistas de literatura nacionais e estrangeiras.
Mais informações: www.livrariapoetria.com
8 horas – segundas - feiras das 18h às 20h
Poesia
1. Movimentos e tendências poéticas
2. A poesia do quotidiano (referida a autores contemporâneos)
3. A poesia universal de Whitman
4. O subjectivismo em Emily Dickinson
5. Análise de alguns textos poéticos – A questão da métrica e dos recursos estilísticos.
6. Exercícios práticos de escrita criativa com base em jogos de despersonalização e outros elementos valorativos da imaginação.
Formador: Nuno Brito
Local: Sala Poetria, R. Sá de Noronha,155 - Porto
Inscrições: Máximo 10 pessoas.
Contacto: 968707303
Preço: 45,00€
Nuno Brito nasceu no Porto em 1981. É licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde fez a pós-graduação em História Medieval e do Renascimento e o curso de formação contínua em Teoria da Literatura. Frequentou o Instituto de Estudos Medievais em Roma onde realizou estudos sobre Pedro Abelardo.
Em 2008 foi seleccionado para o Concurso Jovens Criadores na categoria de Literatura. No mesmo ano obteve o primeiro Prémio no Concurso Literário da Faculdade de Letras da UP (Poesia) obtendo no ano seguinte o primeiro Prémio na categoria de conto. Em 2009 publicou a obra de poesia “Delírio Húngaro” e foi publicado em várias revistas de literatura nacionais e estrangeiras.
Mais informações: www.livrariapoetria.com
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Apresentação do livro «REFLEXÕES À BOCA DE CENA», de João Ricardo Lopes (Editora Labirinto), na Livraria Pó dos Livros, dia 21 de Maio, pelas 16H00 (Av. Marquês de Tomar, 89 - Lisboa).A apresentação estará a cargo de Victor Oliveira Mateus e contará com a presença do autor e da tradutora da obra Bernarda Esteves, docente do Instituto de Letras da Universidade do Minho.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Novo livro de Fernando Esteves Pinto
Cidade aTravessa Lisboa

O Cidade aTravessa é um evento de literatura que acontece em três cidades do mundo e que chega agora a Lisboa, na Casa Fernando Pessoa, nos dias 18 e 19 de Maio.
Nesta 11ª edição (a primeira portuguesa) participam Ana Luisa Amaral, Antonio Cícero e João Gilberto Noll, o francês Henri Deluy, o italiano Enzo Minarelli, além de outros poetas vindos do México, Holanda e Reino Unido, que se reúnem na Casa Fernando Pessoa durante dois dias para celebrar as várias maneiras de dizer poesia.
A organização é do escritor brasileiro Márcio-André.
Leituras, performances de poesia sonora, filmes de experimentação da palavra, poemas visuais, conferências, entrevistas abertas, etc., levam ao público o que há de mais actual na poesia contemporânea. Tudo regado a absinto, bebida que se tornou símbolo do evento.
domingo, 15 de maio de 2011
Mais logo, no Clube Literário do Porto
Encontro Com As Palavras

20 de Maio • 18H00
Livraria Pó dos Livros
Av. Marquês de Tomar 89A
1050-154 Lisboa
Participação:
VERA LÚCIA DE OLIVEIRA
Poeta, Ensaísta e Professora na Facoltá di Lettere e Filosofia, Universitá degli Studi di Perugia, Itália.
VICTOR OLIVEIRA MATEUS
Poeta e Ensaísta.
FILIPA BARATA
Doutoranda na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Conversas Literárias:
- A problemática da tradução em Poesia.
- “A poesia é um estado de transe”, o mais recente livro de Vera Lúcia de Oliveira.
- A Poesia de Miguel Torga.
sábado, 14 de maio de 2011
"Vozes Poéticas da Lusofonia"
Mais logo, no Clube Literário do Porto
quinta-feira, 12 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Poesia 61 em Faro
A comemoração dos 50 anos da publicação das plaquetes que vieram a constituir o corpus poético do movimento Poesia 61, um dos mais importantes para a renovação da poesia portuguesa a partir dos anos 60, é o destaque da programação de Maio da Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa.Poesia 61 eclodiu em Faro, com as obras de Gastão Cruz, Casimiro de Brito, Fiama Hasse de Pais Brandão, Maria Teresa Horta e Luíza Neto Jorge, impressas na Tipografia Cácima, sob orientação gráfica do pintor Manuel Baptista. Este “encontro” de jovens poetas, derivou de outros “encontros” de Faro (caso de Cadernos do Meio Dia), onde nascera e vivera António Ramos Rosa, cujo magistério poético foi decisivo para o grupo.
A Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa, em colaboração com o Centro de História da Cultura da Universidade Nova de Lisboa, vai promover, no dia 14 de Maio, a partir das 16H00, um conjunto de iniciativas, entre as quais: as conferências Ler Hoje a Poesia 61, pelo poeta Nuno Júdice e Tipografia Cácima: Um acaso ou a herdeira de um percurso de vanguarda, por Patrícia Palma. Será inaugurada uma exposição sobre a Tipografia Cácima e uma mostra bibliográfica com o corpus poético dos autores de Poesia 61.
Ainda no âmbito da poesia, irá acontecer, no dia 11, a partir das 18H00, mais uma sessão do ciclo mensal de poesia “Quando a Poesia Acontece”, este mês dedicada à Mulher.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Mais logo, no Clube Literário do Porto
Clube Literário do Porto no dia 6 de Maio, pelas 19h00, com poesias de Fernando Dias Ferreira, a interpretação musical do maestro António Victorino D'Almeida e a voz de Carla Salgueiro.
A apresentação do livro será feita pelo jornalista Carlos Magno.
A receita dos livros vendidos durante o concerto/lançamento reverterá para o "Programa Ajuda" que integra os diferentes projectos de acção social do Colégio Nossa Senhora do Rosário.
A apresentação do livro será feita pelo jornalista Carlos Magno.
A receita dos livros vendidos durante o concerto/lançamento reverterá para o "Programa Ajuda" que integra os diferentes projectos de acção social do Colégio Nossa Senhora do Rosário.
Mais logo, no Clube Literário do Porto
Dia 6 de Maio, no Auditório do Clube Literário do Porto, pelas 19H00:Concerto/lançamento do livro-CD “Em Meu Crepúsculo”.
Com poesias de Fernando Dias Ferreira, a interpretação musical do maestro António Victorino D’Almeida e a voz de Carla Salgueiro.
A apresentação do livro será feita pelo jornalista Carlos Magno.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Crisol de Culturas
A Fundação Ceuta Crisol de Culturas 2015 organiza no próximo dia 6 de Maio o I Encontro Poético «Crisol de Culturas», que reunirá em Ceuta 12 poetas provenientes de Espanha, Portugal e Marrocos. O Encontro terá início pelas 20H00 no Palacio de la Asamblea.Participam neste encontro os poetas espanhóis Jesús Hilario Tundidor, Juana Castro Muñoz, Dolors Alberola, Domingo F. Faílde, Nuria Martínez Vernís, Carlos Guerrero e María Jesús Fuentes, os portugueses Fernando Esteves Pinto, Tiago Nené e Maria do Sameiro Barroso e os marroquinos Khalid Raissouni e Mezouar El Idrissi.
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